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A vida dos jovens que querem comprar casa em Portugal mudou há cerca de um ano, quando que entrou em vigor a isenção de IMT e de Imposto de Selo. De lá para cá, já mais de 40 mil jovens beneficiaram desta medida do Governo, que ajuda a poupar milhares de euros em impostos. A verdade é que a procura de casas à venda até 324.058 euros – o limite para beneficiar da isenção total dos impostos – disparou no último ano, ajudando a oferta de habitação a cair, mostram os dados do idealista, editor desta newsletter.
A habitação deve ser tratada como prioridade nacional e a atual crise exige um plano de emergência, defendem duas especialistas, alertando que, caso contrário, a proliferação de construções precárias irá prosseguir. A co-autora da Estratégia Local de Habitação de Lisboa, Isabel Santana, considera que “as autarquias fazem o seu papel”, mas as medidas que adotam “acabam por ser pensos rápidos, porque o volume e a dimensão das necessidades são muitas”.
Se procuras espaço, conforto e liberdade para adaptar a casa ao teu ritmo, os apartamentos com mais de 120 m2 podem ser exatamente aquilo de que precisas.Seja para uma família numerosa, um casal que quer crescer ou simplesmente porque valorizas áreas amplas e bem distribuídas, este tipo de imóveis o
Portugal continental está desde domingo (3 de agosto de 2025) em situação de alerta devido ao elevado risco de incêndio nos próximos dias, anunciou a ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral. A situação mantém-se até quinta-feira (7 de agosto de 2025).
Há uma nova tendência identificada no mercado hipotecário em Portugal: a procura por crédito habitação antes de ter uma casa para comprar está a crescer.
Com a chegada de agosto, é tempo de pensar nas férias e de procurar lugares onde o verão possa ser saboreado sem pressas. Para muitos, o destino ideal tem ondas e areia.
A Câmara Municipal de Lisboa entregou, no dia 31 de julho de 2025, 50 chaves a famílias que vão residir em casas com renda acessível em habitações municipais na freguesia de Marvila, após um investimento de 9,3 milhões de euros. As habitações inserem-se em dois novos blocos habitacionais, com tipologias T1, T2 e T3, localizados na zona do Vale Formoso de Cima, na freguesia de Marvila, cuja construção teve início em 2023.
A empresa tecnológica Present Technologies vai investir “vários milhões” para reabilitar o edifício que albergou a primeira fábrica de cerveja de Coimbra, na avenida Emídio Navarro, que passará a ser a sua nova sede. A empresa, que celebra 25 anos de existência, comprou o edifício há cerca de três anos, onde foi inicialmente instalada a primeira fábrica da Companhia de Cervejas de Coimbra, que mais tarde viria a mudar a sua produção para a zona da Pedrulha.
O mercado de escritórios no Porto reforça a sua vitalidade com a renovação integral do edifício MUTUAL — agora futura sede da Deloitte. Localizado na Rua Gonçalo Sampaio, entre a Boavista e o Campo Alegre, o espaço foi totalmente reabilitado num investimento superior a 35 milhões de euros, representando um novo marco empresarial na cidade. Foi, entretanto, vendido ao fundo BPI Imofomento por um valor não revelado.
A Câmara do Porto, através da empresa municipal Domus Social, lançou um concurso público para a reabilitação de fogos devolutos em vários bairros ou infraestruturas municipais espalhados pela cidade até ao valor máximo de 21,2 milhões de euros. No caderno de encargos, a empresa responsável pelo parque habitacional da autarquia informa que o concurso público está dividido em 14 lotes.
Hoje em dia, é cada vez maior o apreço por casas que tenham algum espaço exterior. E não estamos a falar apenas de jardins ou terraços — até uma simples varanda pode ter um grande impacto na rotina de uma família.Mas porque será que esta característica se tornou tão valorizada?
Portugal orgulha-se de um património religioso de rara beleza, com igrejas, capelas e santuários que espelham a diversidade arquitetónica e histórica do país.
O Surf Parque de Óbidos, conhecido como Surfers Cove, está a transformar-se no epicentro do surf nacional e europeu.
As rendas das casas continuam a ficar mais caras em Portugal, embora a menor ritmo, tendo o custo mediano registado um aumento anual de 3,5% no segundo trimestre de 2025. Ainda assim, no mesmo período, as casas para arrendar anunciadas receberam, em média, 17 contactos antes de saírem do mercado, revela a mais recente análise do idealista, editor deste boletim. Mas face ao mesmo período do ano passado, o número de contactos por anúncio diminuiu 45% (na altura recebiam, em média, 32 contactos), o que pode ser explicado pela maior dispersão da procura pela oferta de casas no mercado de arrendamento.
O acesso à habitação em Portugal continua a agravar-se, com os preços das casas a subir muito mais que os salários das famílias. Embora as rendas estejam a perder ritmo de crescimento, a sua evolução foi suficiente para que o esforço financeiro exigido para arrendar casa no país tenha aumentado para 83% no segundo trimestre de 2025, mais ponto percentual (p.p.) face há um ano. Já na compra de habitação, a taxa de esforço nacional manteve-se estável nos 71% durante esses dois momentos, o que pode refletir um contrabalanço entre a subida do preço das casas e a queda dos juros no crédito habitação, sugere a mais recente análise do idealista, editor desta newsletter.
Em 2023, o rendimento mediano declarado pelos portugueses, depois de deduzido o IRS, fixou-se em 11.446 euros anuais. Este valor representa uma subida de 7,2% face a 2022 e mostra que o rendimento está a crescer no país — embora de forma desigual. Ao todo, 71 municípios ultrapassaram a média nacional, com destaque para Oeiras (15.862 euros), Lisboa (14.282 euros) e Alcochete (13.654 euros).
No Oceano Atlântico, a norte das Canárias, existe um pequeno arquipélago rochoso e inóspito que poucos conhecem, mas que esconde uma velha disputa de soberania. As Ilhas Selvagens, sob administração portuguesa desde o século XV, continuam a ser motivo de rivalidade com Espanha, num braço-de-ferro diplomático que dura há mais de 500 anos. Apesar da sua dimensão reduzida e difícil acesso, estas ilhas ganham importância estratégica e ecológica.
O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) analisou 877 imóveis públicos, tendo identificado 528 viáveis para habitação. A maioria dos quais encontra-se nas zonas de maior pressão urbanística, ou seja, em Lisboa e Porto. Em causa está uma resposta remetida pelo Ministério das Infraestruturas e Habitação a questões do Chega.
O arrendamento habitacional está a perder ritmo em Portugal, perante os atuais incentivos à compra de casa, como a queda dos juros. O arrefecimento da procura (espelhado na queda de novos contratos de arrendamento no início do ano) tem influenciado a evolução das rendas das casas. Uma vez mais, os preços das casas para arrendar no país abrandaram a subida anual para 2,4% em julho (esta evolução foi de 3,5% em junho). Assim, arrendar casa em Portugal passou a ter o custo mediano de 16,7 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de julho, segundo o índice de preços do idealista, editor deste boletim. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas desceram 1%.
Os bancos continuam a valorizar as casas, quando são avaliadas no âmbito de pedidos de crédito habitação. Em junho de 2025, o valor mediano da avaliação bancária da habitação voltou a subir, fixando-se nos 1.911 euros por metro quadrado (euros/m2). Trata-se de um novo máximo histórico. Esta evolução representa um crescimento de 1,3% face ao mês anterior e um expressivo aumento homólogo de 18,1%.