A passagem da pandemia só veio provar a "força e resiliência" do mercado imobiliário português em situações de crise. E, agora, as expectativas estão em alta.
Reabilitar e construir casas daqui a dez anos será diferente. Isto porque há tendências que estão a ganhar força e que podem mesmo ser disruptivas no médio prazo.
A hotelaria foi um dos setores mais afetados pela pandemia da Covid-19 aos longo dos últimos dois anos. Os sucessivos confinamentos afastaram portugueses e estrangeiros do turismo e deixaram alojamentos e hotéis quase vazios. Mas este cenário não afastou todos os investidores do setor.
O quadro político deu uma volta de 180 graus nas eleições legislativas de 2022.
Preservar património arquitetónico português é cuidar da imagem e da memória que temos de nós próprios. A reabilitação urbana há muito que tem a missão de regenerar as cidades, mantendo os traços da sua história.
Cresceram no mundo da madeira, na fábrica dos avós.
Viver numa casa onde falta tudo é a realidade de muitos. Falta telhado, água canalizada, estruturas na casa de banho, esgotos, isolamento térmico…. Faltam condições para viver o dia a dia com dignidade.
As rotinas de trabalho invadem a vida das pessoas durante décadas. E tudo muda quando se reformam. As horas, antes passadas a trabalhar, dão lugar ao vazio. Muitos conhecem pela primeira vez o significado das palavras inatividade e solidão. Mas será que tem de ser mesmo assim?
Viver em segurança é importante para ter uma vida confortável e feliz. E Portugal nesta matéria é um vencedor: foi considerado o segundo país mais seguro da União Europeia e o quarto mais seguro do mundo pela Institute for Economics & Peace em 2021. A proteção e segurança social existem e o número de furtos em casas e negócios tem vindo a diminuir. E, depois, houve também uma valorização dos sistemas de segurança que permitem travar estes crimes. Além disso, “ao longo do tempo, o conceito de segurança amplificou-se e as pessoas querem cada vez mais sentir-se confortáveis e seguras no lar, na empresa e em qualquer lugar em que estejam”, diz Bernardo Ferreira, diretor de marketing cliente da Securitas Direct Portugal, em entrevista ao idealista/news. Mas como tem evoluído a perceção da segurança em Portugal?
Ainda há muitos portugueses que passam frio dentro de casa.
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