Lisboa

Comprar casa: Lisboa no top 10 das cidades mais baratas do mundo

Comprar casa em Portugal está cada vez mais caro. Além da inflação e da subida dos custos de construção, a procura continua a superar a oferta, e os preços da habitação alcançaram patamares incompatíveis com o rendimento das famílias - muitas delas já estão a ser empurradas para as periferias dos grandes centros urbanos. Apesar disso, um ranking da seguradora britânica CIA Landlords, coloca Lisboa como uma das cidades onde o preço do metro quadrado (m2) para comprar casa é mais barato. Tamanho médio das casas é, apesar disso, inferior a 100 m2.
Subida dos juros nos créditos habitação

Crédito da casa: Portugal é o 2º país da UE onde os juros mais subiram

O universo dos empréstimos habitação para comprar casa mudou ao longo de 2022, sobretudo, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter começado a subir as taxas de juro diretoras. Com o preço do dinheiro mais elevado, as taxas de juro no crédito habitação começaram a aumentar em quase todos os Estados-membros da União Europeia (UE), embora a diferentes velocidades. Portugal foi mesmo o segundo país da UE que registou a maior subida dos juros nos novos empréstimos para comprar casa entre novembro de 2021 e o mesmo mês de 2022, fixando-se em 3,08%.
Eficiência energética das casas

CE vai obrigar a reabilitar casas para melhorar eficiência energética

A Diretiva Europeia sobre a Eficiência Energética dos Edifícios está a ser desenhada há meses e, agora, está prestes a ser aprovada. Tudo indica que a Comissão de Energia do Parlamento Europeu aprove esta diretiva antes de 25 de janeiro e que a mesma entre em vigor a 13 de março. Este novo regulamento europeu vai pressionar os proprietários a reabilitar as casas nos 27 países que compõem a União Europeia (UE) – Portugal incluído. A ideia passa por melhorar o desempenho energético das habitações de forma que apresentem, pelo menos, a classificação E em 2030 e a D em 2033.
Queda dos preços das casas em Portugal

Preço das casas em Portugal com queda até 4,4% em 2023, prevê S&P

Em 2022, o mundo foi surpreendido pela subida das taxas de juro diretoras pelos principais bancos centrais na tentativa de baixar a inflação. E foi aqui que se iniciou o ciclo de subida dos juros nos créditos habitação. Este cenário está a arrefecer a procura de casas para comprar e já está a gerar uma queda dos preços das habitações em vários países, uma tendência que se vai acentuar já este ano. A agência S&P Global Ratings prevê que Portugal seja um dos países europeus que vai sentir a queda dos preços das casas mais intensa este ano (-4,4%), seguido do Reino Unido (-3,5%).
Comprar casa no Porto

Morar no Porto: preços das casas empurram famílias para as periferias

A cidade Invicta está repleta de histórias, tradições, património e cultura que encanta quem lá vive e atrai famílias de outras cidades para viver. Mas nem todas conseguem pagar uma casa para morar no concelho do Porto. Os preços das habitações para comprar e para arrendar estão em alta e muito acima dos rendimentos médios dos portugueses. E, por isso, milhares de famílias estão a ser empurradas para morar nos concelhos periféricos da Invicta. A questão é que também nos municípios limítrofes do Porto os preços das habitações estão a disparar, mostram os dados analisados pelo idealista/news.
Preço das casas para comprar em Portugal

Comprar casa ficou 80% mais caro desde 2010 - rendas subiram 25%

Em Portugal, o mercado residencial muito mudou ao longo dos últimos 12 anos. Mas há uma questão estrutural que permanece: há falta de casas no país. É este desequilíbrio entre a oferta de habitação e a procura (muito impulsionada por estrangeiros) que está por detrás da subida dos preços das habitações. Os dados do Eurostat esta terça-feira publicados mostram que as casas para comprar no nosso país ficaram 80% mais caras desde 2010 até ao terceiro trimestre de 2022. E as rendas das casas subiram mais de 25% entre estes dois momentos. Esta evolução superior à média da União Europeia (UE).
Oferta de casas para comprar

Oferta de casas à venda em Portugal desceu 19% em 2022

O atual contexto de alta inflação, subida dos custos de construção e dos juros tem levado ao atraso de empreitadas e da chegada de novas casas ao mercado. Por outro lado, mesmo com os juros dos empréstimos da casa a escalar e a habitação com preços mais altos, as famílias continuam a comprar casa. Com a procura a superar a oferta, verificou-se uma descida de 19% no “stock” do parque habitacional português à venda no quarto trimestre de 2022, face ao que estava disponível no mesmo período de 2021, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
IMI 2023 por município

IMI em 2023: descobre neste mapa qual é a taxa do teu município

A grade maioria dos municípios portugueses já divulgaram a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a aplicar em 2023. Este ano, cerca de 59% dos 308 municípios vão cobrar a taxa mínima de IMI às famílias (0,3%). E apenas sete autarquias decidiram aplicar a taxa máxima. Fica a conhecer qual é a taxa de IMI definida pelo teu município neste mapa preparado pelo idealista/news.
Preço das casas em Lisboa

Morar em Lisboa: famílias procuram cada vez mais a periferia

Melhorar a qualidade de vida está no topo das prioridades dos portugueses. E muitas vezes isso passa mesmo por mudar para uma casa com mais espaço e zonas exteriores. Mas, para muitas, não se trata de uma escolha. Com os preços das casas em Lisboa a alcançarem patamares incompatíveis com os rendimentos médios, milhares de famílias estão a ser empurradas para a periferia da capital. Mas também aqui as casas para comprar e para arrendar estão a ficar mais caras. O idealista/news mergulhou nos dados dos municípios da Grande Lisboa e explica tudo.
Pagar IMI em 2023

IMI tem taxa mínima em 59% dos municípios em 2023

Os municípios portugueses já divulgaram a taxa de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a aplicar em 2023. A grande maioria decidiu manter o imposto. Contam-se 50 autarquias que vão reduzir esta taxa. E apenas duas avançaram com um aumento do IMI em 2023 (Tábua e Matosinhos). A boa notícia é que cerca de 59% dos 308 municípios vão cobrar a taxa mínima de IMI às famílias (0,3%) este ano.
Onde comprar casa

Melhores cidades para viver em Portugal: onde comprar ou arrendar casa?

Encontrar a casa ideal para viver é uma verdadeira aventura para as famílias. Desde logo, são vários os fatores que têm de ser colocados em cima da mesa, como a localização, o orçamento, as poupanças disponíveis, a mobilidade e a proximidade entre família e amigos. A verdade é que uma das primeiras decisões que se tem de tomar tem que ver com a localização. Portanto, quer estejas a pensar em comprar ou arrendar casa, deves definir qual é o melhor lugar para viver, já que a localização da tua futura habitação poderá influenciar a tua qualidade de vida, bem como o custo da casa.
Casas rústicas à venda

Casas rústicas para começar uma vida no campo desde 52 mil euros

Para começar o ano de 2023 com as melhores energias e ter uma vida mais calma muitas pessoas pensam em mudar-se da cidade para o campo. Seja pela fadiga da correria da cidade, ou simplesmente porque querem ter uma experiência de vida mais sustentável e tranquila, é no campo que é possível encontrar uma certa magia na simplicidade das coisas pequenas: dos cuidados diários com a horta às conversas banais com a vizinhança.
Taxa de esforço para arrendar casa

Arrendar ou comprar casa? Renda pesa mais no salário do que prestação

O ano de 2023 já arrancou e para muitas famílias é um ano de recomeços, um ano em que decidiram procurar uma nova casa para morar. E aqui há uma escolha a fazer: será melhor arrendar casa ou avançar para a compra de uma habitação? A pesar na decisão está o estilo de vida do agregado, bem como as poupanças disponíveis. E há ainda outro fator a colocar na balança: a taxa de esforço. Isto porque importa saber que, em Portugal, a renda da casa pesa muito mais no salário (54%) do que a prestação da casa (41%), de acordo com os dados do idealista relativos ao verão de 2022.
Justin Trudeau

Canadá proíbe estrangeiros não residentes de comprar casas

No arranque do ano, entrou em vigor no Canadá uma nova lei que proíbe estrangeiros de comprar casas como investimento por dois anos. A lei foi aprovada devido ao aumento dos preços das casas no país desde o início da pandemia, e à crença de alguns políticos de que os compradores estrangeiros são também responsáveis pelas subidas. 
Juros disparam no crédito habitação

Taxa de juro média dos novos créditos habitação já ultrapassa os 3%

A maioria dos contratos de crédito habitação em Portugal é de taxa variável, o que está a ter impacto direto no orçamento de muitas famílias, visto que a prestação da casa tem vindo a aumentar mês após mês, acompanhando a subida galopante das taxas Euribor. Em novembro de 2022, a taxa de juro média dos novos empréstimos para a compra de casa voltou a subir em flecha, tendo passado de 2,86% em outubro para 3,08%. Significa isto que superou os 3%, o que já não acontecia desde o início de 2015, revelou esta quarta-feira (4 de janeiro de 2023) o Banco de Portugal (BdP).
Quanto rende arrendar casa em Portugal

Comprar casa e colocá-la a arrendar rende mais de 6%

O arranque de um novo ano é um momento de recomeços e reflexões. E há quem comece a redefinir prioridades e a procurar novas estratégias para garantir um rendimento extra, especialmente num momento em que a inflação em Portugal continua alta. Para muitos, investir em imobiliário está em cima da mesa para rentabilizar as poupanças. E há boas notícias sobre esta matéria: comprar uma casa em Portugal para, depois, colocar no mercado de arrendamento apresentou uma rentabilidade de 6,3% no último trimestre de 2022, mais 0,7 pontos percentuais (p.p) do que no mesmo período de 2021 (5,5%).
Renegociação do crédito habitação

Renegociar crédito habitação: bancos pedem dados distintos a clientes

O Governo está atento às dificuldades que muitas famílias estão a sentir para pagar a prestação da casa, devido ao escalar das taxas Euribor, na sequência do aumento das taxas de juro diretoras por parte do Banco Central Europeu (BCE) em 250 pontos. E para mitigar a situação das famílias com crédito habitação avançou com uma medida que permite renegociar o empréstimo segundo novas regras. Para renegociar os créditos habitação, os bancos já estão a pedir dados aos clientes, mas seguem critérios díspares, visto que a documentação solicitada não é universal, variando consoante o banco. 
Descontos imobiliários da Clikalia em Portugal

Ano Novo, Casa Nova! A tua futura casa com descontos nunca vistos

Especialistas no setor imobiliário e conscientes da situação atual do país, empresas como a Clikalia pretendem dar resposta às necessidades do mercado. A iBuyer número um da Europa e do México oferece, de 3 a 15 de janeiro de 2023, descontos num total de 120.000 euros em nove imóveis em Lisboa.
Setor imobiliário mostra a sua força em 2022

2022 à lupa: imobiliário dá provas de força

Terá o setor da construção e do imobiliário escapado entre os pingos da chuva de uma tempestade chamada guerra que assolou o continente europeu? Sem aviso prévio, a Europa viu-se a braços com um conflito armado que parece estar para durar e que teve – e está a ter – impacto direto nas economias dos países e nas finanças pessoais. A inflação escalou em 2022. E o Banco Central Europeu (BCE) começou a aumentar os juros diretores para travar a subida generalizada dos preços, uma decisão que fez disparar os encargos com o crédito habitação. Com este pano de fundo, os custos da construção continuaram a subir em flecha, assim como os preços das casas. Tudo isto num cenário que se crê que seja de pós-pandemia. Mas a fileira da construção e do imobiliário dá sinais de estar, ainda assim, resiliente, dando provas de força. 
Setor imobiliário de pedra em cal em tempos de guerra

Imobiliário à prova em 2022: entrevistas que mostram a força do setor

2022 é um ano que entra para a história, desde logo pelo facto de ter ficado marcado pelo eclodir de uma guerra na Europa, que acontece depois do mundo ter sido obrigado a dar resposta a uma crise também inesperada, denominada pandemia. E a fatura acabou por ser também passada em nome do setor imobiliário. Mas resiliência parece continuar a ser palavra de ordem, mesmo num cenário de alta taxa de inflação, de custos de construção a subir e de taxas de juro a escalar. Os desafios persistem, bem como as incertezas, mas há vontade e força por parte dos vários palyers em manter vivo o setor.