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“Alojamento Local foi fundamental para receber a Web Summit”, defende ALEP

Autor: Redação

O Alojamento Local (AL) deverá receber cerca de um terço dos participantes do evento Web Summit (WS) – decorre em Lisboa até quinta-feira (dia 9 de novembro). Dados da Taxa Turística revelam que a ocupação no AL deverá ultrapassar os 80%. Significa isto que, com a hotelaria a prever taxas de ocupação próximas dos 90%, sem o AL seria “impossível albergar as milhares de pessoas que estarão de visita a Portugal esta semana”, garante a Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP).

Os apartamentos mais procurados são os que têm três ou mais quartos, uma vez que as empresas procuram este tipo de habitação para os seus colaboradores. O valor médio por noite está acima dos 100 euros, sendo que nos T1 a média é de 80 euros, com taxas incluídas. Valores típicos para uma época média alta e por isso diferentes daqueles que habitualmente são cobrados nesta altura do ano, revela em comunicado a ALEP. 

A associação frisa a importância do AL para Portugal, sem o qual “não haveria capacidade de alojamento para os milhares de visitantes do evento”, sendo por isso fundamental para “criar riqueza e prestígio para o país”.

Quotas para travar AL em Lisboa avançam em 2018

A imposição de quotas para limitar o número de alojamentos locais em Lisboa deverá avançar já no próximo ano, escreve o jornal ECO. O plano consta do acordo assinado entre o BE e o PS para a Câmara Municipal de Lisboa, que prevê a criação de um gabinete municipal de fiscalização de AL.

Em breve será iniciado o estudo técnico para definir as capacidades máximas de AL por zona da cidade e, depois, a autarquia irá aprovar – no máximo de três meses após a aprovação legislativa – o mapa de quotas, que ficará dependente da decisão do Parlamento.

Fonte oficial do BE revelou que a votação das propostas apresentadas pelos vários partidos deverá ficar agendada para 2018, pelo que as alterações deverão avançar já no próximo ano.