OpenOffice Campolide

Espaços de trabalho flexível: IWG abre OpenOffice em Lisboa

A International Workplace Group (IWG) tem um novo centro OpenOffice em Portugal, mais precisamente em Campolide, sendo o primeiro da marca em Lisboa. Situado no número 9 da Rua Campos Júnior, o edifício tem 544 metros quadrados (m2) e 108 postos de trabalho, com escritórios privados e áreas de ‘coworking’.

Viver e trabalhar: como evolui a relação casa-escritório-empresa?

Os trabalhadores, antes da pandemia, iam para o escritório e regressavam a casa no final do dia, numa rotina diária que consumia, em muitos casos, bastante tempo. Essa era a regra. Hoje, com o incremento do trabalho flexível e com as empresas a apostarem em modelos híbridos, o cenário parece estar a mudar de figura. Ganha força a flexibilidade, que não é acompanhada pela mobilidade (de transportes). Paralelamente, os inflacionados preços das casas empurram muitas famílias para localizações mais afastadas dos centros urbanos. Será que, com esta conjugação de fatores, está a ganhar força a procura de espaços de trabalho descentralizados, mais distantes do "miolo" das cidades? E estarão as empresas, nomeadamente de trabalho flexível, atentas a esta tendência?
Escritórios

IWG escolhe Amarante para abertura do primeiro Open Office no país

Amarante foi a cidade escolhida pela International Workplace Group (IWG) para a abertura do seu primeiro centro Open Office em Portugal. A empresa detentora de marcas como a HQ, Spaces, OpenOffice e Regus reforça, assim, a sua presença no país com a abertura deste novo centro, situado na Rua Escritor Sequeira Amaral 21.
Spaces Matosinhos

Trabalho flexível: IWG com 1.132 novos centros e a crescer em Portugal

O International Workplace Group (IWG), que se assume “líder mundial em soluções de trabalho híbrido” e detém marcas como Spaces e Regus, anunciou que assinou 1.132 novos centros em 2025 e 782 novos espaços de trabalho abertos, alcançando mais novas localizações no último ano do que nas primeiras duas décadas de operação. Em Portugal, terminou o ano com 23 espaços de trabalho híbrido, prevendo continuar a expandir a rede em 2026.

“Pensar escritórios é, acima de tudo, pensar relações”

O centro empresarial Lionesa Business Hub (LBH), em Leça do Balio, Matosinhos, é mais que um espaço de escritórios. “Ao longo de mais de duas décadas, o campus foi-se tornando um ecossistema onde empresas globais, talento internacional, projetos emergentes, cultura, bem-estar e território convivem de forma orgânica”, revela ao idealista/news a diretora executiva do LBH. Para Eduarda Pinto, o escritório já não é o lugar onde se vai todos os dias por obrigação, mas sim o lugar onde se vai quando é importante estar junto. E deixa uma mensagem: “Pensar escritórios é, acima de tudo, pensar relações”.
Trabalho flexível em Portugal

Flex office em alta – missão é “fazer as pessoas felizes no trabalho”

Dez anos antes da pandemia, em 2010, Lisboa via nascer um espaço de trabalho inovador. No Coworklisboa, localizado no 4º piso de um dos edifícios da Lx Factory, em Alcântara, empreendedorismo e networking andavam de mãos dadas, dando-se início ao movimento coworking em Portugal. O espaço encerrou no final de 2019, meses antes da COVID ter “empurrado” as pessoas para o teletrabalho, e pelo meio foram várias as empresas que se lançaram neste mundo do trabalho flexível. “Fazer as pessoas felizes no trabalho” é a missão de quem gere estes espaços, que promovem o work-life balance. E a procura por parte de portugueses e estrangeiros – e de profissionais individuais e empresas – é elevada, bem como as taxas de ocupação. O idealista/news foi tentar saber porquê e descobrir alguns dos segredos destes escritórios flexíveis.

“O anúncio da morte dos escritórios é manifestamente exagerado”

“Ao contrário do propalado por alguns, o anúncio da morte dos escritórios é manifestamente exagerado. O espaço físico continua vivo e de boa saúde”. A garantia é dada por Inês Sequeira, Head of Hospitality da Maleo, empresa que tem sete centros de escritórios em Portugal, todos em Lisboa, mas que pretende “apostar em novas geografias”. “Por natureza, o Porto surge como primeira hipótese, apesar de estarmos a analisar outras localizações”, adianta, em entrevista ao idealista/news.
Teletrabalho na Europa

Europeus dispostos a trocar de emprego para ter mais teletrabalho

Os padrões de trabalho muito mudaram depois da pandemia. Antes, cerca de 60% dos europeus nunca tinha tido a experiência de trabalhar a partir de casa. Mas, nos meses seguintes, esta percentagem caiu para menos de 40%, mostra estudo do Banco Central Europeu (BCE). O teletrabalho tornou-se, assim, num “novo normal” para milhões de europeus durante a pandemia. E depois? A verdade é que ter a possibilidade de trabalhar a partir de casa tornou-se num requisito para muitos. Um em cada três europeus quer ainda mais trabalho remoto do que a empresa dá. E muitos consideram mesmo mudar de emprego.
Escritórios no Norte

Norte de Portugal: "O lugar mais feliz do mundo para viver e trabalhar”

Com o grande avanço tecnológico, o grande desafio de Portugal passa, hoje, por atrair talento, para conquistar mais empresas do mundo a instalarem-se no país. Neste contexto, a Lionesa está um passo à frente. Há 20 anos que promove a felicidade e produtividade nos seus escritórios. E com a criação do Lionesa Group, em setembro, pretende construir um “Norte para a Felicidade”, criando laços entre o talento e a cultura. Até 2025, o grupo quer provar que "o Norte de Portugal é o lugar mais feliz do mundo para se viver”, diz Pedro Pinto, presidente do Grupo Lionesa, em entrevista ao idealista/news.