Inflação em Portugal a descer

Inflação em Portugal cai para 2,2% em abril, confirma INE

A inflação em Portugal desceu mesmo para 2,2% em abril, confirmou o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta segunda-feira, dia 13 de maio. Esta é uma taxa ligeiramente inferior à registada no mês anterior, que foi de 2,3%. Também a inflação subjacente recuou no mês passado para 2%.
Investimento imobiliário em Portugal

"É fundamental que as famílias poupem e invistam criteriosamente"

“É fundamental que as famílias poupem e invistam criteriosamente. Desta forma, garantem que as suas poupanças não desvalorizam por via da inflação”. O conselho é dado por António Henriques, CEO do Bison Bank, banco português especializado em serviços de gestão de património e de banca de investimento. Em entrevista ao idealista/news, o responsável fala sobre a atividade do banco em Portugal, salientando que herdou a “experiência relevante do seu antecessor, o Banif Banco de Investimento (BBI)”, e que se distingue “por fazer a ligação entre o mercado português e outros mercados internacionais, entre os quais o europeu, o americano e o asiático”.
Fed mantém taxas de juro inalteradas

Fed mantém taxa de juro inalterada pela sexta vez consecutiva

A Reserva Federal Americana (Fed) manteve esta quarta-feira (1 de maio de 2024) as suas taxas de referência inalteradas, justificando a sua posição com a "ausência de progressos" no combate à inflação. O banco central norte-americano anunciou também que, em junho, começará a reduzir de forma mais lenta o volume de ativos do seu balanço.
Inflação a descer em Portugal

Inflação desce em Portugal para 2,2%

Depois de ter subido em janeiro para 2,3%, de ter descido em fevereiro para 2,1% e de ter aumentado em março para 2,3%, a taxa de inflação homóloga em Portugal terá voltado a recuar em abril, para 2,2%. Em causa estão dados provisórios divulgados esta terça-feira (30 de abril de 2024) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) – os finais serão conhecidos a 13 de maio.
Compra de carros em Portugal

Carro novo em 2024? Só 17% dos portugueses planeiam comprar

Os custos associados ao carro são o principal obstáculo à compra ou troca de uma viatura em Portugal, sendo essa a principal razão que faz com que a maioria das pessoas (17%) não esteja a pensar fazê-lo. Esta é uma das conclusões a retirar do estudo Observador Automóvel 2024, realizado pelo Cetelem, marca comercial do grupo BNP Paribas Personal Finance.
Taxa de poupança das famílias em Portugal e na Zona Euro

Poupança das famílias cresce (muito) mais na Zona Euro que em Portugal

A taxa de poupança das famílias na Zona Euro cresceu, tendo atingido, no quarto trimestre do ano passado, 14,6%. Trata-se de um valor superior ao registado no trimestre anterior (13,9%) e no período homólogo (13,3%), ou seja, no último trimestre de 2022. Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Eurostat. 
Inflação na Zona Euro na UE e em Portugal

Inflação abranda na Zona Euro e na UE em março – e sobe em Portugal

Em março, a taxa de inflação homóloga desacelerou na Zona Euro e na União Europeia (UE) para 2,4% e 2,6%, respetivamente, segundo dados divulgados esta quarta-feira (17 de abril de 2024) pelo Eurostat. Valores que vão ao encontro da meta apontada pelo Banco Central Europeu (BCE) para iniciar a descida das taxas de juro diretoras: 2%. Em Portugal, a taxa de inflação homóloga, medida pelo Índice Harmonizado dos Preços no Consumidor (IHPC), foi idêntica à da média da UE, os já referidos 2,6%. 
Taxas de juro no Canadá

Banco do Canadá mantém taxa de juro em 5% pela sexta vez consecutiva

O Banco do Canadá deixou esta quarta-feira (10 de abril de 2024) a taxa de juro inalterada em 5%, pela sexta vez consecutiva, devido à persistência da inflação, mas reconheceu que os preços começaram a baixar nos últimos meses. A última vez que o banco central canadiano subiu a sua taxa de juro foi em 12 de julho de 2023.
Jerome Powell sobre cortes nas taxas de juro nos EUA

Juros nos EUA: presidente da Fed antecipa cortes nos próximos meses

O presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed), Jerome Powell, confirmou esta quarta-feira (3 de abril de 2024) que haverá cortes nas taxas de juro nos próximos meses e rejeitou que estejam relacionados com questões políticas. "Se a economia evoluir como esperamos, a maioria dos participantes do Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) acredita que provavelmente será apropriado começar a reduzir a taxa de juros ainda este ano", disse num evento na Universidade de Stanford, nos EUA.
Inflação volta a subir em Portugal

Inflação volta a aumentar em Portugal para 2,3% em março

Depois de ter subido em janeiro para 2,3% e de ter descido em fevereiro para 2,1%, a taxa de inflação homóloga em Portugal terá voltado a subir em março, de novo para 2,3%. Em causa estão dados provisórios divulgados esta quinta-feira (28 de março de 2024) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) – os finais serão conhecidos a 10 de abril.
Inglaterra

Banco de Inglaterra mantém taxas de juro pela 5ª vez consecutiva

O Banco de Inglaterra decidiu manter as taxas de juro no atual nível de 5,25%, como antecipado pelos analistas, pela quinta reunião de política monetária consecutiva. O banco central optou por não cortar o preço do dinheiro, apesar da descida da inflação no Reino Unido, que desacelerou para 4% em janeiro, o nível mais baixo em dois anos.
Fed deixa taxa de juro inalterada

Fed deixa taxa de juro inalterada pela quinta vez consecutiva

O banco central norte-americano anunciou esta quarta-feira (20 de março de 2024) que decidiu deixar inalterada a taxa de juro de referência entre 5,25% e 5,50%, pela quinta vez consecutiva. A decisão da Reserva Federal (Fed) foi anunciada em comunicado após uma reunião de política monetária de dois dias.
Taxas de juro sobem no Japão

Banco do Japão sobe taxas de juro pela primeira vez em 17 anos

O Banco do Japão (BoJ) subiu esta terça-feira (19 de março de 2024) a taxa de juro de referência a curto prazo para 0,1%, pela primeira vez desde 2007, anunciou a instituição. O conselho de política monetária do banco central japonês tomou esta decisão depois de analisar a dinâmica entre o aumento dos salários e dos preços na quarta maior economia do mundo e considerar que agora é possível alcançar o objetivo de inflação de 2% ao ano "de forma sustentável e estável".