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Lisboa: plano de conclusão do Parque das Nações custará 25,5 milhões

Em causa está uma nova Operação de Reabilitação Urbana para o topo norte do Parque das Nações, onde se realizará a Jornada Mundial da Juventude.

Autor: Redação

A Câmara Municipal de Lisboa aprovou recentemente uma nova Operação de Reabilitação Urbana para o topo norte do Parque das Nações. Trata-se de uma empreitada que deverá estar concluída dentro de oito anos e que custará pelo menos 25,5 milhões de euros, sendo quase totalmente financiada pelo orçamento municipal. De referir que é nesta zona da capital que se vai realizar, dentro de dois anos, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

O plano visa, por exemplo, estender o Parque do Tejo e do Trancão até ao limite do concelho, reabilitar a estação ferroviária de Sacavém, construir ciclovias, uma linha de eléctrico e duas pontes sobre o Trancão, escreve o Público. Tudo a cargo do município, à exceção da modernização da estação de Sacavém, responsabilidade da Infra-Estruturas de Portugal, que deverá custar cerca de 1,5 milhões de euros.

Segundo a publicação, o maior desafio, a curto prazo, da Operação de Reabilitação Urbana é a estabilização e reabilitação “profunda” do aterro sanitário de Beirolas, por cima do qual vai nascer o novo parque verde – ocupará uma parte substancial dos 92 hectares da ARU e a intervenção no aterro e a construção da primeira fase do que falta do parque deverão custar cerca de 6 milhões de euros.

Já a nova linha de elétrico entre Santa Apolónia e Sacavém deverá custar cerca de 14 milhões de euros, representando a maior fatia do investimento. O objetivo é criar um novo corredor de mobilidade junto à frente ribeirinha oriental, ligando-se também às linhas vermelha e azul do metropolitano e à linha ferroviária. Uma obra, no entanto, que não deverá avançar antes do elétrico chegar a Santa Apolónia a partir da Baixa.