Equipa do idealista/news

Casas baratas para comprar em Portugal

Viver em Portugal com baixos salários? Descobre 10 municípios baratos

Escolher o sítio ideal para viver em Portugal tornou-se mais difícil no contexto atual, sobretudo para quem tem baixos salários. Os preços das casas estão em alta e a inflação continua a não dar tréguas, reduzindo o poder de compra e os rendimentos disponíveis. Além disso, os juros no crédito habitação estão a subir e assim deverão continuar, já que Banco Central Europeu (BCE) voltou a aumentar as taxas de juro diretoras em 25 pontos base esta quinta-feira. Mas há boas notícias para quem pondera fugir à pressão imobiliária sentida nos grandes centros urbanos e mudar-se para o interior do país, onde se vive mais devagar, há maior contacto com a natureza e muitos locais a descobrir. É precisamente aqui que se reúnem os 10 concelhos mais baratos para comprar casa. E também ali o crédito habitação é mais acessível aos bolsos das famílias. Vem daí descobrir onde é possível morar em Portugal com orçamentos mais apertados, sem perder qualidade de vida.
Marvila

Habitação em Marvila: Worx vende edifício icónico para reabilitar

A Worx está a comercializar um icónico edifício localizado na Rua do Açúcar, em Marvila. Trata-se da reabilitação de um edifício novecentista correspondente a uma antiga vila operária – a Vila Pereira. As características arquitetónicas originais do imóvel, em boa parte a manter, “conferem-lhe enorme singularidade”, segundo a consultora.

Andorra suspende investimento estrangeiro na habitação

O Conselho Geral de Andorra aprovou o projeto de lei que suspende temporariamente o investimento estrangeiro no setor imobiliário. Esta suspensão é uma das medidas que procura resolver o problema de falta de habitação para arrendamento acessível no país. E é vista como um passo prévio necessário neste outono para, depois, criar um imposto sobre o investimento imobiliário estrangeiro.
Dificuldades em aquecer a casa

Quase 18% dos portugueses não conseguem aquecer a casa

Portugal registou, em 2022, a quarta maior taxa da União Europeia (UE) de pessoas que não conseguiram aquecer devidamente as suas casas: a percentagem de 17,5% ocorrida a nível nacional é bem superior à verificada na média da UE (9,3%). Em causa estão dados divulgados esta segunda-feira (11 de setembro de 2023) pelo Eurostat.
Edifícios licenciados e concluídos

Edifícios licenciados e concluídos em queda: caem 10,2% e 2,1%

O número de edifícios licenciados e concluídos em Portugal está em queda, tendo-se verificado, no segundo trimestre, um recuo homólogo nos dois casos: 10,2% e 2,1%, respetivamente. Em causa estão dados divulgados esta quarta-feira (13 de setembro de 2023) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Um indicador que não vai ao encontro das exigências do mercado residencial, com vários players a reclamar um aumento de oferta de casas, para dar resposta à crise habitacional existente.