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Obras na Praça de Espanha em marcha: trânsito e carros dão lugar a um (grande) jardim

A empreitada vai implicar alguns cortes de trânsito nesta zona da cidade.

O futuro jardim deverá estar pronto no final do ano / CML
O futuro jardim deverá estar pronto no final do ano / CML
Autor: Redação

As obras na Praça de Espanha, em Lisboa, já arrancaram. Naquela zona irá nascer um novo parque verde com mais de seis hectares – uma área superior ao Jardim da Estrela –,  com espaços de recreio e de lazer para toda a família, atravessado por um ribeiro. Além de um espaço dedicado à rede ciclável, será ainda recuperada a ligação pedonal entre a Gulbenkian e Sete Rios e os “caminhos de água” agora submersos. A empreitada vai implicar alguns cortes de trânsito nesta zona da cidade.

A primeira fase das obras teve início esta segunda-feira, 13 janeiro de 2020, e suprime a ligação que circunda o relvado central, entre a Av. Calouste Gulbenkian e a Av. dos Combatentes, segundo o comunicado divulgado na página da autarquia.

CML
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Estas serão as principais condicionantes de trânsito:

  • Paragem da TST no sentido Av. Calouste Gulbenkian - Av. Combatentes: é suprimido o local da paragem de descida no topo nascente. Em alternativa, deverá ser usada a paragem anterior, sob o viaduto da Av. José Malhoa.
  • Acesso de ambulâncias, e viaturas de transporte de doentes, ao Instituto Português de Oncologia é garantido a partir da Avenida dos Combatentes.
CML
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O futuro parque Urbano da Praça de Espanha, da autoria do atelier de arquitetura paisagista NPK - projeto vencedor do concurso internacional de ideias -, terá acesso direto aos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, através de uma ponte pedonal que fará a ligação, como o idealista/news noticiou. A renovação da zona irá contemplar a plantação de mais de 600 novas árvores, instalação de parques infantis, esplanadas e quiosques.

“No ano em que é Capital Verde Europeia, Lisboa ganha aqui um ecossistema mais vivo, que melhora a qualidade do ar, diminui a temperatura ambiente da zona e evita as cheias que assolam esta parte da cidade, preparando-a para as alterações climáticas”, lê-se na página do projeto.