Poupanças para comprar casa

Comprar casa em Portugal exige poupar salários durante mais de 15 anos

O custo de comprar casa em Portugal continua a aumentar de forma acelerada, muito mais do que os salários das famílias, uma tendência que tem vindo a agravar o acesso à habitação. Segundo a mais recente análise do idealista (editor desta newsletter), seria preciso uma família poupar mais de 15 anos do seu salário líquido para comprar uma casa com dois quartos no país, sem recurso a crédito habitação. Isto porque o preço mediano de um imóvel com estas características é de 270.789 euros, o que representa 15,7 vezes os 17.297 euros de rendimento líquido anual das famílias.
Salário Mínimo Nacional

Mulheres e imigrantes entre trabalhadores que mais recebem o SMN

As mulheres, os imigrantes e os jovens são dos grupos de trabalhadores que mais recebem o Salário Mínimo Nacional (SMN) em Portugal, segundo um estudo divulgado pelo Banco de Portugal (BdP). O mesmo conclui, ainda, que entre 2015 e 2022 a percentagem de trabalhadores abrangidos pelo SMN cresceu de 18% para 22,8%.

Recrutamento: IA está a mudar “regras do jogo” no mercado de trabalho

Pandemia, teletrabalho, regime híbrido, regresso aos escritórios, sustentabilidade, eficiência energética, digitalização, Inteligência Artificial (IA). É caso para dizer que tudo sofreu mudanças com o súbito aparecimento da Covid-19, nomeadamente a relação entre empresas e trabalhadores, a par das dinâmicas entre colegas, mantidas muitas vezes à distância de um clique. Agora, cinco anos depois do uso obrigatório de máscaras e de confinamentos e desconfinamentos, as companhias, atentas ao novo ‘modus operandi’ e à evolução da tecnologia, estão a mudar as “regras do jogo”, muito além do que diz respeito à gestão dos tempos e espaços dos escritórios. E a IA entrou em força no mercado laboral e nos processos de recrutamento.
Salários, inflação e poder de compra

Salários Vs inflação: pessimismo nas famílias portuguesas segue elevado

Continua a haver um forte desfasamento entre a perceção e a realidade no que diz respeito ao acompanhamento da inflação por salários, bem como por outros rendimentos que compõem os orçamentos familiares. O que tem, depois, impacto no poder de compra. Dados do Banco Central Europeu (BCE) indicam que o pessimismo injustificado supera largamente o otimismo, numa dimensão que representa um terço (33,2%) das famílias nos países do euro, ou 33,2%. E Portugal encontra-se, neste indicador, acima da Zona Euro (35,6%).
Rendimento das famílias e poder de compra

Poder de compra: rendimento disponível real das famílias está a aumentar

Nos últimos três anos, o aumento acumulado do rendimento disponível real das famílias em Portugal atingiu 7,17%, colocando o país na liderança da Zona Euro e em segundo lugar na União Europeia (UE), sendo apenas destronado pela Hungria (13,08%). Em causa estão dados relacionados com o poder de compra que foram divulgados recentemente pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Pobreza em Portugal

Quase 2 milhões de pessoas vivem em Portugal com menos de 632 euros/mês

Em 2023, cerca de 1,8 milhões de residentes em Portugal estavam em situação de pobreza monetária, isto é, dispunham de um rendimento equivalente mensal inferior a 632 euros. Em causa estão dados que constam no estudo "Portugal Desigual", da Fundação Francisco Manuel dos Santos, que inclui um retrato da evolução da pobreza nos últimos 30 anos.
Salários de titulares de cargos políticos

Fim dos cortes aumenta salários de políticos – o de Marcelo sobe 656€

Os ordenados dos titulares de cargos políticos vão aumentar este mês, na sequência do fim do corte salarial de 5% aprovado no âmbito do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025) – perdurava desde os tempos da Troika – e da atualização geral dos vencimentos da Função Pública em 2,15% para este ano. Mas quanto vão, afinal, ganhar a mais? O salário do Presidente da República, por exemplo, vai subir 656,34 euros brutos.
Construção e imobiliário

Imobiliário e construção com mais empresas e trabalhadores

A fileira da construção e imobiliário tem ganho um novo dinamismo ao longo dos últimos anos, recuperando da crise financeira que muito abalou o setor entre 2008 e 2013. Prova disso é que houve um aumento anual de 5,3% no número de empresas, tanto na construção como no imobiliário, que acabaram por empregar mais trabalhadores e por oferecer melhores salários. Só num ano, a construção ganhou 31 mil trabalhadores, mas não chega para responder às atuais necessidades de construção de casas e executar as obras do PRR.
Salário mínimo aumenta em Portugal

Salário mínimo nacional aumenta para 870 euros em 2025

O Governo decidiu aumentar o salário mínimo nacional para 870 euros, mais 50 euros do que o valor atual, a partir de 2025, anunciou esta quinta-feira (28 de novembro de 2024) o ministro da Presidência. “Aprovámos o decreto-lei que aumenta o salário mínimo nacional, para o ano de 2025, para 870 euros”, revelou António Leitão Amaro, no final da reunião do Conselho de Ministros. O salário mínimo está, atualmente, fixado em 820 euros.
Arquitetura em Portugal

Mais de 2.600 arquitetos pediram para trabalhar fora do país numa década

“A situação remuneratória dos arquitetos é muito má e devia envergonhar Portugal”, dizia-nos no início do ano Avelino Oliveira, presidente da Ordem dos Arquitetos (OA). Em comunicado, a entidade revela, agora, que numa década, entre 2014 e 2023, mais de 2.600 arquitetos – em concreto 2.609 – solicitaram à OA certificados para a prática da profissão no estrangeiro. 
Comprar casa no mundo

Quantos salários são precisos para comprar casa de 100 m2 no mundo?

Os preços das casas no mundo variam consoante vários fatores, sendo a localização um dos mais determinantes. Mas quantos salários são precisos para adquirir uma habitação nos vários países do globo? Enquanto os norte-americanos precisam de 76 salários reais mensais para comprar uma casa de 100 metros quadrados (m2), as famílias que vivem no Nepal precisam de poupar o equivalente a 684 salários mensais para comprar a mesma habitação.
Los países de la UE con los precios más caros y baratos

Os países europeus mais caros e baratos para viver são...

O Luxemburgo tem os preços mais elevados entre todos os países da União Europeia, sendo 52% superiores à média dos Estados-membros. Em particular, a educação é a mais cara no país, sendo 276% superior à média da UE. É, no entanto, o país com os salários mais elevados da Europa. No caso de Portugal, os preços para viver são 14% inferiores aos verificados na média da UE.