Crédito habitação: 18% dos contratos foram assinados por estrangeiros
Há um número expressivo de estrangeiros a comprar casa em Portugal – e por valores mais elevados do que os residentes no país. É neste contexto que o Banco de Portugal (BdP) conclui que o crédito habitação concedido a estrangeiros aumentou num período recente. Nos primeiros seis meses deste ano, 18% dos novos empréstimos habitação foram concedidos a cidadãos estrangeiros.
Casas à venda nos Açores e na Madeira: estrangeiros dinamizam procura
As ilhas portuguesas, rodeadas pelo oceano Atlântico, têm atraído muitos portugueses a comprar casa.
Famílias reembolsaram crédito da casa em 7,4 mil milhões de euros
Nos últimos dois anos, milhares de famílias viram as prestações do crédito habitação a taxa variável a aumentar, devido à subida das taxas Euribor. E aproveitaram os apoios ao reembolso antecipado dos empréstimos, como é o caso da isenção da comissão. Entre janeiro e setembro deste ano, as famílias já amortizaram créditos da casa na ordem dos 7,4 mil milhões de euros, o equivalente a 27 milhões de euros por dia.
Casas novas no Porto: já iniciaram obras para construir 250 habitações
O mercado residencial do Porto continua em expansão. Desta vez, o investimento é feito pela Finangeste, que já arrancou com as obras de urbanização de um terreno onde vão ser construídas 250 habitações. Estas novas casas vão nascer nas antigas instalações do Centro Hípico do Sport Clube do Porto, em Paranhos.
Crédito da casa: m2 ultrapassa pela 1ª vez os 1.700 euros para a banca
Há cada vez mais casas a serem avaliadas pelos bancos, um processo essencial na hora de pedir crédito habitação. E o valor atribuído por cada metro quadrado (m2) das casas também continua a subir mês após mês, registando novos recordes. Em outubro, o valor mediano da avaliação bancária na habitação foi de 1.721 euros, um novo máximo histórico, revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Chuva de imóveis do Estado no mercado: quais são e onde estão?
O Governo da AD está a implementar uma estratégia que visa rentabilizar os imóveis públicos que estão (ou vão ficar) desocupados. E , neste âmbito, o Executivo liderado por Montenegro decidiu colocar à venda edifícios do Estado sem aptidão habitacional, definindo uma lista com 19 imóveis públicos que pretende vender em 2025. Muitos destes espaços vão ficar livres depois das entidades públicas passarem para o Campus XXI, na capital e podem ser oportunidades de negócio para o setor imobiliário. Que edifícios são estes e onde se localizam? As respostas estão neste artigo preparado pelo idealista/news, que também mostra como está, atualmente, o mercado de escritórios em Lisboa, em termos de preços.
Depósitos das famílias com ganhos aquém da subida de juros do BCE
O ano passado foi marcado pelos altos juros diretores do Banco Central Europeu (BCE), que foram encarecendo os créditos habitação. Já os juros nos depósitos das famílias subiram a menor ritmo. Um estudo agora publicado pelo Banco de Portugal (BdP) conclui que houve uma “transmissão incompleta da política monetária às taxas de juro dos depósitos”, especialmente dos particulares.
Converter lojas em casas "atrai investidores e pode reduzir preços"
Melhorar o acesso à habitação é um grande desafio em Portugal, que deve ser encarado por várias vias, desde a construção à reabilitação de casas. Mas não só.
Habitação no OE2025: partidos querem menos taxas e mais investimento
A habitação está no centro da agenda política e social. Na proposta do Orçamento de Estado para 2025 (OE2025), o Governo de Montenegro assumiu que o “país atravessa uma grave crise de habitação” e quis reforçar as medidas já desenhadas no seu programa Construir Portugal. Mas para os partidos da oposição esta estratégia da AD não chega, deixando várias propostas de alteração ao OE2025 para reforçar o investimento em habitação no país e eliminar taxas, as quais vão começar a ser debatidas no Parlamento esta sexta-feira, dia 22 de novembro.
Escritórios da Grande Lisboa correm risco de ficar obsoletos em 2030
As empresas estão a procurar escritórios de melhor qualidade e bem localizados. Estes fatores, a par da pressão da legislação climática, estão a aumentar o risco de o parque de escritórios se tornar antiquado em grandes mercados da Europa Ocidental. Um deles é a Grande Lisboa, onde se estima que 64% dos edifícios de escritórios corra o risco de se tornar obsoleto em 2030. Reposicionar os escritórios ou convertê-los em habitação podem ser estratégias a adotar pelos proprietários.
