Metade dos inquilinos em Portugal quer mudar de casa – e preço manda
O acesso à habitação em Portugal tem vindo a agravar-se perante os elevados preços das casas para comprar e arrendar, que continuam a subir a um ritmo mais elevado do que os salários das famílias. E também é difícil encontrar casas com boa eficiência energética no nosso país. Tudo isto ajuda a explicar os resultados do mais recente estudo do Observador Cetelem, que indicam que a maioria dos portugueses está insatisfeita com a casa onde vive. Tanto assim é que cerca de metade dos inquilinos tenciona mudar de casa, apontando o preço como o critério mais importante na hora de escolher um novo lar.
Há um novo centro logístico junto a Lisboa com espaços para arrendar
A procura por espaços logísticos em Portugal tem vindo a aumentar nos últimos anos, muito por conta do comércio online. Mas a oferta por este tipo de imóveis, sobretudo localizados junto a grandes cidades, é escassa.
BCE avança com 3º corte dos juros: taxas ficam abaixo dos 3,7%
A inflação na zona euro está a desacelerar a bom ritmo, mas já está abaixo da meta dos 2%. E a economia europeia continua frágil, estando a gerar uma onda de preocupações.
Isenção de IMT faz disparar procura de jovens por crédito habitação
O interesse dos jovens portugueses em comprar casa parece ter sido reanimado com a nova isenção de IMT e Imposto de Selo (IS), que entrou em vigor no passado dia 1 de agosto. Já são milhares de compradores jovens que beneficiaram da isenção de impostos na aquisição da primeira habitação. E, como o acesso à habitação própria em Portugal passa muito pelo financiamento bancário, também se observou um aumento expressivo da procura por crédito habitação por parte de jovens até aos 35 anos entre julho e setembro deste ano, passando a representar quase metade do total.
Espanha vai regular Alojamento Local - casas têm de estar registadas
Melhorar o acesso à habitação na vizinha Espanha tem sido uma prioridade para os vários governos liderados por Pedro Sánchez nos últimos seis anos. Depois de ter criado a primeira Lei da Habitação e ter introduzido várias mudanças no arrendamento habitacional, chegou a hora em que o Governo espanhol vai avançar com a regulamentação dos estabelecimentos de Alojamento Local (AL), um processo que deverá estar concluído até ao final do ano. Uma das novidades é que as casas em AL têm de estar registadas numa nova plataforma.
Famílias estão a pedir mais crédito habitação para comprar casa
A contratação de novos empréstimos da casa em Portugal tem vindo a recuperar à medida que as taxas de juro estão a descer. Esta tendência está a ser sentida na banca portuguesa que espera ainda que continue a haver um “ligeiro aumento” da procura de famílias por créditos habitação até ao final de 2024, releva o Banco de Portugal (BdP).
Escrituras das casas continuam paradas depois de ciberataque à AMA
Poupo a pouco, a Agência para a Modernização Administrativa (AMA) está a conseguir garantir a normalização dos serviços, depois do ciberataque que sofreu na semana passada.
OE2025 mantém imposto sobre a banca que pode ser inconstitucional
A proposta do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025) mantém o imposto adicional de solidariedade sobre a banca e ainda contribuição sobre o setor bancário, que juntos poderão representar um encaixe superior a 250 milhões de euros nos cofres públicos. Mas este imposto adicional sobre a banca tem sido contestado pelo setor bancário e já foi considerado inconstitucional pelo tribunal, podendo mesmo deixar de existir. A par de tudo isto, o Banco de Portugal quer ainda que instituições financeiras usem os seus lucros para gerar almofadas de capital numa altura de incerteza global.
Garantia pública no crédito habitação: impacto depende da adesão
A garantia pública que vem facilitar o acesso ao crédito habitação por parte dos jovens já está regulamentada, esperando-se que fique operacional até ao final do ano ou no início de 2025.
Caso BES: julgamento arranca 10 anos depois do escândalo financeiro
Uma década depois da queda do Grupo Espírito Santo (GES), arranca esta terça-feira (dia 15 de outubro) o julgamento daquele que já é conhecido como o maior processo da Justiça portuguesa. O principal rosto dos 18 arguidos é Ricardo Salgado, ex-banqueiro e antigo presidente do Banco Espírito Santo (BES), que vai responder em tribunal por 62 crimes, entre os quais estão as práticas de burla qualificada, manipulação de mercado ou branqueamento de capitais.
