Os Bandidos do Cante tornaram-se conhecidos por reinventar o cante alentejano com uma abordagem contemporânea e bem‑humorada. Ganharam notoriedade nacional ao vencerem o Festival da Canção em Portugal, reforçando o orgulho na tradição musical da região.
Apesar da projeção mediática, mantêm uma ligação forte à terra. E é precisamente em Beja que continuam a viver e a desenvolver parte da sua atividade profissional.
Onde vivem os Bandidos do Cante em Beja?
Os Bandidos do Cante vivem em Beja, cidade histórica do Baixo Alentejo. Devido a questões de privacidade, não são conhecidas informações informações públicas detalhadas sobre moradas. Apenas é conhecido é que o grupo mantém a base na região e participa ativamente na vida cultural local.
Como é viver em Beja?
Beja combina património histórico com qualidade de vida. As temperaturas são quentes no verão, paisagens abertas e uma forte tradição gastronómica. A cidade é suficientemente pequena para permitir deslocações rápidas, mas tem serviços essenciais, escolas e oferta cultural.
Alguns pontos que marcam a vida em Beja:
- Castelo e centro histórico como pontos de referência;
- Eventos culturais ligados ao cante alentejano;
- Proximidade a herdades e paisagens rurais;
- Mercado imobiliário mais acessível comparado com Lisboa.
Para quem valoriza espaço, silêncio e identidade regional, Beja oferece uma alternativa sólida às grandes áreas metropolitanas.
Casas típicas em Beja: como são?
As habitações em Beja seguem geralmente um padrão regional:
- Moradias térreas ou de dois pisos;
- Fachadas brancas com barras coloridas;
- Quintais ou pequenos pátios interiores;
- Proximidade ao centro histórico ou zonas residenciais recentes.
Estas características refletem o estilo de vida alentejano: ritmo mais calmo, espaço exterior e forte ligação à comunidade. É neste contexto que os Bandidos do Cante vivem e criam.
Quem são os Bandidos do Cante?
Os Bandidos do Cante são formados por um conjunto de intérpretes ligados ao Alentejo e à tradição coral da região de Beja. O grupo é composto por:
- Miguel Costa: voz e guitarra
- Duarte Farias: voz
- Francisco Raposo: voz
- Luís Aleixo: voz e guitarra
- Francisco Pestana: voz
Percurso profissional dos Bandidos do Cante
O percurso dos Bandidos do Cante começa muito antes da fama. Os cinco elementos cresceram no Alentejo a ouvir e a cantar modas tradicionais em contexto familiar e entre amigos.
Ainda adolescentes, reuniam-se regularmente para convívios onde a música era sempre o centro da noite. O que começou como tradição e amizade acabou por se transformar num projeto artístico estruturado. A consolidação do grupo aconteceu quase por acaso, num jantar que terminou em canto – e mudou tudo.
Das origens como Amigos do Alentejo ao primeiro grande sucesso (2022)
Em 2022, ainda conhecidos como Amigos do Alentejo, foram convidados a gravar vozes no single “Casa”, dos D.A.M.A com Buba Espinho. O impacto foi imediato: o tema alcançou milhões de audições e forte presença nas rádios nacionais. Participaram também no EP Canções Bonitas em Português – Volume I, que inclui:
- “Casa” (6 Platinas);
- “Loucamente” (3 Platinas);
- “Mãe” (Platina);
- “Menina Estás à Janela”;
- “É o que É”.
Em junho de 2023, durante um concerto no Coliseu dos Recreios, Kasha apresentou-os ao público como Bandidos do Cante – nome que adotaram oficialmente.
Afirmação com originais e concertos pelo país (2024–2025)
Em 2024, deram o passo decisivo: lançar música original. O single de estreia, “Amigos Coloridos”, foi composto em parceria com Jorge Benvinda (Virgem Suta) e coproduzido com Eduardo Espinho. Tornou-se a música portuguesa mais ouvida nas rádios nacionais no momento do lançamento.
Nesse ano:
- Realizaram mais de 50 concertos em todo o país;
- Colaboraram com Buba Espinho em “Um Dia Hei de Voltar”;
- Consolidaram-se como uma das revelações da música portuguesa.
Em 2025, lançaram “Já Não Há Pardais no Céu”, reforçando a consistência criativa. Foram nomeados para Artista Revelação nos Prémios Play da Música Portuguesa 2025. Nesse mesmo ano, participaram num concerto esgotado no Coliseu dos Recreios.
Álbum de estreia e vitória no Festival da Canção (2026)
Em janeiro de 2026, lançaram o primeiro álbum de estúdio, Bairro das Flores, editado pela Virgin/Universal. O disco reúne oito faixas originais e revisita o cante alentejano numa perspetiva contemporânea. Conta com participações e colaborações de:
- António Zambujo (no single “Primavera”);
- Agir;
- Eduardo Espinho;
- Jon;
- Rodrigo Correia.
A digressão passou pela MEO Arena e terminou simbolicamente com duas datas esgotadas no Teatro Municipal Pax Julia, em Beja.
Em março de 2026, participaram na final do Festival da Canção 2026 com o tema “Rosa”. Foram os vencedores, somando 22 pontos (12 do público e 10 do júri), e vão representar Portugal no 70.º Festival Eurovisão da Canção, na Áustria.
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