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Taxa de desemprego aumenta em julho e agosto à boleia da pandemia

A taxa de desemprego em Portugal aumentou em julho, em plena pandemia da Covid-19, para 7,9%, mais 0,6% que em junho e mais 1,4% que no mesmo mês de 2019, segundo dados divulgados esta quarta-feira (20 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Para agosto, as estimativas apontam para uma subida do desemprego para 8,1%, ou seja, mais 0,2% que em julho e mais 1,7% que no período homólogo.

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Avaliação bancária de casas sobe para 1.128 euros por m2 em agosto (um novo máximo)

Em agosto, o valor mediano de avaliação bancária subiu apenas um euro, para os 1.128 euros por metro quadrado (m2), segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Recorde-se que, em julho, o valor da avaliação bancária atingiu um novo máximo histórico, fixando-se nos 1.127 euros por m2, depois de um aumento de 12 euros em relação ao mês anterior (junho), mesmo em tempos de pandemia. Com esta subida, mesmo que residual, o valor da avaliação atinge assim mais um número recorde.

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Défice do segundo trimestre (10,5%) é o maior desde a resolução do BES, em 2014

No primeiro semestre de 2020, o défice ficou nos 5,4% do PIB, mas esta é uma “média” – entre janeiro e junho – com dois períodos muito diferentes: no primeiro trimestre, que foi parcialmente afetado pela pandemia da Covid-19, o défice foi de 1,1% enquanto no segundo trimestre, completamente afetado pela crise, o défice foi de 10,5% do PIB, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se do maior défice num trimestre desde a resolução do BES, no terceiro trimestre de 2014, a qual levou o saldo orçamental para os -16%.

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Câmara Municipal de Cinfães

Onde é mais barato (e caro) arrendar casa em Portugal

Quanto custa arrendar uma casa no município mais barato do país? E no mais caro? Dados divulgados esta quinta-feira (24 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que no primeiro semestre do ano (últimos 12 meses acabados no semestre) o valor mediano das rendas dos 74.088 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares atingiu 5,47 euros por metro quadrado (m2), mais 9,4% que no período homólogo. Mas o custo do arrendamento varia muito consoante a zona do país. Na vila de Cinfães (Viseu), por exemplo, arrendar uma casa custa apenas 2,21 euros por m2, ou seja, um inquilino de uma habitação com 100 m2 paga ao senhorio 221 euros por mês.

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Rendas das casas travam a fundo no 2º trimestre por causa da pandemia – só subiram 0,2%

No primeiro trimestre de 2020, o valor mediano das rendas dos novos contratos de arrendamento em Portugal subiu 10% face ao período homólogo. Mas com a chegada da pandemia, o ritmo de crescimento travou a fundo, e acabou quase “congelado” no segundo trimestre. De abril a junho, e apesar da variação ser positiva, o valor mediano das rendas fixou-se nos 5,41 euros por metro quadrado (m2), um aumento marginal de apenas 0,2% face ao mesmo trimestre do ano passado.

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Taxa de poupança das famílias foi de 10,6% no 2º trimestre – o valor mais elevado desde 2013

No segundo trimestre de 2020, ou seja, em plena pandemia da Covid-19, a taxa de poupança em Portugal acelerou para um novo máximo, tendo aumentado para 10,6%, mais 3,1% que nos primeiros três meses do ano (7,5%). Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (23 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Esta é, de resto, a taxa de poupança mais elevada desde o segundo trimestre de 2013 (10,8%). 

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Gtres

Preço das casas ainda sobe em tempos de pandemia, mas menos – e venda de imóveis cai a pique

A Covid-19 deixou marcas em todos os setores de atividade, e o imobiliário não é exceção. Os preços das casas continuaram, no entanto, a subir em tempos de pandemia, tendo aumentado 7,8% no segundo trimestre de 2020. Trata-se, contudo, de um crescimento homólogo 2,5% inferior ao registado nos primeiros três meses do ano (10,3%). Os dados divulgados esta terça-feira (22 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) permitem ainda concluir que foram transacionados, entre abril e junho, 33.398 alojamentos, com um valor total de 5,1 mil milhões de euros, menos 21,6% e 15,2%, respetivamente, que no mesmo período do ano passado.

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Impacto da Covid-19 na mortalidade em Portugal

Entre 2 de março de 2020, data em que foram diagnosticados os primeiros casos com a doença Covid-19 em Portugal, e 30 de agosto, registaram-se 57.971 óbitos em território nacional, mais 6.312 óbitos que a média verificada no mesmo período durante os últimos cinco anos. Destas mais de 6.000 mortes, 1.822 foram devido ao novo coronavírus.

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Edifícios licenciados e obras concluídas caem no segundo trimestre com a pandemia - e agora?

No segundo trimestre de 2020, ou seja, em plena pandemia, o número de edifícios licenciados e concluídos em Portugal diminuíram 14,7% e 2,8%, respetivamente, em termos homólogos. Dados preliminares revelados esta sexta-feira (11 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) permitem concluir que, entre abril e junho, foram licenciados quase 5.000 edifícios (em concreto 4.975) e concluídos 3,4 mil edifícios. Uma queda, de resto, que também se verificou em termos trimestrais. A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) enaltece, no entanto, o facto da variação mensal registada nos meses de junho e julho ter sido positiva e destaca "a resiliência que tem vindo a ser demonstrada por parte das empresas e dos investidores" do setor.

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