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Millennials desafiam imobiliário e impulsionam alternativas de investimento

Photo by Helena Lopes on Unsplash
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Autor: Redação

Flexibilidade, alternativa e mudança. Uma tríade que pode definir o modo de ser e de estar das novas gerações e que está a desafiar o mundo de investimento imobiliário. O co-living, por exemplo, assumiu-se como nova tendência, mas há outras. Para debater o “novo mundo” de oportunidades, a APPII - Associação Portuguesa dos Promotores e Investidores Imobiliários realiza esta terça-feira (18 de junho de 2019) a conferência “Are you brave? The Brave New World of Alternatives”, no Rooftop Victoria Building, na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

O evento – tem o idealista/news como media partner - vai contar com a presença de vários líderes de empresas que estão a impulsionar o futuro destes setores e que se juntam para debater a mudança de paradigma e a emergência dos novos mercados alternativos de investimento. Destacam-se nomes como Philip Hillman, Chairman Living Capital Markets JLL EMEA, Edward Miller, VP Round Hill Capital, Nicolas James Dugerdil, Expansion Iberia Director Medici Living Group ou ainda Williams Johnson Mota, Ambassador of Co-Liv Portugal & CEO of B-Hive Living, entre muitos outros.

Para Hugo Santos Ferreira, vice-presidente da APPII, o imobiliário tem de adaptar-se às novas realidades e formas de viver e de trabalhar. "Estão, nomeadamente, em causa as formas alternativas ao segmento residencial como o co-living, student housing, senior housing, assisted living, micro-housing”, assume o responsável, citado pelo Diário Imobiliário.

"Há um novo estilo de vida e de trabalhar. Não é só a busca de preços mais baixos que motiva a procura por estas formas alternativas, mas sim uma maior apetência pela vida em comunidade, beneficiando dos conhecimentos e aprendizagens do colectivo. Estamos a falar dos habitantes do futuro. Se atentarmos nos millennials, por exemplo, são jovens do mundo, que necessitam de espaços flexíveis, descomprometidos, onde a palavra partilha ganha uma nova dimensão", acrescenta Hugo Santos Ferreira.