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Pedidos ao fundo que paga salários em atraso sobem 55% com a pandemia

Jornal de Negócios
Jornal de Negócios
Autor: Redação

O número de pedidos de apoio ao Fundo de Garantia Salarial (FGS), que paga indemnizações e salários em atraso a trabalhadores de empresas fragilizadas, começou a subir de forma mais constante no verão de 2020, em tempos de pandemia da Covid-19, tendo aumentado 55% entre junho e outubro – foram feitos mais 2.405 pedidos que no mesmo período do ano anterior. 

Segundo o Jornal de Negócios, que teve acesso a um relatório onde constam este números, os mesmos mostram que, perante o súbito impacto da pandemia, programas como o lay-off não conseguem segurar todas as empresas, empregos e salários.

Em causa está um sustentado aumento no recurso ao fundo que foi criado com o objetivo de assegurar o pagamento aos trabalhadores por conta de outrem dos montantes em atraso – como salários, subsídios de férias, de alimentação ou Natal, indemnizações ou compensações por despedimento – quando as empresas não o podem fazer por estarem numa situação de insolvência – sem capacidade de pagar as suas dívidas – ou numa situação económica difícil, escreve a publicação.