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Estudo

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Efeitos da pandemia na saúde mental dos trabalhadores de vários países

O bem-estar mental dos trabalhadores em tempos de pandemia da Covid-19 varia consoante as medidas em vigor nos vários países. Em muitos, como é o caso de Portugal, o teletrabalho passou a ser obrigatório, o que aumentou a tensão e o stress, nomeadamente tendo em conta que muitas pessoas tiveram de conjugar o trabalho com o facto de terem os filhos em casa, em ensino à distância. A juntar a tudo isto há, por exemplo, a organização e arrumação da casa. Os efeitos da pandemia na saúde mental dos trabalhadores são, por isso, elevados.

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Portugal lidera a lista de países onde menos pessoas se embriagavam antes da pandemia

Portugal lidera o ranking de países cujos cidadãos nacionais afirmaram nunca se terem embriagado em 2019, segundo o estudo sobre o uso de drogas “Global Drug Survey”. O mesmo – realizado a 100.000 pessoas em todo o mundo entre novembro e dezembro de 2019, antes do início da pandemia da Covid-19 – concluiu que 54% dos inquiridos em Portugal disseram que não se embriagaram nos 12 meses anteriores. Argentina (48%) e Colômbia (40%) completam o pódio, ocupando o segundo e terceiro lugares, respetivamente.

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Procura de armazéns perto das cidades dispara à boleia do comércio eletrónico e... da pandemia

Fazer compras online, sem sair de casa, virou prática comum em Portugal e no mundo, tendo a pandemia da Covid-19 acelerado ainda mais essa tendência de consumo. Um cenário que impulsionou o “mundo” do comércio online e que parece não estar a passar ao lado dos operadores logísticos que operam no país. Muitos estão a procurar espaços/armazéns localizados nos arredores das cidades para conseguirem agilizar processos e, em última instância, despachar de forma mais rápida encomendas online.

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Um terço dos portugueses já fez compras nas redes sociais – valor mais que duplicou em sete anos

O número de utilizadores portugueses de redes sociais que reconhece já ter feito compras nessas plataformas mais que duplicou em sete anos. Esta é uma das conclusões do estudo da Marktest “Os Portugueses e as Redes Sociais”, que revela que 33,2% dos cidadãos nacionais com perfil criado em redes sociais já fez compras diretamente numa rede social.

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UBS

A taxa de esforço para arrendar e comprar uma casa no centro das grandes cidades mundiais

Em 17 das 25 principais cidades do mundo, analisadas pelo banco suíço UBS (não há portuguesas contempladas no estudo), são necessários mais de 25 anos a arrendar uma casa para rentabilizar a sua compra - um apartamento com 60 metros quadrados (m2) localizado no centro dessas mesmas metrópoles. Em Hong Kong, a taxa de esforço para comprar uma casa com 60 m2 no centro da cidade é 20 anos, ou seja, é preciso trabalhar duas décadas para se conseguir comprar o imóvel em causa. Já Munique (Alemanha) lidera o ranking das cidades onde é necessário arrendar a casa mais tempo, 39 anos, para que seja rentável comprá-la.

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Flexibilidade laboral vira moda no pós-pandemia: 92% dos líderes nacionais perspetiva este cenário

A pandemia da Covid-19 “obrigou” muitos portugueses a trabalhar a partir de casa, um cenário que parece ter vindo para ficar, com a flexibilidade laboral a ganhar força nos últimos tempos. E tudo indica que se deverá manter no futuro. Os números são reveladores desta tendência: em 2019, apenas 15% das empresas em Portugal indicava ter um regime flexível, bem menos que os 86% registados este ano. E mais: 92% dos líderes nacionais preveem a permanência deste modelo na fase pós-pandemia. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado pela Microsoft com a Boston Consulting Group e a KRC Research, realizado em 15 países europeus, incluindo Portugal.

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Impostos sobre empresas: cobradas mais de 4.300 taxas – Portugal em 11º lugar na UE

Em nove anos, entre 2008 e 2017, Portugal subiu da 16ª para a 11ª posição entre os Estados-Membros da União Europeia (UE) em matéria de peso dos impostos no volume de negócios das empresas, representando atualmente (em 2017) 20%. Ao todo, Portugal cobra a empresas mais de 4.300 taxas. Estas são algumas das conclusões de um estudo realizado pelas consultoras EY e Sérvulo para a Confederação Empresarial de Portugal (CIP), que é apresentado publicamente esta terça-feira (6 de outubro de 2020).

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Ter o próprio negócio, sim ou não? Quase 40% dos portugueses gostava...

A generalidade dos portugueses “vê com bons olhos” a possibilidade de ter um negócio próprio. Quando questionados sobre de gostavam de um dia ter o seu próprio negócio, 3 milhões e 352 mil portugueses responderam de forma positiva (“Concordo”), um valor que representa 39,1% dos residentes no Continente com 15 e mais anos. Em causa está um estudo da Marktest com dados relativos ao mês de julho de 2020, já em plena pandemida da Covid-19. 

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Há 16 anos (desde 2004) que não havia tantos portugueses com conta jovem

Entre janeiro e junho de 2020, havia em Portugal 1.171 mil possuidores de conta jovem, um valor que corresponde a 14,7% do universo composto pelos residentes em Portugal com 15 e mais anos que possuem conta bancária. É preciso recuar 16 anos, até 2004, para encontrar um número maior que o verificado no primeiro semestre deste ano.

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