Renda da casa a aumentar

Rendas devem aumentar até 2,2% em 2026

As rendas de prédios urbanos deverão aumentar até 2,2% em 2026. Isso mesmo mostram os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), que confirmam que a inflação média dos últimos 12 meses sem habitação, que serve de base à atualização das rendas, fixou-se em 2,16% em julho.
Rendas das casas em Portugal

Arrendar casa em Portugal: preços abrandam subida para 2,4% em julho

O arrendamento habitacional está a perder ritmo em Portugal, perante os atuais incentivos à compra de casa, como a queda dos juros. O arrefecimento da procura (espelhado na queda de novos contratos de arrendamento no início do ano) tem influenciado a evolução das rendas das casas. Uma vez mais, os preços das casas para arrendar no país abrandaram a subida anual para 2,4% em julho (esta evolução foi de 3,5% em junho). Assim, arrendar casa em Portugal passou a ter o custo mediano de 16,7 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de julho, segundo o índice de preços do idealista, editor deste boletim. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas desceram 1%.
Controlar rendas em Portugal

Controlar rendas “é completamente necessário”

O presidente da Ordem dos Arquitetos (OA) considera que é preciso dinamizar o mercado de arredamento em Portugal, sendo importante, nesse sentido, que haja um controlo de rendas. Segundo Avelino Oliveira, faltam políticas públicas que contribuam para a redução dos preços da habitação e deveria haver uma monitorização das que existem.
Contratos de arrendamento

Inquilinos podem comunicar contratos ao Fisco a partir de sexta-feira

Os inquilinos com contratos de arrendamento que não tenham sido comunicados às Finanças pelos senhorios podem fazer essa comunicação e, inclusivamente, declarar contratos que já tenham terminado. Em causa está um mecanismo legal, previsto numa portaria que data a março, que produz efeitos a partir desta sexta-feira (dia 1 de agosto de 2025).
Casas vazias em Portugal

Casas vazias em boas condições são quase 250 mil em Portugal

Há mais 720 mil casas vazias em Portugal, a maioria com condições de habitabilidade. Muitas estão no mercado de venda ou arrendamento à espera de novos moradores. Mas quase 250 mil casas estão vazias por outros motivos e sem rumo à vista, apesar de não precisarem de reparações.

“Arrendamento de médio prazo está a ganhar força em Portugal”

Ankit Ruia nasceu no Reino Unido e mudou-se para Portugal em 2020, tendo, no ano seguinte, fundado a empresa Sempre Fixe, que se especializou “na aquisição, reabilitação e gestão de imóveis residenciais em Portugal, particularmente na Grande Lisboa e Setúbal”, revela ao idealista/news. “Em pouco mais de quatro anos, passámos da gestão de três apartamentos no Barreiro para um portfólio de mais de 250 unidades com uma taxa de ocupação de 96-98%”, conta, salientando que o “arrendamento de médio prazo está a ganhar força (no país), sobretudo entre os trabalhadores remotos e os expatriados”.
Renda das casas em Portugal

Rendas das casas em Portugal voltam a perder ritmo de subida em junho

No início de 2025, sentiu-se um arrefecimento do arrendamento habitacional em Portugal. Mas os preços não deixaram de subir, até porque continua a haver um desequilíbrio entre a procura e oferta neste mercado. O que se sentiu em junho foi, uma vez mais, um abrandamento do crescimento das rendas. É isso mesmo que revela o índice de preços do idealista, editor deste boletim: os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 3,5% em junho face ao mesmo mês do ano anterior, suavizando o aumento anual face a maio (+4,4%). Assim, arrendar casa passou a ter um custo mediano de 16,7 euros por metro quadrado (euros/m2) no final de junho.

IA na mediação: “Nenhuma máquina criará os laços que criamos com clientes”

“Em 21 anos muita coisa mudou na mediação imobiliária”, assegura Miguel Ribeiro, fundador da Predimed, que nasceu em 2004. E o mercado também é diferente: “Na altura estávamos num momento de estagnação de preços e de muito equilíbrio entre oferta e procura. (…) Hoje vivemos num mercado onde há uma enorme pressão do lado da procura e onde a oferta não acompanha, razão pela qual temos uma constante subida de preços. O investimento estrangeiro é muito maior e geograficamente muito mais transversal”, explica ao idealista/news, salientando que a atividade dos consultores imobiliários “é fortemente centrada nas pessoas e nas suas emoções”. “Nenhuma máquina conseguirá jamais interpretar os sonhos, os desejos de uma pessoa, jamais criará os laços que criamos com clientes”, alerta.

Alojamento Local em alta: GuestReady adquire empresa nos Açores

A GuestReady, que foi fundada em 2016 e gere arrendamentos de curto e médio prazo em sete países e dezenas de cidades, como Paris, Londres, Lisboa, Madrid ou Dubai, anunciou esta quarta-feira (4 de junho de 2025) que adquiriu o portefólio e as operações da Azores Casa, que tem uma ação sólida e reconhecida no segmento do Alojamento Local (AL) nas ilhas onde já opera há mais de 10 anos.
Madrid

Casas para turistas: Espanha impõe novas regras a partir de julho

A partir de 1 de julho de 2025, entra em vigor em Espanha uma nova medida que obriga os proprietários de imóveis destinados ao arrendamento de curta duração — como alojamento turístico ou sazonal — a registarem os seus imóveis num sistema único, sempre que os mesmos sejam publicitados em plataformas
Arrendar casa em Portugal

Arrendar casa em Portugal: preço desacelera subida para 4,4% em maio

Arrendar casa em Portugal continua a ser um desafio para milhares de famílias, apesar do recente aumento da oferta disponível. A escassez de imóveis para arrendar mantém a pressão sobre os preços, ainda que se tenha observado uma ligeira desaceleração no crescimento das rendas. O índice de preços do idealista - editor deste boletim - revela que, em maio, o preço das casas para arrendar subiu 4,4% face ao mesmo mês do ano passado (enquanto em abril havia subido 5,1% em termos anuais). Assim, o custo mediano de arrendar casa em Portugal fixou-se nos 16,8 euros por metro quadrado (euro/m2) no final de maio. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 2,4%.
Sonae Sierra quer combater crise na habitação

Habitação: “Nós, promotores, bancos, construtores… podemos fazer mais”

São muitos os players do setor imobiliário que apelam à necessidade de baixar o IVA na construção – de 23% para 6% – de forma a ser possível aumentar a oferta de casas em Portugal, sendo esse um dos caminhos a seguir para dar resposta à crise na habitação – ou à crise de acesso à habitação, como sugerem alguns especialistas. Luís Mota Duarte, Deputy CEO da Sonae Sierra, tem uma visão mais abrangente, considerando que os vários agentes do setor imobiliário ficam “muitas vezes a olhar para o Estado” à espera de resultados, podendo “fazer mais”.