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IMI: casas de férias, imóveis arrendados e desocupados vão pagar imposto mais alto

Autor: Redação

As segundas casas vão sofrer um agravamento do IMI, já a partir do próximo ano. As regiões de Lisboa e Algarve serão as mais afetadas, havendo um total superior a um milhão de residências no país que vão pagar mais imposto em 2017, na sequência das medidas propostas pelo Governo no Programa de Estabilidade (PE).

As contas são do jornal i a partir de dados dos Censos, após a entrega do documento no Parlamento, que indica que será introduzido um “mecanismo de progressividade na tributação direta do património imobiliário, tendo por referência o património imobiliário global detido”.

A partir de 2017, diz o jornal, a casa onde as famílias residem pagará uma taxa entre 0,3% e 0,45%, mas por outras habitações vão pagar uma taxa mais alta.

Em causa está, tal como explica o diário, uma tributação adicional a suportar pelos proprietários que tenham mais do que um imóvel, o que afetará quem tenha casas de férias, imóveis arrendados ou habitações desocupadas.

Esta subida será parcialmente compensada com a descida das taxas máximas de IMI já em vigor. No OE2016, as Finanças determinaram que a taxa máxima a aplicar pelos municípios passasse de 0,5% para 0,45%.