Leonor Santos

Leonor Santos

A inquietude e o fascínio pela escrita levaram Leonor ao jornalismo e ao copywriting, que exerceu até entrar no idealista/news em 2017, onde se dedica à criação de conteúdos sobre o universo das casas, de A a Z. É a fazer perguntas e contar histórias que é mais feliz.

Decorar a casa: “IA tem o poder de revolucionar o design de interiores”

A decoração e o mobiliário vão evoluindo e adaptando-se às tendências atuais. Os materiais sustentáveis, as plantas e os móveis multifuncionais têm vindo a ganhar espaço nas casas dos portugueses. E as novas tecnologias estão a marcar cada vez mais as tendências neste setor. “A Inteligência Artificial (IA) tem o poder de revolucionar o design de interiores ao tornar os processos mais eficientes, personalizados e inovadores”, admite Rita Pacheco, presidente da Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF), em entrevista ao idealista/news a propósito do arranque da feira Capital do Móvel: realiza-se entre 12 e 16 de junho, no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa.
Brico Depôt

Bricolage e renovação de casas: “Tendência cresce entre os jovens”

O negócio da remodelação de casas explodiu com a pandemia e, desde então, tem vindo a conquistar vários públicos, nomeadamente as gerações mais jovens. Adeptas do DIY (‘Do it yourself’ ou ‘Faz tu mesmo’), querem melhorar os espaços e torná-los mais funcionais, em alguns casos, com as próprias mãos. E esta nova tendência fez “aumentar a procura por produtos e ferramentas de bricolage”, segundo explica Chris Bargate, CEO da Brico Depôt Ibéria, em entrevista ao idealista/news. Mas não só. Há uma crescente procura por “projetos específicos, como cozinhas e casas de banho”.

Casas modulares são solução para a crise: o que falta para dar o salto?

Portugal enfrenta uma crise na habitação, agudizada pela falta de oferta disponível. Em resposta a essa escassez, a construção modular apresenta-se como solução promissora, oferecendo uma alternativa rápida e eficiente para ampliar o parque habitacional, face à redução significativa dos prazos de construção e melhor controlo dos custos, por exemplo. No entanto, este novo modelo construtivo debate-se com desafios importantes, como o necessário investimento em infraestruturas e tecnologia, formação e capacitação profissional, ou aperfeiçoamento de regulamentações específicas, tal como explicaram vários especialistas do setor ao idealista/news. O futuro, é certo, passa pela industrialização. Mas que passos falta dar?
Construir casas em Portugal

Casas acessíveis? "Preços não cruzam com custos de construção"

À partida, construir casas para a classe média parece ser uma boa aposta, tendo em conta a elevada procura que existe em Portugal. Mas, no final de contas, colocar casas no mercado a preços acessíveis para estas famílias revela-se muito difícil. “O problema hoje é que os números não cruzam, porque temos custos de construção que aumentaram brutalmente depois da pandemia e o preço dos terrenos também tem estado a aumentar”, comenta Nuno Santos, Head of Portugal da RE Capital, em entrevista ao idealista/news. Somando estes custos aos impostos na construção, uma casa de 100 metros quadrados já iria chegar ao mercado por mais de 250 mil euros. “Para que o negócio seja interessante para os investidores, temos de ir para um preço de venda que já não faz sentido para a classe média”, garante o responsável.
Casas em madeira em Portugal

“Casas em madeira são alternativa de habitação em todos os segmentos”

“A sustentabilidade é algo que hoje não é uma escolha, já não é uma opção, é uma obrigação. E, portanto, a construção em madeira, do ponto de vista da sustentabilidade, é claramente a melhor opção”. Quem o diz é José Cardoso Botelho, CEO da Vanguard Properties, que decidiu apostar na construção industrializada de casas em madeira em 2021, com a Kõzõwood. As casas em madeira revelam-se, assim, uma “alternativa de habitação em todos os segmentos”, desde o luxo à classe média. É por isso que o responsável não tem dúvidas que “vai-se ver cada vez mais a construção em madeira a espalhar-se pelo país”, até porque “a quantidade de promotores que já estão a querer fazer casas em madeira é brutal”, diz em entrevista ao idealista/news.
SIL 2024

Ministro da Habitação: “Há mais de 50 mil fogos do IHRU por avaliar”

Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação, considera que é preciso “reabilitar e construir mais” em Portugal. Admite que essa é uma das prioridades do novo Governo, que está a preparar medidas – a anunciar nas próximas semanas – para reforçar e dar resposta à crise de emergência habitacional que o país enfrenta. Segundo o governante, há mais de “50 mil fogos do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) por avaliar”. “Nós estamos a mudar os processos de avaliação para acelerar este processo. Temos de pôr o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) a funcionar”, salienta.
avaliar casas

Localização, ruído, humidade... afinal o que dá e tira valor a uma casa?

A avaliação imobiliária é fundamental no mercado de compra e venda de imóveis. A determinação do valor de uma casa não só impacta compradores e vendedores, mas também reflete o contexto macroeconómico e nuances do próprio setor (lei da oferta e da procura). Desde a localização estratégica até às características intrínsecas do imóvel, diversos fatores impactam o seu valor. Neste âmbito, o idealista/news decidiu explorar o que é que torna uma casa atrativa aos olhos dos especialistas de mercado, destacando elementos que podem influenciar positiva ou negativamente a sua valorização.