Nos últimos anos, o mercado de design de interiores em Portugal tem assistido a uma transformação significativa, impulsionada por diferentes conceitos e tendências. Um deles é o Quiet Luxury, que também está na génese da Silent Home. Mais do que uma loja, assume-se como um projeto de vida.
“Trabalho no setor imobiliário já há duas décadas e vejo que as coisas continuam a ser feitas praticamente da mesma forma”. Patrícia Barão foi nomeada Partner e Head of Residential da Dils em outubro – o grupo italiano aterrou em Portugal meses antes com a aquisição da Castelhana –, depois de vários anos na JLL, e a experiência adquirida faz com que tenha uma visão abrangente do mercado residencial. Em entrevista ao idealista/news diz, por exemplo, que para haver um “setor imobiliário saudável” no país “não é possível ter a renda de uma casa a um valor superior àquilo que se paga ao banco por um empréstimo”.
No design de interiores, o luxo deixou de ser sinónimo de ostentação e ganhou novos significados, refletindo mudanças sociais e a procura por conforto e funcionalidade.
Entre escritórios, hospitais, hotéis, salas de espetáculos, museus, monumentos, empreendimentos residenciais ou fábricas, contam-se já 45 anos ao serviço da construção e reabilitação em Portugal.
Frenético, entusiasmado e apaixonado pelo que faz. O espaço 8 Marvila corre-lhe nas veias. E é de sorriso no rosto que fala, de forma descontraída mas profissional e cheio de orgulho, do que aqui se construiu - ou reabilitou, neste caso.
À chegada ouve-se o chilrear dos pássaros, o leve som das águas do rio. Não há pessoas, não se ouvem vozes, mas há cavalos e uma paz que encontramos em poucos lugares. Estamos a duas horas da cidade do Porto, em pleno Parque Nacional Peneda-Gerês, na aldeia da Varziela, em Castro Laboreiro.
Em Portugal, muitas aldeias desabitadas permanecem como testemunhas silenciosas do passado, envoltas por paisagens de cortar a respiração e histórias que o tempo quase apagou.
O tempo começa a esgotar-se. Faltam menos de dois anos para Portugal concluir a construção das 26 mil casas financiadas pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). E se o país falhar este prazo, corre o risco de ter de devolver as verbas europeias.
Os Jogos Olímpicos despediram-se de Paris numa cerimónia de encerramento emocionante, com muita dança, acrobacias e música à mistura, este domingo, 11 de agosto de 2024.
O planeta Terra bateu o recorde do dia mais quente alguma vez registado dia 22 de julho de 2024, de acordo com dados preliminares do Copérnico, programa de monitorização do clima da União Europeia (UE). E apesar das ondas de calor sempre terem existido, estão a tornar-se cada vez mais frequentes e intensas. No futuro, se nada for feito, as cidades poderão atingir condições térmicas que vão afetar a utilização dos espaços públicos e a saúde humana. E é por isso que pensar a morfologia do tecido urbano e construção sustentável é mais importante que nunca. Mas planear e desenhar as cidades, assim como as casas, tendo em conta os desafios climáticos, exige uma “abordagem interdisciplinar”, tal como explica André Nouri, investigador e arquiteto urbanista, em entrevista ao idealista/news.
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