Trabalho flexível: IWG com 1.132 novos centros e a crescer em Portugal
O International Workplace Group (IWG), que se assume “líder mundial em soluções de trabalho híbrido” e detém marcas como Spaces e Regus, anunciou que assinou 1.132 novos centros em 2025 e 782 novos espaços de trabalho abertos, alcançando mais novas localizações no último ano do que nas primeiras duas décadas de operação. Em Portugal, terminou o ano com 23 espaços de trabalho híbrido, prevendo continuar a expandir a rede em 2026.
IWG expande rede com novo centro de negócios Regus em Famalicão
A região norte vai ter um novo projeto multiusos, situado no Central Park, em Famalicão. Trata-se da abertura de um centro Regus, por parte da International Workplace Group (IWG), detentora da marca. A inauguração está prevista para o segundo trimestre deste ano.
“Pensar escritórios é, acima de tudo, pensar relações”
O centro empresarial Lionesa Business Hub (LBH), em Leça do Balio, Matosinhos, é mais que um espaço de escritórios. “Ao longo de mais de duas décadas, o campus foi-se tornando um ecossistema onde empresas globais, talento internacional, projetos emergentes, cultura, bem-estar e território convivem de forma orgânica”, revela ao idealista/news a diretora executiva do LBH. Para Eduarda Pinto, o escritório já não é o lugar onde se vai todos os dias por obrigação, mas sim o lugar onde se vai quando é importante estar junto. E deixa uma mensagem: “Pensar escritórios é, acima de tudo, pensar relações”.
Avila Spaces ganha competição de design com projeto ‘Re:Space’
O galardão máximo da ‘Next Work Environment Competition’, da revista internacional Work Design Magazine, foi entregue ao Avila Spaces, como reconhecimento do seu projeto ‘Re:Space — Rethinking Work, Reusing the World’.
Flex office em alta – missão é “fazer as pessoas felizes no trabalho”
Dez anos antes da pandemia, em 2010, Lisboa via nascer um espaço de trabalho inovador. No Coworklisboa, localizado no 4º piso de um dos edifícios da Lx Factory, em Alcântara, empreendedorismo e networking andavam de mãos dadas, dando-se início ao movimento coworking em Portugal. O espaço encerrou no final de 2019, meses antes da COVID ter “empurrado” as pessoas para o teletrabalho, e pelo meio foram várias as empresas que se lançaram neste mundo do trabalho flexível. “Fazer as pessoas felizes no trabalho” é a missão de quem gere estes espaços, que promovem o work-life balance. E a procura por parte de portugueses e estrangeiros – e de profissionais individuais e empresas – é elevada, bem como as taxas de ocupação. O idealista/news foi tentar saber porquê e descobrir alguns dos segredos destes escritórios flexíveis.
“O anúncio da morte dos escritórios é manifestamente exagerado”
“Ao contrário do propalado por alguns, o anúncio da morte dos escritórios é manifestamente exagerado. O espaço físico continua vivo e de boa saúde”. A garantia é dada por Inês Sequeira, Head of Hospitality da Maleo, empresa que tem sete centros de escritórios em Portugal, todos em Lisboa, mas que pretende “apostar em novas geografias”. “Por natureza, o Porto surge como primeira hipótese, apesar de estarmos a analisar outras localizações”, adianta, em entrevista ao idealista/news.
Escritório sustentável e flexível: esta é a nova sede da UCI em Lisboa
O mundo do trabalho muito mudou durante a pandemia. O teletrabalho e o modelo de trabalho híbrido vieram para ficar. E também a sustentabilidade tem ganhado peso nas empresas. Todo este novo clima laboral sugere mudanças ao nível dos escritórios.
Europeus dispostos a trocar de emprego para ter mais teletrabalho
Os padrões de trabalho muito mudaram depois da pandemia. Antes, cerca de 60% dos europeus nunca tinha tido a experiência de trabalhar a partir de casa. Mas, nos meses seguintes, esta percentagem caiu para menos de 40%, mostra estudo do Banco Central Europeu (BCE). O teletrabalho tornou-se, assim, num “novo normal” para milhões de europeus durante a pandemia. E depois? A verdade é que ter a possibilidade de trabalhar a partir de casa tornou-se num requisito para muitos. Um em cada três europeus quer ainda mais trabalho remoto do que a empresa dá. E muitos consideram mesmo mudar de emprego.
Norte de Portugal: "O lugar mais feliz do mundo para viver e trabalhar”
Com o grande avanço tecnológico, o grande desafio de Portugal passa, hoje, por atrair talento, para conquistar mais empresas do mundo a instalarem-se no país. Neste contexto, a Lionesa está um passo à frente. Há 20 anos que promove a felicidade e produtividade nos seus escritórios. E com a criação do Lionesa Group, em setembro, pretende construir um “Norte para a Felicidade”, criando laços entre o talento e a cultura. Até 2025, o grupo quer provar que "o Norte de Portugal é o lugar mais feliz do mundo para se viver”, diz Pedro Pinto, presidente do Grupo Lionesa, em entrevista ao idealista/news.
Teletrabalho: um direito que o Governo quer alargar a pais com filhos até 8 anos
Hoje, os pais com filhos até aos três anos têm o direito de exercer a sua atividade profissional em regime de teletrabalho, mesmo que a entidade empregadora não esteja de acordo.
portugal não precisa de segundo resgate, garante passos
ontem à noite, à entrada para o conselho nacional do psd, pedro passos coelho reafirmou que portugal vai pedir mais flexibilidade na aplicação do programa de assistência financeira.