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TOP 10 das autarquias com maiores passivos e mais receitas vindas de impostos e taxas

Jornal de Negócios
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Autor: Redação

Os municípios arrecadaram 3.470,2 milhões de euros em impostos e taxas em 2018, o montante mais elevado de sempre. Trata-se de um aumento de 4,2% em relação ao ano anterior. A Câmara Municipal de Lisboa continua a ser a que tem o maior passivo e a de Portimão aquela onde o valor das receitas provenientes de impostos, taxas e licenças mais pesa (72,9%).

Em causa dados divulgados no Anuário Financeiro dos Municípios de 2018, divulgado pela Ordem dos Contabilistas. Segundo o Jornal de Negócios, que analisou os mesmos, a subida homóloga de 4,2% das receitas em impostos e taxas conseguida em 2018 é no entanto inferior à verificada em 2017, face a 2016, ano em que aumentou 11,2%.

Na receita fiscal, o destaque vai para os impostos diretos, que cresceram 7% para 3.100,3 milhões de euros. E aqui sobressai o Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas (IMT), cujas receitas cresceram 17,6%. A este imposto soma-se o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), que cresceu 3,7% para 1.509,8 milhões.

De referir que em termos absolutos, Lisboa é o município que mais dinheiro arrecadou em impostos e taxas, mais de 513 milhões de euros, mas é Portimão, no Algarve, que depende mais das receitas fiscais: 72,9% da receita do município advém de impostos e taxas. 

No que diz respeito às câmaras com maior passivo, Lisboa continua a liderar a lista, à semelhança dos anos anteriores. Portimão, Vila Nova de Gaia, Aveiro e Gondomar, por esta ordem, completam o top 5.