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Desemprego na era Covid-19: mulheres jovens sentem mais o impacto da crise

Organização Internacional do Trabalho (OIT)
Organização Internacional do Trabalho (OIT)
Autor: Redação

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que os jovens serão os mais afetados pela crise gerada com a pandemia do novo coronavírus. Segundo um relatório da agência das Nações Unidas, mais do que um em cada seis jovens em todo o mundo deixou de trabalhar desde o início da pandemia, havendo um impacto desigual da crise, já que as mulheres são mais afetadas que os homens.

Num relatório de monitorização dos impactos do surto no mercado laboral, divulgado esta quarta-feira (27 de maio de 2020), a OIT revela que há mais desemprego entre os jovens nos países de rendimento elevado, isto apesar de ser um “problema” que afeta “fortemente” jovens trabalhadores de países de todos os níveis de rendimento.

Segundo o documento, para descrever o resultado no emprego da população da faixa etária entre os 15 e os 24 anos, a OIT usa dois adjetivos: “devastador” e “desproporcionado”.

O relatório permite ainda concluir que o aumento “considerável e rápido do desemprego jovem, verificado desde fevereiro, está a atingir mais as mulheres que os homens”.