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Venda de casas

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Imobiliário em tempos de pandemia aos olhos das mediadoras – venda de moradias dispara

Quais são as casas mais procuradas em Portugal em tempos de pandemia da Covid-19? Segundo um inquérito realizado pela Associação dos Mediadores do Imobiliário de Portugal (ASMIP) em janeiro de 2021 – junto de 850 empresas suas associadas ativas –, as moradias estão a ganhar adeptos no país. A maioria dos imóveis residenciais vendidos em 2020 foram apartamentos de tipologia T2 (48%), seguindo-se precisamente as moradias (42%). Apartamentos T3 e terrenos ocupam, por esta ordem, o terceiro e quarto lugares.

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Preço das casas a abrandar com a pandemia?

Comprar casa continua a ser (muito) caro mas preços estão a desacelerar. Será mesmo assim? Lançamos esta questão no fecho do ano passado, antes de se saber que a pandemia da Covid-19 ia trazer mudanças ao setor – e qual seria o real impacto da mesma, nomeadamente no que diz respeito ao preço das casas. Agora, um ano depois, parece haver uma resposta. Ou não! A subida dos preços das casas está a abrandar com a pandemia, havendo indicadores que apontam nesse sentido. Um “aviso” dado por várias intituições, nacionais e internacionais, que alertam para o risco de correção em baixa dos preços dos imóveis residenciais.

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Venda de casas deve cair 15% em Lisboa e 25% no Porto devido à pandemia – e preços abrandam

A venda de casas deve cair 15% em Lisboa e 25% no Porto em 2020 à boleia da pandemia da Covid-19. Esta é uma das conclusões do estudo “Mercado Residencial em Portugal: Desempenho e Perspetivas”, da consultora imobiliária CBRE, que analisa em detalhe os mercados residenciais das duas principais cidades portuguesas. Trata-se de um relatório que aborda, entre outros temas, o potencial de crescimento do mercado de investimento institucional em habitação para arrendamento e o futuro do mercado residencial no país.

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“Nada fazia prever que o setor imobiliário registasse este comportamento em 2020”, diz Luís Lima

No segundo trimestre de 2020, venderam-se em Portugal 33.398 alojamentos familiares, menos 23,3% que no trimestre anterior e menos 21,6% que no período homólogo. Um decréscimo que já era esperado e que se deve à pandemia da Covid-19, refere Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), adiantando que “nada fazia prever que o setor imobiliário registasse este comportamento no decorrer de 2020”.

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Gtres

Preço das casas ainda sobe em tempos de pandemia, mas menos – e venda de imóveis cai a pique

A Covid-19 deixou marcas em todos os setores de atividade, e o imobiliário não é exceção. Os preços das casas continuaram, no entanto, a subir em tempos de pandemia, tendo aumentado 7,8% no segundo trimestre de 2020. Trata-se, contudo, de um crescimento homólogo 2,5% inferior ao registado nos primeiros três meses do ano (10,3%). Os dados divulgados esta terça-feira (22 de setembro de 2020) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) permitem ainda concluir que foram transacionados, entre abril e junho, 33.398 alojamentos, com um valor total de 5,1 mil milhões de euros, menos 21,6% e 15,2%, respetivamente, que no mesmo período do ano passado.

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Negócios em tempos de Covid-19: Real Estate by JPS Group bate record com venda de casa por 8 milhões

A Real Estate by JPS Group, mediadora imobiliária que surgiu no mercado nacional em plena pandemia da Covid-19 – pertence à promotora JPS Group –, foi responsável pela mediação de uma residência particular, na grande área de Lisboa, no valor de 8 milhões de euros. Um record para a empresa.

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Venda de casas em planta na pandemia: 40% dos 256 apartamentos do Bayline já têm dono

A construção do Bayline, um condomínio fechado situado a 30 metros da Praia dos Pescadores, em Armação de Pêra (Algarve), arrancou em dezembro de 2019, tendo a comercialização dos apartamentos – 256 no total, de tipologias T1, T2 e T3 – iniciado em março deste ano. Em cinco meses, a promotora imobiliária Vanguard Properties (VP), que investiu 85 milhões de euros no projeto, vendeu 40% dos 256 imóveis, o que demonstra que continuam a ser transacionadas muitas casas em planta em tempos de pandemia. 

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“Preços de venda das casas são pouco elásticos e atualmente verificamos que estão muito estáveis”

A pandemia da Covid-19 surgiu em Portugal – e no mundo – sem pedir licença, estando a deixar a sua marca em vários setores de atividade. E o imobiliário não foge à regra. Os dados divulgados pela Century 21 (C21) Portugal, relativos ao primeiro semestre do ano, são, no entanto, “mais positivos” do que o estimado. Ricardo Sousa, CEO da empresa, diz ao idealista/news que “ainda é cedo para ter indicadores claros sobre o impacto da pandemia no setor”, explicando ainda que "nos imóveis residenciais os preços de venda são pouco elásticos e atualmente estão muito estáveis”.

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Imobiliária Century 21 fatura mais de 19 milhões (já) em tempos de pandemia

A faturação da mediadora imobiliária Century 21 (C21) superou os 19 milhões de euros no primeiro semestre de 2020, menos que os 20,5 milhões registados no período homólogo. Uma queda que é justificada com o impacto da pandemia da Covid-19, tendo também recuado o volume de negócios em que a rede esteve envolvida – considerando também a partilha de transações com outros operadores: passou de 869,7 milhões em 2019 para 800 milhões nos primeiros seis meses do ano. Trata-se de um decréscimo de 7% em ambos os indicadores, revela a C21 em comunicado, adiantando que as tipologias de imóveis mais procuradas pelos portugueses continuam a ser T2 e T3.

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