É com a missão de “fazer cada watt contar” que a Cimpor Global Holdings acaba de anunciar a sua entrada no negócio da energia, com o lançamento da Cimpor Energy.
A primeira autobetoneira 100% elétrica já está a operar em território nacional. Integrada na frota industrial da Cimpor, este equipamento encontra-se a servir a região de Lisboa como parte da frota da Betão Liz, empresa líder de betão em Portugal do Grupo Cimpor.
É com o objetivo de reduzir a sua pegada carbónica que a Secil vai avançar com o projeto de reconstrução da sua fábrica de cimento situada em pleno Parque Natural da Serra da Arrábida, em Outão, concelho de Setúbal. O projeto está avaliado em 86 milhões de euros e vai criar novos postos de trabalho.
A OYAK, o maior fundo de pensões da Turquia, concluiu esta sexta-feira o processo de compra da Cimpor, com a aquisição de todos os ativos em Portugal e em Cabo Verde. O objetivo passa por “fazer da Cimpor novamente uma grande empresa”, assegura a OYAK.
O negócio da cimenteira Cimpor em Portugal e Cabo Verde foi vendida aos turcos da Oyak por 700 milhões de euros. Uma transação que se enquadra “no plano de redução da dívida do grupo publicamente anunciado pela InterCement e pela Cimpor, em resposta à adversidade do contexto que se tem observado nos mercados da América do Sul, especialmente no Brasil”, refere em comunicado a InterCement, que comprou a Cimpor em 2012.
A Cimpor anunciou que vai investir 250 milhões de dólares (223 milhões de euros) na construção de uma segunda fábrica em Moçambique, mais concretamente em Nacala.
Os grupos Holcim (Suíça) e Alfarge (França) chegaram a acordo e vão fundir-se, abrindo caminho à criação da maior cimenteira do mundo. A nova empresa, que deverá chamar-se LafargeHolcim, “terá uma posição única em 90 países e será uniformemente equilibrada entre os países em desenvolvimento e os em forte crescimento”, lê-se no comunicado conjunto enviado pelas empresas.
A Cimpor fechou o ano de 2013 com prejuízos de 15,3 milhões de euros, uma melhoria significativa face a 2012, quando terminou com -431,2 milhões (operações descontinuadas).
A cimenteira Cimpor, controlada pelo grupo brasileiro Camargo Corrêa, está envolta em nova polémica, depois de ter sido condenada, no final de janeiro, a pagar 169 milhões de euros por infrações no Brasil.
A Camargo Corrêa (InterCement), acionista da Cimpor, arrisca ter de pagar 169 milhões de euros e vender ativos equivalentes a 25% da sua capacidade de produção de cimento no Brasil, segundo uma decisão do CADE - Conselho Administrativo de Defesa Económica (equivalente à Autoridade da Concorrência).S
a cimenteira cimpor prevê investir cerca de 3 mil milhões de reais (990 milhões de euros) nos próximos quatro anos, incluindo a construção de uma fábrica no norte do Brasil, disse à agencia Lusa o presidente da companhia, Ricardo Lima"Num primeiro instante, a nossa intenção é fortalecer ainda mais a
a administração da cimpor anunciou, segunda-feira, que vai propor a distribuição de um dividendo de 0,0162 euros por acção relativo ao exercício do ano passado.
a cimpor aprovou um processo de reestruturação que prevê a redução de 60 trabalhadores, através de 40 pré-reformas e 20 rescisões por mútuo acordo, com o objectivo de ajustar a estrutura da empresa à realidade do país o presidente do conselho de administração da cimpor, daniel proença de carvalho,
os resultados da cimenteira cimpor mudaram bastante num ano. se no primeiro semestre de 2011 a empresa teve lucros de 132 milhões de euros, nos primeiros seis meses deste ano verificou-se um prejuízo de 204,8 milhões de euros.
na sequência da oferta pública de aquisição (opa) do grupo brasileiro camargo corrêa à cimpor ficaram muito poucas acções da cimenteira portuguesa na bolsa.
a intercement, do grupo camargo corrêa, que no passado mês de junho passou a responder por mais de 94% da cimpor, apresentou esta segunda-feira a proposta de reorganização e troca de activos à cimenteira portuguesa.
os principais bancos credores da cne-cimentos nacionais e estrangeiros pediram a liquidação da cimenteira detida maioritariamente pela galilei, ex-sociedade lusa de negócios (sln), através da plêiade.
o acordo para a troca de activos da cimpor entre a camargo corrêa (cc) e a votorantim, que eram antes da oferta pública de aquisição (opa) as duas maiores accionistas da cimenteira portuguesa, já foi celebrado.
o grupo brasileiro camargo corrêa já tem mais de 60% da cimpor, sendo que ficará com pelo menos 86% da cimenteira quando assumir a posição da votorantim, a segunda maior accionista.
a caixa geral de depósitos (cgd) esperou praticamente até ao final do prazo da oferta pública de aquisição (opa) – termina esta terça-feira às 15h30 –, mas aceitou vender a participação de 9,6% na cimpor ao grupo brasileiro camargo corrêa, que oferece 5,5 euros por título.
a votorantim aceitou a oferta pública de aquisição (opa) feita pelo grupo brasileiro camargo corrêa sobre a cimpor, tendo imposto apenas uma condição: ser a camargo corrêa a assumir os encargos da operação.