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Caldas da Rainha à "caça" de investimento: é a cidade convidada do SIL 2019

Wikimedia commons
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Autor: Redação

O Salão Imobiliário de Portugal (SIL 2019) está aí à porta. Este ano realiza-se durante quatro dias, de 10 a 13 de outubro, na FIL, em Lisboa, e apresenta-se repleto de novidades. A cidade convidada do certame, as Caldas da Rainha, levará ao mais importante evento de imobiliário em Portugal os projetos e os programas que estão em desenvolvimento no município, nomeadamente na àrea da reabilitação urbana, para assim mostrar o seu potencial enquanto destino atrativo para o investimento.

“A Câmara Municipal das Caldas da Rainha tem vindo a desenvolver estratégias no sentido de potenciar o seu Património Histórico, criando medidas de incentivo à reabilitação dos imóveis concelhios, agregando ao seu desenvolvimento projetos públicos de regeneração urbana, que permitam requalificar e promover áreas fundamentais ao investimento privado, nomeadamente ao nível do Centro Histórico e núcleos das Freguesias Rurais”, escreve a organização do evento, em comunicado.

A cidade tem, de resto, uma localização privilegiada no Centro Litoral de Portugal Continental, nomeadamente na região Oeste. “Estamos perante um território que combina na perfeição a sua localização com as suas características físicas e culturais, tornando-se estas potenciais valores ao desenvolvimento do mercado imobiliário”, revela Fernando Ferreira, presidente da Câmara do município.

O autarca adianta ainda que, “a garantia do cruzamento entre o urbano e o rural, o interior e o litoral, assegura uma diversidade territorial, que agregadas a uma multiplicidade de funções e excelentes acessibilidades, só poderão elevar o potencial de qualidade de vida no concelho”.

As características territoriais diferenciadas das 12 freguesias, agregadas às suas culturas e tradições, “são fatores determinantes ao potencial económico da região”, pelo que é fundamental apostar na reabilitação dos seus núcleos, segundo Fernando Ferreira.

“O património material é assim tão diversificado quanto a oferta territorial, sendo esta diferença de usos, encarada como fundamental para o potencial desenvolvimento das Caldas da Rainha”, remata.