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Marco de Canaveses vai construir 30 apartamentos de renda acessível, em Rio de Galinhas, casas que se vão juntar às 61 já em construção na sede do concelho, no âmbito da Estratégia Local de Habitação, segundo o município.
O segmento da hotelaria continua a destacar-se no setor imobiliário. E Portugal apresenta-se mesmo como o 7º país da Europa mais atrativo para investir em hotéis. O estudo ‘2024 European Hotel Investor Intentions Survey’, desenvolvido pela CBRE, revela “perspetivas encorajadoras para o setor”. Cerca de 90% dos investidores planeiam manter ou aumentar o volume investido no setor turístico no próximo ano.
A promotora imobiliária belga Krest Real Estate Investments (Krest) vai dar a conhecer três “projetos únicos” no Salão Imobiliário de Portugal (SIL), que decorre de 2 a 5 de maio na FIL, no Parque das Nações, em Lisboa. Em causa estão empreendimentos localizados no Algarve, em Lisboa e em Oeiras que representam um investimento total de 153 milhões de euros, correspondendo a uma área de 63.400 metros quadrados (m2) de construção.
A procura de casas para arrendar em Portugal continua em alta e bem superior à oferta de habitação existente neste mercado. É por isso que, apesar da oferta de arrendamento ter aumentado 81% no início de 2024, os preços das casas para arrendar subiram 1,7% em abril face ao mês anterior. Assim, arrendar casa teve o custo mediano de 16,1 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de abril deste ano, aponta o índice de preços do idealista, editor desta newsletter. Esta é a primeira subida das rendas das casas depois de passarem dois meses praticamente estáveis. Já em relação à variação trimestral, a subida foi de 1,9%, tendo a anual sido de 16,4%.
Portugal vai receber o vencedor do prestigiado Prémio Pritzker de Arquitetura, Alejandro Aravena, para um ciclo de conferências organizado pelo Espaço de Arquitetura nos dias 7 e 8 de maio, às 21h00, no Porto e em Lisboa. "How to go from paper to reality?” será o mote do debate.
As habitações em Portugal continuam a ficar mais caras, mas a menor ritmo. Esta é uma reação natural dos preços ao arrefecimento da procura de casas para comprar, perante uma oferta que continua escassa no país. É isso que mostram os dados mais recentes do idealista, o editor deste boletim: os preços das casas em Portugal mantiveram-se praticamente estáveis (0,5%) em abril face ao mês anterior, tendo o custo mediano da habitação se fixado nos 2.622 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de abril. Mas o que salta à vista é que as casas à venda voltaram a ficar mais caras em 15 capitais de distrito, entre março e abril, com Portalegre a liderar as subidas dos preços (6%), revela o índice de preços do idealista. Já em relação à variação anual, os preços das casas em Portugal subiram 5,8%.
O Dubai vai começar a construir novos terminais no Aeroporto Internacional Al Maktoum, para convertê-lo no maior do mundo, com capacidade para mais de 260 milhões de passageiros, um projeto avaliado em cerca de 33.000 milhões de euros.
O anúncio foi feito pelo ‘sheik’ Mohammed Bin Rashid, que preci
O modo de vida dos portugueses foi – e muito – moldado pela pandemia da Covid-19. Os confinamentos mostraram a importância de viver em casas com áreas maiores e com espaços ao ar livre. E o teletrabalho, que se massificou em 2020, criou a possibilidade de trabalhar à distância. Tudo isto acabou por criar uma tendência em Portugal: viver no campo, em contacto com a natureza e longe dos grandes centros urbanos. Até porque aqui as casas para comprar tendem a ser mais baratas. Mas será que esta tendência veio para ficar? Ao que tudo indica, sim (e até está reforçada): os dados do idealista/data revelam que a procura de casas à venda disparou em 81% dos concelhos com menos de 10 mil habitantes entre o início de 2020 e o arranque de 2024. E contam-se mesmo 48 municípios menos populosos do interior e ilhas onde o interesse em adquirir casa mais que duplicou neste período.
A tendência de viver junto aos grandes centros urbanos de Lisboa, Porto e Faro continua. Até porque é aqui que se reúnem mais oportunidades de emprego, mais serviços de educação e de saúde, e até mais atividades de lazer. Mas as famílias que aqui querem comprar casa deparam-se com um mercado aquecido, com preços das casas elevados e muitas vezes incompatíveis com os salários. A situação agrava-se quando colocamos na equação os juros nos créditos habitação, que apesar dos ligeiros recuos, teimam em manter-se elevados. É neste contexto que o idealista/news passou a pente fino os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) para mostrar quais são os municípios da Grande Lisboa, da metrópole do Porto e do Algarve onde comprar casa é mais acessível aos bolsos dos portugueses. Desde logo, salta à vista que nestas regiões do país é possível comprar uma casa por 150 mil euros (ou até menos).
Estabilidade é palavra de ordem no setor imobiliário. Só assim, com “medidas de longo prazo” e com “compromisso” por parte do(s) Governo(s), será possível dar resposta à crise que existe na habitação ao mesmo tempo que o país se mantém como destino atrativo para os investidores imobiliários. Nacionais e internacionais. Quem o diz é José Covas, presidente do RICS Portugal desde 2020 – renovou este ano o mandato por mais três anos, até 2027. “São quase 30 anos de experiência [na área do imobiliário] e falo com muitas pessoas. O que ouço dos investidores, o foco deles, está na necessidade de acreditarem naquilo que é dito: a história do novo aeroporto, por exemplo, já virou piada internacional”, diz o especialista em entrevista ao idealista/news.
A habitação está cara e escassa em Portugal. Mas a verdade é que os preços das casas são heterogéneos no país. Enquanto nos grandes centros urbanos de Lisboa, Porto e Faro encontramos as casas mais caras de todas, à medida que viajamos para o interior passamos a conhecer os 182 concelhos do país onde os preços das casas são inferiores a 1.000 euros/m2. Descobre quanto custa comprar casa em cada município neste mapa preparado pelo idealista/news a partir dos dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE).
O acesso à habitação continua difícil em Portugal. E neste contexto há quem procure casas mais baratas em cidades ou vilas longe dos grandes centros urbanos, para compatibilizar os preços das casas com os orçamentos familiares. A boa notícia é que há, pelo menos, 10 municípios onde é possível comprar uma habitação de 100 metros quadrados (m2) por um valor inferior a 30 mil euros. Vem daí mergulhar nos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) para conhecer os municípios mais baratos para comprar casa em Portugal.
A Mercearia do Bolhão, loja com 144 anos de atividade no centro da baixa do Porto, vai fechar portas para dar lugar uma loja da cadeia espanhola Ale-Hop.
A United Investments Portugal (UIP) – faz parte do grupo árabe Al-Bahar – quer abrir duas novas unidades do conceito Yotel em Portugal. Nestes hotéis futuristas, a “Yolinda” e o “Yogiro”, dois robôs, ajudam no serviço de quartos.
A Câmara da Póvoa de Varzim, no distrito do Porto, lançou um concurso público, no valor de 6,1 milhões de euros, para a construção de 48 apartamentos de habitação social, para serem arrendados a custos controlados.
A compra de casas em Portugal tem estado a arrefecer, perante os elevados custos da habitação, a par dos altos juros nos empréstimos e baixo poder de compra, que se continuam a fazer sentir. E este arrefecimento da procura de casas no país tem-se refletido nos preços. O Instituto Nacional de Estatística (INE) revela esta terça-feira, dia 23 de abril, que o conjunto de habitações vendidas na reta final de 2023 teve o custo mediano de 1.619 euros por metro quadrado (euros/m2), um valor 7,9% superior face ao período homólogo. Mas em comparação com o trimestre anterior, os preços das casas em Portugal caíram 1,3%, uma tendência sentida em 14 dos 24 municípios mais populosos, Lisboa e Porto inclusive.
O terreno da emblemática fábrica Efanor, em Matosinhos, está a ser palco da construção de um novo projeto residencial de arquitetura sóbria e contemporânea, o Edifício Natura. Com tipologias entre T1 e T4, estes incríveis apartamentos estão a ser comercializados por preços que começam nos 381.000 euros e chegam aos 668.000 euros e deverão estar concluídos no último trimestre de 2024.
A hotelaria em Portugal tem dado que falar e continua atrativa aos olhos dos investidores, numa altura em que houve um recuo de investimento imobiliário comercial no país. Prova disso mesmo é que a espanhola Azora avançou com a compra de quatro empresas turísticas no país à gestora de capital de risco Oxy Capital, que detêm hotéis, alojamento local (AL) e campos de golf em Óbidos.
As casas para arrendar em Portugal continuam a ficar mais caras, embora a menor ritmo. Esta tendência tem elevado as rendas das casas para níveis muitas vezes incompatíveis com os salários das famílias. É por isso que muitos jovens, profissionais deslocados ou quem está a reorganizar a vida (por um divórcio, por exemplo), vê nas casas partilhadas uma solução, pelo menos, de curto prazo. A boa notícia é que há maior escolha no mercado, já que a oferta de quartos para arrendar em Portugal aumentou 75% no último ano. Mas, ainda assim, os preços dos quartos subiram 15% durante o mesmo período, tendo o custo mediano sido de 425 euros por mês, segundo uma análise de dados publicada pelo idealista, o marketplace imobiliário do sul da Europa e editor desta newsletter.
O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) chegou como uma lufada de ar fresco a Portugal, permitindo, entre outras matérias, melhorar e aumentar o parque habitacional do país. Foram muitos os municípios que aproveitaram as verbas vindas de Bruxelas para avançar com a construção, reabilitação e compra de casas para colocá-las no mercado a preços mais acessíveis até 2026. Há 31 autarquias que contam receber um total de 675 milhões de euros no âmbito do PRR para habitação. Mas a verdade é que mais de metade desta verba está concentrada em apenas cinco municípios: Lisboa, Setúbal, Oeiras, Matosinhos e Coimbra.