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Millennium Festival ao Largo começa sexta-feira: celebra a música com o idealista

13ª edição do evento realiza-se entre 9 e 28 de julho de 2021 no Largo de São Carlos, em Lisboa.

Millennium Festival ao Largo começa sexta-feira: celebra a música com o idealista
www.festivalaolargo.pt
Autor: Redação

O Millennium Festival ao Largo (MFaL) está de volta. A edição deste ano, a 13ª, começa já sexta-feira (dia 9 de julho de 2021) e termina no final do mês, dia 28. O palco do evento é, como vem sendo hábito, o Largo de São Carlos, em Lisboa, que promete oferecer à cidade espetáculos de música clássica e de dança, que acontecem sempre às 21h. A entrada é gratuita e o idealista é, uma vez mais, um dos patrocinadores do evento.

“A 13ª edição do MFaL fica marcada pelo regresso ao Largo de São Carlos e pela nova cor da fachada do Teatro Nacional de São Carlos. Um enquadramento agora azul, que recupera o tom original, e que será também cenário para o espetáculo produzido pelos Estúdios Victor Córdon, a grande novidade desta edição. Desta forma, as três entidades geridas pelo OPART (Organismo de Produção Artística, E.P.E.) passam a estar representadas no MFaL”, refere a organização do evento, em comunicado.

A programação dos espetáculos está a cargo de Elisabete Matos (Diretora Artística do Teatro Nacional de São Carlos), Sofia Campos (Diretora Artística da Companhia Nacional de Bailado) e Rui Lopes Graça (Coordenador dos Estúdios Victor Córdon) e, à semelhança da edição do ano passado, haverá transmissão via ‘streaming’ de espetáculos integrados na programação, através dos canais digitais do Festival e do patrocinador principal, o Millennium bcp. De referir ainda que os espetáculos do MFaL são apresentados por Jorge Rodrigues.

Millennium Festival ao Largo à Lupa

O MFaL inicia-se com a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP), num programa intitulado “Batidas do Destino”, que reúne obras de Manuel de Falla e Ludwig van Beethoven. O meio-soprano Cátia Moreso e a maestrina Joana Carneiro apresentam-se nos dias 9 e 10 de julho.

“Nos dias 16 e 17, a OSP volta a subir ao palco, agora da sala principal do Teatro Nacional de São Carlos – é o único programa que não é apresentado no Largo, por razões de distanciamento entre os muitos artistas – acompanhada do Coro do Teatro Nacional de São Carlos (Coro TNSC), sob direção de Antonio Pirolli, para interpretarem um programa de música para cinema”, lê-se na nota.

Antes, nos dias 12, 13, 14 e 15, vão subir ao palco quatro agrupamentos convidados, com propostas e estilos muito distintos: Ensemble Darcos, Orquestra Sinfónica do Conservatório Regional de Artes do Montijo (CRAM), ensemble liderado por António Saiote, e Lusitania V. 

Mais tarde, nos dias 22, 23 e 24, a Companhia Nacional de Bailado (CNB) reúne três espetáculos interpretados pelos seus bailarinos que integraram a temporada 2020-21: Shostakovitch Pas-de-Deux, coreografia de Yannick Boquin, O Canto do Cisne, coreografia de Clara Andermatt, e In the Future, coreografia de Hans van Manen.

O Millennium Festival ao Largo 2021 encerra com o programa Território IV, produzido pelos Estúdios Victor Córdon, que apresenta excertos de Entity, coreografado por Wayne McGregor e uma nova criação do coreógrafo Shahar Binyamini (nome a anunciar). 

O programa fica completo com a exibição de uma curta-metragem do realizador João Afonso Vaz, um espetáculo que envolve 12 jovens bailarinos provenientes de escolas de dança de todo o país, cujo processo serve de plataforma para o início de carreiras.