Apoios simplificados limitados a concelhos em situação de calamidade
O Ministério da Agricultura esclareceu esta quinta-feira (12 de fevereiro de 2026) que apenas os concelhos em calamidade são elegíveis aos apoios simplificados, pelo que, nos restantes não é possível converter uma declaração de prejuízos em candidatura.
Governo tem vários planos para recuperar o país, garante primeiro-ministro
Luís Montenegro afirmou esta quinta-feira (12 de fevereiro de 2026) em Alcácer do Sal que o Governo está empenhado em recuperar o país e já tem vários planos de intervenção, alguns a 25 anos. As fontes de financiamento do novo Plano de Recuperação e Resiliência exclusivamente português, a que o primeiro-ministro chamou PTRR, são múltiplas: desde o Orçamento do Estado, ao Fundo Ambiental, ao Banco de Fomento, ao BEI, ao Fundo de Solidariedade e ao PT2030. As estimativas apontam para prejuízos (provocados pelo mau tempo) superiores a 4.600 milhões de euros.
Demolição de imóveis contíguos e construção de um novo: o que diz a lei
A substituição de edifícios antigos por novas construções tornou-se uma realidade constante nos centros urbanos portugueses. Mas quando dois imóveis são contíguos, as operações de demolição e construção levantam questões sensíveis: que licenças são necessárias? Que cuidados deve o promotor adotar? Que direitos assistem aos vizinhos?
Fogos licenciados em construções novas aumentam quase 22%
O quarto trimestre de 2025 registou uma evolução positiva da atividade económica em Portugal, com um crescimento de 1,9%. O setor da construção não foi exceção e evidenciou uma evolução globalmente positiva, onde se destaca o licenciamento de fogos em construções novas, que cresceu 21,9%, em termos acumulados.
Montenegro anuncia PRR nacional e mais apoios para estragos do mau tempo
O primeiro-ministro anunciou esta quinta-feira (12 de fevereiro de 2026) que haverá um Plano de Recuperação e Resiliência exclusivamente português, a que chamou PTRR, para que o país possa recuperar economicamente das consequências do mau tempo e atuar nas infraestruturas mais críticas. Durante uma visita às zonas afetadas pelas cheias em Alcácer do Sal, Luís Montenegro anunciou também que o Conselho de Ministros aprovou o aumento do montante global da linha de crédito à tesouraria de 500 para mil milhões de euros para as empresas afetadas pelo mau tempo.
Crescimento da produção na construção mantém-se em 2,2% em 2025
Em 2025, a produção na construção manteve-se em crescimento, registando um aumento de 2,2%, idêntico ao verificado em 2024. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), os segmentos da Construção de Edifícios e da Engenharia Civil apresentaram crescimentos médios anuais de 2,7% e 1,5%, respetivamente, face aos 2,2% observados no ano anterior. Em dezembro do mesmo ano, a produção na construção desacelerou, registando um crescimento homólogo de 1,8%.
Cheias: Governo dá "luz verde" para construção da barragem de Girabolhos
O Governo incumbiu a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) de lançar o concurso público para a construção e exploração da barragem de Girabolhos até final de março. Num despacho, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, determinou o “lançamento do procedimento concursal para a construção e exploração do Empreendimento de Fins Múltiplos de Girabolhos (EFMG)”, que será implantado na bacia hidrográfica do rio Mondego. Entretanto, numa visita à região de Coimbra afetada pelas cheias, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, comprometeu-se a rever a obra hidrográfica do Mondego.
Coimbra: desabou troço da A1 onde ocorreu rompimento do dique
Um troço da Autoestrada 1 (A1) desabou na quarta-feira (dia 11 de fevereiro de 2026) à noite na sequência do rompimento do dique nos Casais, em Coimbra, adiantou à Lusa fonte da Brisa, indicando que o abatimento ocorreu na placa sobre o aterro que dá acesso ao viaduto naquela zona.
ÉLOU: Loures vê nascer um condomínio privado com 266 apartamentos
Cerca de três anos após o seu lançamento, o ÉLOU, novo condomínio privado de Santo António dos Cavaleiros, no concelho de Loures, está agora, finalmente, concluído.
Cheias: construtoras na zona de Leiria priorizam apoio à reconstrução
A Associação Regional dos Industriais de Construção e Obras Públicas de Leiria e Ourém (Aricop) garantiu esta segunda-feira, dia 9 de fevereiro de 2026, que o foco das empresas está na recuperação do território, garantindo empenho no esforço coletivo para minorar o impacto da depressão Kristin.
Edifícios Oliveira (do projeto 1965 - Cidade Jardim) saem do papel
A construção dos edifícios Oliveira, integrados no empreendimento 1965 – Cidade Jardim, já iniciou. Localizado em Santo António dos Cavaleiros, concelho de Loures, este projeto arranca com mais de 55% das frações já vendidas. No entanto, ainda estão disponíveis apartamentos de tipologias T2 a T4.
Tempestades: engenharia civil tem de participar mais nas decisões
O presidente do colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros defendeu esta terça-feira (10 de fevereiro de 2026) que a sociedade se deve preparar melhor para enfrentar os fenómenos climáticos extremos, cada vez mais frequentes, chamando mais a engenharia civil a participar nas decisões.
Alterações nos licenciamentos: ANMP pede ao Governo "ponderação e cautela"
A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) aconselha “maior ponderação e cautela” nas alterações aos licenciamentos que, como propostas pelo Governo, inviabilizam um seu parecer favorável, ao que o Executivo responde garantindo que “terá em consideração todos os contributos”.
Licenciamentos urbanísticos: municípios “chumbam” propostas do Governo
O simplex urbanístico proposto pelo Governo levanta dúvidas à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), tendo a associação liderada por Pedro Pimpão apontado falhas à proposta de lei do Governo que visa alterar o licenciamento urbanístico. Os municípios alertam para a existência de prazos de decisão “irrealistas” e criticam o excessivo “aligeiramento” das regras em vigor.
Tempestades: LNEC vai auditar todas as infraestruturas afetadas
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, anunciou esta segunda-feira, dia 9 de fevereiro de 2026, que mandatou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para efetuar “uma grande auditoria a todas as obras de arte e infraestruturas críticas”, na sequência das tempestades que têm afetado o território nacional.
Mau tempo: linha do Oeste vai ficar fora de serviço “no mínimo nove meses”
O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu no arranque desta semana que a linha ferroviária do Oeste vai demorar “no mínimo nove meses” a ficar totalmente operacional, na sequência dos danos causados pelas tempestades que assolaram o território nacional. No final de uma reunião com as várias entidades do setor das infraestruturas, Miguel Pinto Luz disse que “quando as águas recuarem, será possível reabrir algumas infraestruturas, mas há outras que demorarão três meses, outras serão para mais”.
Vais comprar casa no inverno? Descobre o que deves ter em conta
Nos últimos dias, Portugal foi severamente afetado pela passagem da depressão Kristin. As rajadas de vento chegaram a ultrapassar os 200 km/h em alguns pontos.
Código da Construção: "Objetivo é ter um diploma moderno”
O Governo revelou, no início de 2024, que estava a desenvolver, junto de outras entidades públicas, um novo Código da Construção, a ser elaborado durante três anos, esperando-se novidades sobre o tema em 2026. Em entrevista ao idealista/news, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz não ter dúvidas de que se trata de “um passo importante” para o setor. “Aliás, o objetivo é exatamente ter um diploma moderno e que permita a adaptação e a evolução”, explica.
Obras públicas em alta: número de concursos sobe 41% em 2025
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos em 2025 registaram um “aumento expressivo” de 41% em número e 21% em valor face a 2024, respetivamente para 7.321 e 10.041 milhões de euros.
Custos de construção de habitação nova sobem 4% em 2025
Construir uma casa nova em Portugal continua a ser um desafio, tendo o Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN) registado uma variação média anual de 4,0% em 2025. Trata-se de uma aceleração face a 2024, quando o aumento médio foi de 3,4%, refletindo sobretudo o encarecimento da mão de obra. O índice de materiais registou, também, uma subida anual de 0,9% (menos 0,3% no ano anterior), enquanto o custo da mão de obra avançou 7,7% (8,2% em 2024).
Cheias: plataforma solidária liga empresas de construção a zonas afetadas
A plataforma solidária Mãos à Obra pretende recolher contactos de empresas e profissionais da área da construção civil e disponibilizá-los diretamente às câmaras municipais das regiões mais afetadas pelo mau tempo, indicaram na passada sexta-feira, dia 6 de fevereiro de 2026, os criadores do projeto.
Casas do Sol (Estoril): onde o tempo e a memória se entrelaçam
O coração do Estoril tem um novo empreendimento residencial. “Batizado” como Casas do Sol, este é um projeto que transforma o modo de viver o património numa das zonas mais emblemáticas da antiga Costa do Sol, sendo composto por três volumes: Avenida, Maestro e Palmeiras.
Azeitão tem um novo empreendimento inspirado pela natureza
Está a nascer no coração de Azeitão, junto à Serra da Arrábida, um projeto residencial inspirado pela natureza e qualidade de vida. Este refúgio moderno, próximo à cidade de Setúbal, deverá estar concluído em setembro deste ano.
Mau tempo: Governo pede ajuda aos emigrantes na reconstrução
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, apelou esta quinta-feira (5 de fevereiro de 2026) aos emigrantes portugueses que trabalhem na construção civil para regressarem a Portugal e ajudarem na reconstrução das infraestruturas danificadas pelas depressões Kristin e Leonardo. O Governo, paralelamente, admite a entrada de mais imigrantes no país para ajudarem nos trabalhos. Esclarece, no entanto, que não serão abertos novos canais de imigração para a contratação de trabalhadores após a depressão Kristin.
Falta de mão de obra na construção: “Nós, sem imigrantes, não vivemos”
A imigração está na ordem do dia em Portugal, nomeadamente a nível político, sendo um dos temas centrais de discussão durante a campanha para as eleições Presidenciais de 2026, cuja segunda volta se realiza este domingo (8 de fevereiro de 2026). A necessitar urgentemente de mão de obra, nomeadamente estrangeira, está o setor da construção civil, tendo em vista as várias obras em desenvolvimento (ou futuras) no país. À cabeça está, claro, a premência na construção e reabilitação de casas, de forma a dar resposta à crise habitacional. Sem rodeios, Carlos Alberto Mineiro Aires, administrador executivo da Fundação da Construção, diz de sua justiça: “Nós, sem imigrantes, não vivemos. Não é só na construção, é em todas as áreas”.