Lionesa Group comprou 6 edifícios devolutos no Porto por 2 milhões de euros para ali construir um novo polo cultural e turístico.
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Cultura no Porto
Rua do Cativo, Porto Google Maps

O Lionesa Group nasceu em setembro de 2022 para construir um “Norte para a Felicidade”, criando laços entre talento, cultura, arte e património, tal como disse o presidente do grupo Pedro Pinto ao idealista/news. E, para alcançar o seu objetivo, o grupo não só a avançar com a ampliação do Lionesa Business Hub, em Matosinhos, como está também a avançar com novos investimentos no centro histórico do Porto. Foi aqui que o grupo decidiu comprar um conjunto de seis edifícios devolutos para ali construir um novo projeto turístico e cultural.

Além do Lionesa Business Hub o grupo conta com outros ativos imobiliários como é o caso da Livraria Lello e do Mosteiro de Leça do Balio. E agora vai contar com mais um projeto imobiliário na sua carteira situado no centro histórico do Porto. Trata-se de um conjunto de seis edifícios de habitação coletiva situados na Rua do Cativo, na zona da Batalha, que foram adquiridos no dia 20 de outubro de 2022, por cerca de 2 milhões de euros, escreve o ECO.

A ideia de Pedro Pinto é que construir um projeto turístico e cultural, uma obra que deverá arrancar depois de 2025, muito embora o último licenciamento aprovado pela Câmara do Porto preveja a construção de 12 casas em 2.265 metros quadrados, lê-se na mesma publicação. Entretanto o empresário nortenho já está a preparar um novo projeto focado em comércio, cultura e turismo que será entregue à Câmara do Porto em breve.

Construir um “Norte para a Felicidade” é o novo posicionamento institucional do Lionesa Group que está há já 20 anos empenhado em promover a “felicidade corporativa” nesta região, sobretudo através do Lionesa Business Hub, que está agora em processo de expansão.

A ideia é duplicar a área de escritórios neste centro de empresarial situado na vila de Leça do Balio (município de Matosinhos) para 110 mil metros quadrados e ainda construir uma unidade de coliving, espaços para retalho, edifício de ‘services apartments” e novas áreas verdes. Tudo isto com um investimento previsto de 100 milhões de euros, que deverá aumentar perante o atual contexto de alta inflação, tal como avançou Pedro Pinto ao idealista/news em novembro passado.

Além deste projeto, o Lionesa Group tem ainda em marcha o projeto no Mosteiro de Leça, que deverá terminar no próximo ano, e o polo cultural na Rua do Loureiro, onde 20 edifícios vão renascer para receber projetos culturais e residências artísticas. Os outros edifícios vão dar lugar a apartamentos turísticos de luxo, aponta o mesmo meio.

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