Frederico Gonçalves

Frederico Gonçalves

Fred foi o primeiro a chegar ao idealista/news em Portugal, em 2010, depois de ter estudado jornalismo e passado por redações. Desde então, dedica-se a conhecer a fundo o setor imobiliário, assumindo o desígnio de escrever sobre o mercado com dedicação, garra e qualidade. E sempre com um sorriso.

Casas de luxo em Lisboa

PS faz queixa ao MP do projeto de luxo Karl Lagerfield Residences

A construção do empreendimento imobiliário de luxo Karl Lagerfield Residences Lisboa, na Rua Braamcamp, junto ao Marquês de Pombal, está a gerar polémica. O município de Lisboa deu luz verde ao projeto de branded residences (residências de marca), mas a controvérsia subiu de tom depois de se saber que os preços das casas iriam rondar os 20.000 euros por metro quadrado (m2). O PS apresentou uma queixa-crime ao Ministério Público (MP), alegando violação de regras urbanísticas e o não pagamento de todas as compensações financeiras devidas.

Viver e trabalhar: como evolui a relação casa-escritório-empresa?

Os trabalhadores, antes da pandemia, iam para o escritório e regressavam a casa no final do dia, numa rotina diária que consumia, em muitos casos, bastante tempo. Essa era a regra. Hoje, com o incremento do trabalho flexível e com as empresas a apostarem em modelos híbridos, o cenário parece estar a mudar de figura. Ganha força a flexibilidade, que não é acompanhada pela mobilidade (de transportes). Paralelamente, os inflacionados preços das casas empurram muitas famílias para localizações mais afastadas dos centros urbanos. Será que, com esta conjugação de fatores, está a ganhar força a procura de espaços de trabalho descentralizados, mais distantes do "miolo" das cidades? E estarão as empresas, nomeadamente de trabalho flexível, atentas a esta tendência?
Leilões imobiliários

Complexo industrial da Marbrito à venda em leilão por quase 5 milhões

O complexo industrial da Marbrito – Indústrias Reunidas de Mármores (Marbrito), localizado em Vila Viçosa, está à venda em leilão eletrónico até dia 28 de maio de 2026 no âmbito do processo de insolvência desta sociedade, fundada em 1982. A unidade industrial completa, incluindo o imóvel e os equipamentos, tem um valor base total de 4,9 milhões de euros.
Inflação em Portugal a acelerar

Inflação acelera para 3,3% em abril devido ao preço dos combustíveis

A taxa de inflação acelerou, em termos homólogos, para 3,3% em abril, mais 0,6 pontos percentuais (p.p.) que no mês anterior e menos 0,1 p.p. que a primeira estimativa, divulgou esta quarta-feira (13 de maio de 2026) o Instituto Nacional de Estatística (INE). Uma subida que se deve, sobretudo, ao aumento do preço dos combustíveis. Trata-se do valor mais elevado em dois anos: em janeiro, antes do conflito no Médio Oriente e da crise energética, a taxa de inflação homóloga era de 1,9%.
José Cardoso Botelho

Guerra no Médio Oriente pode “potenciar as oportunidades para Portugal”

Depois de vários anos à frente da Vanguard Properties, José Cardoso Botelho lançou-se numa nova aventura profissional e anunciou, no início de 2026, a criação de uma nova promotora imobiliária. A OneMark Properties, como se chama, tem sete projetos em estudo nos vários segmentos do imobiliário residencial e pretende deixar a sua marca no setor. Mas sem pressas e com um desejo claro: “Fazer projetos de excecional qualidade a todos os níveis e que ajudem a embelezar as cidades”. Em conversa com o idealista/news, o Chairman da OneMark Properties aborda também o conflito no Médio Oriente, antecipando que, no caso concreto do investimento em imobiliário, nem tudo são más notícias para Portugal.
Apoios para a compra de casa

Apoios aos jovens na compra da casa agravam crise da habitação, diz FMI

Os apoios concedidos aos jovens na compra de casa em Portugal, como a garantia pública do crédito habitação e as isenções fiscais de Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) e Imposto de Selo (IS), agravam a crise na habitação, conclui o Fundo Monetário Internacional (FMI), sugerindo que os referidos apoios deveriam estar sujeitos à condição de recursos.

Pacote fiscal da habitação anima setor… mas é preciso esperar para ver

São precisas mais casas. A solução para a crise da habitação passa por aumentar a oferta, para dar resposta à elevada procura, e a preços que a generalidade das famílias possam suportar. Estas afirmações, em jeito de alerta, foram sendo feitas por vários players do setor imobiliário e da construção, tendo o Governo anunciado medidas que visam ir nesse sentido. Será que vão surtir efeito e ser suficientes? Os profissionais do setor ouvidos pelo idealista/news no Salão Imobiliário de Portugal (SIL) 2026 estão otimistas. Mas estão, também, cautelosos. É hora de esperar para ver se as iniciativas saem do papel e se os resultados aparecem, apontam.
Miguel Santana, administrador da Fidelidade Property

“A falta de mão de obra na construção é um tema que preocupa imenso”

A escassez de mão de obra e o aumento dos custos de construção são alguns dos desafios que o imobiliário enfrenta em Portugal. Isto numa altura em que o país precisa, urgentemente, de aumentar a oferta de casas para dar resposta à crise na habitação. Ainda assim, apesar de haver “uma grande dificuldade de contratação de empreiteiros, porque está tudo ocupado, estão a ser construídos muitos projetos em Portugal”, segundo revela Miguel Santana, administrador da Fidelidade Property, à conversa com o idealista/news durante o Salão Imobiliário de Portugal (SIL) 2026.
Remax vendida

Imobiliário ao rubro: RE/MAX LLC vendida por 750 milhões de euros

A empresa imobiliária tecnológica norte-americana The Real Brokerage (Real), que está cotada no Nasdaq – a segunda maior bolsa de valores do mundo –, anunciou a compra da Remax Holdings, num negócio avaliado em cerca de 750 milhões de euros incluindo dívida. O acordo visa a criação de uma plataforma imobiliária global denominada Real Remax Group e a transação deverá ficar concluída no segundo semestre de 2026, dependendo das aprovações regulatórias e dos acionistas. Até lá, adianta a Remax, ambas as empresas "continuarão a operar de forma independente", não tendo o acordo estabelecido impacto na atividade diária da mediadora imobiliária.