Embora não haja nenhum destino 100% seguro, o continente europeu continua a ser um dos mais seguros do mundo, especialmente para viajantes aventureiros que gostam de fazer viagens a solo.Esta é a conclusão do Squaremouth, um comparador norte-americano de seguros de viagem que analisou 113 países par
Lisboa continua a ser um dos mercados residenciais prime mais resilientes da Europa, com uma previsão de crescimento dos preços em 2026 de 4,5%. Para 2027 está prevista uma estabilização do mercado, mas, ainda assim, espera-se uma valorização de 3,5%.
O relatório do Parlamento Europeu sobre a crise da habitação reuniu, em março, um apoio pouco habitual dos grupos do Partido Popular Europeu, dos Socialistas e Democratas e dos Liberais.
A produção na construção aumentou, em abril, 0,9% na zona euro e 1,5% na União Europeia (UE) face ao mesmo mês de 2025, divulgou esta quinta-feira, dia 18 de junho, o serviço estatístico europeu, Eurostat. Na comparação com março, o indicador avançou 0,6% na área do euro e 0,8% na UE.Na compara
O comércio de rua de luxo na Europa prepara-se para nova subida das rendas este ano. Em 2025, as rendas prime globais travaram a fundo, tendo registado uma leve subida de 0,9%, após o grande crescimento de 6,6% em 2024, mas o continente europeu segue no sentido inverso, tendo registado uma subida de 1,2%, concentrando a sua atividade nas localizações de topo, onde a oferta disponível é praticamente nula.
No final do ano passado, a Comissão Europeia apresentou o primeiro plano europeu para habitação acessível, uma das principais reivindicações dos Estados-membros.
Na paisagem espanhola de Caldes de Malavella, em Girona, em pleno enquadramento natural do Camiral Golf & Wellness, encontramos uma casa de sonho que coloca uma reflexão cada vez mais frequente na arquitetura contemporânea: será que o lugar onde vivemos pode melhorar diretamente a saúde de quem
O mercado imobiliário residencial na Europa está a recuperar dinamismo, graças a fatores como o reforço do desempenho do setor residencial, o aumento do interesse institucional e um enquadramento macroeconómico mais estável. No ano passado, o setor registou 59.000 milhões de euros investidos, o melhor resultado desde 2023 e que refle um crescente envolvimento do capital institucional.
O principal motor do trabalho de escritório na Europa vai continuar a ser o crescimento económico, que terá um peso mais determinante do que a adoção da Inteligência Artificial (IA). Mesmo em economias avançadas, como os países nórdicos e o Benelux, em que os níveis de adoção da IA são elevados, a evolução do emprego decorre, especialmente, de contextos de quase pleno emprego e não da substituição generalizada de postos de trabalho pela tecnologia.
O robusto crescimento económico, a sólida procura ocupacional e o crescente interesse de investidores internacionais vão continuar a impulsionar os mercados imobiliários do Sul da Europa durante este ano, que deverão manter um desempenho acima da média europeia.
Em 2026, a economia global deverá valer cerca de 219 mil milhões de dólares (203 mil milhões de euros à taxa de câmbio atua), medida com base na paridade do poder de compra (PPC), que ajusta as diferenças no custo de vida.
Reforçando a sua estratégia de diversificação geográfica e setorial, a CORUM Investments anunciou que investiu 95 milhões de euros na aquisição de quatro novos ativos imobiliários no continente europeu, através dos seus fundos CORUM XL e CORUM Eurion. Estes ativos localizam-se no Reino Unido, Itália e França, acrescentando mais de 26.500 metros quadrados (m2) ao portfólio do grupo.
Na Europa, tem-se assistido a uma procura cada vez maior por espaços de elevada qualidade no mercado de escritórios em localizações centrais. Contudo, há um desafio crescente: a oferta limitada. Um cenário que se verifica também em Portugal, nomeadamente em Lisboa, onde estão a nascer vários projetos, mas alguns já estão pré‑arrendados.
O crédito privado está a atravessar uma altura difícil, gerando uma onda de preocupações nos EUA e na Europa. Em Wall Street tem-se assistido à limitação de levantamentos de fundos privados perante as vagas de pedidos regate.
Maria Luís Albuquerque considera que a atual crise da habitação na Europa não se resolve com restrições ao investimento, mas com maior integração e eficiência dos mercados.
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