A pesquisa encontrou 534 resultados
Resultados da pesquisa
o presidente da associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip) diz que os bancos que vendem imóveis estão a concorrer com os promotores e os construtores e prejudicam-se a si próprios.
o governo vai lançar uma taxa especial sobre imóveis de luxo – com valor patrimonial tributário superior a um milhão de euros –, mas ainda não tem um inventário das casas que vão sofrer o aumento de tributação.
o sector da construção e do imobiliário é dos mais afectados pela crise. de janeiro a agosto faliram quase tantas empresas como no ano passado (4.338 contra 4.532), sendo que, comparativamente com os primeiros oito meses de 2011, verificou-se um aumento de insolvências de 47,9%.
aproveitar a conjuntura de crise no sector imobiliário para extinguir o imposto municipal sobre transmissões onerosas de imóveis (imt) foi a principal sugestão do relatório "princípios para a revisão das leis de finanças públicas subnacionais", apresentado esta terça-feira em lisboa, e elaborado pel
no ano passado foram vendidos 114.237 imóveis em portugal, o número mais baixo desde 1992, quando o instituto nacional de estatística (ine) começou a reunir dados do ministério da justiça sobre as escrituras de compra e venda celebradas nos cartórios notariais ou títulos realizados nas conservatória
entre janeiro e maio houve um decréscimo acentuado na compra de casa, tendo-se registado apenas 25 mil transacções, menos 32,2% face ao mesmo período do ano passado.
a confederação portuguesa da construção e do imobiliário (cpci) e a associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip) consideram que portugal não vai precisar de um plano de demolição de casas, à semelhança do que sucedeu na irlanda e do que poderá vir a acontecer
há cada vez mais famílias que, por não conseguirem cumprir com o crédito à habitação, são forçadas a entregar a casa ao banco. antes da dação, o imóvel é avaliado e, por norma, por um valor reduzido, contribuindo para que a avaliação média dos imóveis caia bastante.
é cada vez mais complicado e moroso vender casa. no primeiro semestre do ano, o tempo médio para concluir um negócio imobiliário aumentou para o dobro quando comparado com o mesmo período do ano passado.
os bancos estão a avaliar as casas por baixo.
o presidente da associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), luís lima, considera que a renegociação dos contratos de crédito à habitação deve ser privilegiada em relação à entrega de imóveis à banca.
o mercado de arrendamento está a ganhar cada vez mais adeptos no país, mas os portugueses continuam a preferir comprar casa em vez de arrendar.
no primeiro semestre do ano foram entregues à banca cerca de 3.300 imóveis em dação em pagamento por famílias e promotores imobiliários, o que corresponde a uma média de 18 casas por dia.
o presidente da associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), luís lima, considera que a entrada em vigor da nova lei do arrendamento é urgente, pelo que espera que o estado resolva a situação o mais rapidamente possível.
o crédito malparado na habitação está a atingir níveis históricos em portugal, sendo que existem 360 mil casas por vender.
as famílias têm cada vez mais dificuldades em pagar a prestação da casa, sendo que o número de incumpridores está a aumentar diariamente.
os responsáveis do sector da construção e do imobiliário estão preocupados com a dinâmica do mercado de arrendamento, que consideram essencial para promover a reabilitação urbana. até porque há mais procura que oferta de casas para arrendar.
pela primeira vez num ano, o preço do metro quadrado no âmbito do crédito à habitação subiu – 0,3%, ou seja, três euros, situando-se nos 1.055 euros –, o que deixa antever boas perspectivas para as imobiliárias.
o presidente da associação dos profissionais e empresas de mediação imobiliária de portugal (apemip), luís lima, considera que alterar a legislação para que a entrega da casa ao banco sirva para saldar a dívida contraída na sequência de incumprimentos no crédito à habitação pode ser prejudicial para
os portugueses estão a sentir cada vez mais dificuldades para pagar a tempo e horas a prestação da casa, sendo que a solução passa, muitas vezes, por entregar o imóvel ao banco.