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Ter o próprio negócio, sim ou não? Quase 40% dos portugueses gostava...

A generalidade dos portugueses “vê com bons olhos” a possibilidade de ter um negócio próprio. Quando questionados sobre de gostavam de um dia ter o seu próprio negócio, 3 milhões e 352 mil portugueses responderam de forma positiva (“Concordo”), um valor que representa 39,1% dos residentes no Continente com 15 e mais anos. Em causa está um estudo da Marktest com dados relativos ao mês de julho de 2020, já em plena pandemida da Covid-19. 

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Há 16 anos (desde 2004) que não havia tantos portugueses com conta jovem

Entre janeiro e junho de 2020, havia em Portugal 1.171 mil possuidores de conta jovem, um valor que corresponde a 14,7% do universo composto pelos residentes em Portugal com 15 e mais anos que possuem conta bancária. É preciso recuar 16 anos, até 2004, para encontrar um número maior que o verificado no primeiro semestre deste ano.

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Quanto custava “beber um copo” em Portugal e na UE em 2019, antes da pandemia?

Em 2019, comprar uma bebida alcoólica (espirituosa, vinho e cerveja) em Portugal era mais caro que na média dos países da União Europeia (UE), numa lista liderada pela Finlândia. Já a Roménia encontra-se na cauda da talela. Em causa estão dados revelados recentemente pelo Eurostat.

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Que importância tem o setor da logística em Portugal? Há um estudo na calha...

A Associação Portuguesa de Operadores Logísticos (APOL), que tem como missão dinamizar a competitividade do país pela promoção da subcontratação logística, está a desenvolver um estudo de mercado com o objetivo de diagnosticar o setor dos operadores logísticos em Portugal.

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Portugueses cada vez mais fãs das aplicações grátis para telemóvel

O número de portugueses que descarregaram aplicações grátis para telemóvel triplicou em seis anos. Em causa estão dados que constam no estudo TGI, da Marktest, que concluem que, em julho deste ano, mais de 4,1 milhões de pessoas tinham descarregado aplicações grátis para telemóvel nos últimos 12 meses, o equivalente a 48,4% dos residentes no continente com pelo menos 15 anos.

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As melhores (e piores) cidades para teletrabalhar no pós-Covid-19: Lisboa está no top 10

Lisboa é uma das melhores cidades para teletrabalhar no pós-Covid-19, encontrando-se no 6º lugar num ranking onde constam várias metrópoles mundiais. A lista é liderada por Madrid (Espanha), sendo que Istambul (Turquia) e Budapeste (Hungria), por esta ordem, completam o pódio. Em sentido contrário encontra-se o Mónaco.

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Mais de quatro milhões de portugueses consomem sumos de fruta e/ou vegetais

Mais de quatro milhões de residentes no continente – 4 milhões e 12 mil, em concreto – consomem sumos de fruta e/ou vegetais, o que representa 46,8% dos residentes no continente com 15 e mais anos, segundo o estudo TGI da Marktest.

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Maioria das empresas do ‘cluster’ do mobiliário e afins mantiveram postos de trabalho no 1º semestre

A pandemia da Covid-19 deixou e continua a deixar marcas, mas houve setores e empresas que conseguiram reagir melhor que há crise que outras. Segundo um inquérito realizado pela Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins (APIMA) junto das empresas do cluster, que inclui, além do mobiliário, setores como a colchoaria, a decoração, a tapeçaria e a iluminação, 87% das companhias assume ter mantido a totalidade dos colaboradores que mantinha antes da pandemia.

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Jovens foram os mais afetados pela redução de rendimentos durante a pandemia

As faixas etárias jovens, dos 18 aos 21 e dos 22 aos 37 anos, foram as mais afetadas pela redução de rendimentos causada pela pandemia da Covid-19, de acordo com a edição do European Consumer Payment Report, da Intrum, divulgado esta terça-feira (28 de julho de 2020).

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Desconfinamento: portugueses continuam a ter receio de voltar às rotinas, conclui Deco

“Os portugueses continuam a ter receio de voltar às rotinas anteriores ao início da crise do coronavírus”, conclui a Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, salientando que ainda existe medo de frequentar espaços públicos e que muitas férias foram canceladas. Em causa está um inquérito online realizado pela associação entre 16 e 20 de julho, que contempla 1.006 respostas de pessoas que têm entre 18 e 74 anos.

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