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O mercado de arrendamento em Portugal continua a atrair famílias. A procura de casas para arrendar continua elevada, numa altura em que comprar casa continua a ficar mais caro e os juros no crédito habitação e o custo de vida permanecem altos, apesar de haver indícios de que as taxas Euribor possam descer de forma mais expressiva a partir junho depois de o Banco Central Europeu (BCE) aliviar a sua política monetária, devido a uma estabilização da inflação. É isso que mostra a análise dos dados do idealista (editor deste boletim): embora as rendas tenham subido 16,2% no último ano, os anúncios de casas para arrendar no idealista receberam, em média, 34 contactos no primeiro trimestre de 2024, antes de serem retirados. No entanto, o número de contactos por anúncio de casas para arrendar diminuiu 33% face ao mesmo período de 2023.
Metade do poder de compra em Portugal continental concentra-se em apenas 26 concelhos num total de 278, segundo o índice sales index da Marktest. Destaque para o facto de os 26 concelhos em causa representarem, por exemplo, apenas 6% da área total do continente.
Mais do que simples imóveis, as penthouses representam um estilo de vida exclusivo. Localizadas no último andar dos apartamentos, oferecem vistas panorâmicas dia e noite, espaços arejados, além de terraços privados para relaxar com amigos e familiares.
A Sonae Sierra tem em curso um investimento de 700 milhões de euros em oito projetos de promoção imobiliária, que, a par do ‘investment management’, é uma nova área de aposta da empresa anteriormente focada no negócio dos centros comerciais.
Sol, praia, segurança, boa gastronomia e qualidade de vida. Todos estes fatores têm atraído os estrangeiros para comprar casa em Portugal ao longo dos últimos anos. Mas a era dourada de benefícios fiscais dirigidos aos cidadãos internacionais chegou ao fim no país.
A Sierra e a PGIM Real Estate assinaram um acordo para lançar um novo veículo de investimento sob a forma de joint venture para investir em oportunidades na área da hotelaria. A primeira aquisição é um hotel em pleno centro do Porto, cuja inauguração está prevista para a segunda metade de 2024.
A Square Asset Management (Square AM) foi constituída como sociedade independente regulamentada há 22 anos, em 2002. Três anos mais tarde, em 2005, foi lançado o fundo de rendimento aberto CA Património Crescente, o maior fundo imobiliário nacional, e mais recentemente o Property Core Real Estate Fund. Pedro Coelho recebe-nos, sorridente e de braços abertos, no escritório da Square AM, localizado no 14º piso da Torre 3 das Amoreiras, naquela que é uma das melhores vistas sobre Lisboa, como faz questão de referir. “Para o imobiliário haver uma inflação controlada e a 2% até é bom”, diz, com o Tejo como pano de fundo, o CEO da sociedade em entrevista ao idealista/news. “Há uma parte de uma geração nova que não sabe bem viver com a inflação e está habituada a preços fixos, digamos assim. Os mais antigos já tiveram inflações muito mais altas”, argumenta.
Aquela que já foi considerada a maior construtura portuguesa está hoje falida, acumulando dívidas de 526 milhões de euros a mais de 2 mil credores. Falamos da Soares da Costa, que está em processo de insolvência, e que pretende vender os principais imóveis em leilão. Acontece que a sua antiga sede em Vila Nova de Gaia já foi a leilão duas vezes e só recebeu ofertas por preços abaixo do valor base afixado. A próxima tentativa de venda deverá rondar 85% do valor mínimo.
As associações de proprietários, inquilinos e condomínios estão preocupadas com o aumento de casos de sobrelotação habitacional e defendem o reforço da fiscalização.
O mercado de arrendamento continua resiliente em Portugal, sustentado por uma elevada procura das famílias, sobretudo, nos grandes centros urbanos. As rendas das casas continuam a ficar mais caras no início de 2024 (e até a acelerar o seu ritmo de evolução), melhorando também a sua rentabilidade. A compra de casa em Portugal para colocar no mercado de arrendamento rendeu, em termos brutos, 7,3% no primeiro trimestre de 2024, mais 0,7 pontos percentuais (p.p) face à calculada para o mesmo período de 2023 (6,6%), revelam os dados do idealista, editor desta newsletter. Acontece que a melhoria da rentabilidade de comprar casa para arrendar, por si só, não chega para incentivar este investimento imobiliário em Portugal e aumentar a oferta de habitação no mercado de arrendamento.
As casas impressas em 3D já são uma realidade lá fora. E, agora, prometem revolucionar o setor da construção em Portugal. Já há várias empresas a apostar na tecnologia 3D para a construção de habitações e uma delas é a Litehaus, que foi fundada em 2024. O seu projeto mais recente trata-se da casa 3D vai ser construída na Comporta e desenhada pelo arquiteto português Rui Marta Barbosa, que ganhou recentemente o concurso lançado pela empresa. Além deste novo projeto habitacional, a jovem empresa planeia construir 100 casas 3D por ano em Portugal 70% mais rápido e 20% mais baratas que as habitações tradicionais.
A Câmara de Vila do Conde, distrito do Porto, anunciou esta quarta-feira (3 de abril) a aquisição de 90 apartamentos, na parte sul do concelho, que serão arrendados a custos controlados a famílias com carências financeiras.
O centro histórico do Porto vai ter um breve “um novo centro gastronómico e cultural”. Trata-se do Time Out Market Porto, localizado na estação de comboios de São Bento, que vai reunir 14 restaurantes, dois bares e ainda experiências culturais. Vai abrir ao público já em maio de 2024.
Mais de 1.150 famílias aguardavam por uma habitação municipal no Porto no final de 2023, ano em que foram entregues 324 casas, revelou a Câmara do Porto, esta terça-feira, dia 2 de abril.
Em resposta à agência Lusa, o município afirmou esta terça-feira que 1.155 famílias aguardavam em lista de atri
Armazéns, lojas, terrenos para construção, ou habitação, no Grande Porto, região Centro ou Algarve. Estes são alguns dos mais de 20 imóveis da banca que vão a leilão por mais de 5,6 milhões de euros. Os ativos podem ser licitados a partir de 5 mil euros até 12 de abril de 2024.
Portugal, um país repleto de belezas ocultas e tesouros por descobrir, oferece muito mais do que os seus famosos pontos turísticos. Este guia é o teu passaporte para explorar os lugares secretos que poucos conhecem, mas que certamente te encantarão.
Sistelo, frequentemente apelidada de "Tibete português", é uma aldeia que se destaca pelo seu cenário natural estonteante e pelas suas terras agrícolas em socalcos, que pintam uma paisagem cultural única no coração do Alto Minho. Este lugar, que é uma verdadeira joia escondida no norte de Portugal, oferece uma viagem inesquecível por tradições seculares, biodiversidade rica e património arquitetónico singular.
A Câmara do Porto lançou os concursos públicos para a construção de habitação acessível em Lordelo do Ouro que, com um preço base superior a 22 milhões de euros, visa a construção de 109 dos 291 fogos previstos.
“Como é possível em Espanha o Build to Rent (BTR) – construir para arrendar, traduzindo à letra – funcionar num quadro legal perfeitamente definido e onde é possível captar investidores institucionais para ajudar a resolver o problema da habitação e em Portugal não se conseguir fazer o mesmo?”. A pergunta, em jeito de alerta, é lançada por Nelson Rêgo, CEO da gestora de investimentos OGER, em entrevista ao idealista/news.
As famílias em Portugal continuam a precisar de casas para viver. Mas o atual contexto económico incerto retraiu a mudança de casa em 2023, tendência que desacelerou o aumento dos preços das casas para comprar ou arrendar. Mas será que em 2024 vai continuar a assistir-se a uma menor subida dos custos da habitação? Ou poderá mesmo haver uma descida nos preços das casas? Foi isso mesmo que o idealista/news procurou saber junto de profissionais do imobiliário, que não acreditam que haja uma correção acentuada dos preços das casas em Portugal. Isto porque, para que isso fosse possível, seria preciso aumentar - e muito - a oferta de casas para comprar e arrendar no país, algo que o Mais Habitação, tal como está, não será capaz de fazer. Resta agora saber se o novo Governo de Montenegro, que tomou posse a 2 de abril, vai alterar ou não este pacote para que haja um maior dinamismo na construção de casas em Portugal.