Já não basta viver em casa. Importa, cada vez mais, viver a casa. Durante anos, o luxo no imobiliário mediu-se pela exclusividade e pela localização com vistas de cortar a respiração.
Viver com dor crónica pode afetar tudo: desde o trabalho às tarefas mais simples do dia a dia. E se, durante muito tempo, o foco dos tratamentos esteve sobretudo no alívio dos sintomas, hoje existem novas abordagens que procuram ir mais longe.
Se já tinhas a sensação de que o Porto é uma cidade especialmente agradável para viver, trabalhar e passear, agora tens um argumento extra para o dizer em voz alta.
Há uns anos, o coliving era muitas vezes apresentado como uma moda importada. Em 2025, a realidade foi outra (e em 2026 também será): a crise da habitação agravou-se, a mobilidade profissional tornou-se estrutural, o trabalho híbrido normalizou-se e a solidão passou a ser reconhecida como um problema social e de saúde pública. Neste novo contexto, o coliving deixou de ser apenas um formato alternativo de morar para passar a integrar um debate muito mais amplo sobre como vivemos, com quem vivemos e que papel a casa tem na nossa qualidade de vida.
Portugal desceu no Índice Global de Qualidade de Vida da Numbeo. Em 2015 ocupava o 26.º lugar, mas em 2025 já não figura no top 30, segundo a Visual Capitalist. Em contra partida, Espanha registou um avanço no Índice Global de Qualidade de Vida elaborado pela Numbeo, situando-se no 18.º lugar a nível mundial em 2025, face ao 24.º lugar que ocupava há uma década, o que representa uma melhoria de seis posições, conforme revela esta imagem da Visual Capitalist.
O Índice de Bem-Estar (IBE) da população portuguesa atingiu o nível mais elevado dos últimos 20 anos, revelou esta quinta-feira (13 de novembro de 2025) o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Nos últimos anos, a crescente pressão dos preços tem vindo a acentuar as disparidades entre cidades. Embora os centros tecnológicos e financeiros normalmente enfrentem os custos mais elevados, fatores locais como a moeda ou as importações também impulsionam os preços ao consumidor.
Os salários médios diferem muito entre os vários países da União Europeia (UE), tal como o custo de vida, existindo várias definições de salário, ordenado e rendimentos, cada uma refletindo diferentes aspetos. Os números mais recentes indicam que, em 2023, o salário médio mensal bruto ajustado para um trabalhador a tempo inteiro variou entre 1.125 euros na Bulgária e 6.755 euros no Luxemburgo, sendo a média da UE de 3.155 euros. Em Portugal, o valor fixa-se em 1.911 euros.
Portugal é o sexto país no mundo com melhor qualidade de vida, com uma classificação de 81,4 pontos, segundo um ranking divulgado recentemente pela Global Citizen Solutions, uma empresa de consultoria especializada em imigração através de investimento.
Lisboa regressou à liderança do ranking dos ratings concelhios de 2024, à semelhança do que aconteceu em 2022 e entre 2017 e 2018. “Numa escala de 1 a 20, o concelho obteve este ano uma pontuação de 14,4, subindo uma posição face ao ano anterior e aumentando em cinco décimas o valor do seu rating”, refere a Marktest.
O Luxemburgo tem os preços mais elevados entre todos os países da União Europeia, sendo 52% superiores à média dos Estados-membros. Em particular, a educação é a mais cara no país, sendo 276% superior à média da UE. É, no entanto, o país com os salários mais elevados da Europa. No caso de Portugal, os preços para viver são 14% inferiores aos verificados na média da UE.
São Miguel, a maior ilha do arquipélago dos Açores com 137 220 habitantes, oferece uma experiência única de vida, distinta do ritmo frenético das grandes cidades.
Localizada no coração da bela região da Beira Interior, Belmonte é uma pequena vila com uma grande história e cultura, e com oportunidades únicas de habitação. Com uma população acolhedora e uma paisagem deslumbrante, Belmonte atrai cada vez mais pessoas que procuram uma vida tranquila, com acesso a todas as comodidades necessárias.
Desde as suas origens milenares até à modernidade dos dias de hoje, a cidade de Leiria é um lugar onde o passado e o presente se encontram de forma harmoniosa.
Braga é uma das 10 cidades europeias com maior qualidade de vida. Um estudo coordenado pela Comissão Europeia revela que 94% das pessoas que residem no concelho consideram a cidade minhota como um bom local para viver.
A cidade Aveiro, conhecida como a "Veneza de Portugal", é uma cidade encantadora situada na região central do país, oferece uma qualidade de vida ímpar e uma atmosfera peculiar.
Lisboa e Porto ocupam o 39º e 55º lugares do ranking “Qualidade de Vida”, que avalia os aspetos práticos do quotidiano dos expatriados e das suas famílias que trabalham fora do seu país de origem, sendo publicado todos os anos pela consultora Mercer. No caso da capital, houve uma descida de duas posições na tabela face à última edição, já o Porto não estava listado, revela ao idealista/news Tiago Borges, Career Leader da Mercer Portugal, salientando que a crise na habitação que se vive no país não tem repercussões nestas escolhas: “Em termos do ranking (posicionamento relativo) não existe uma penalização específica de Lisboa ou Porto por este aspeto”.
Lisboa e Porto ocupam o 39º e 55º lugares do ranking “Qualidade de Vida”, que avalia os aspetos práticos do quotidiano dos expatriados e das suas famílias que trabalham fora do seu país de origem, sendo publicado todos os anos pela consultora Mercer. A liderar a tabela mantém-se a cidade de Viena (Áustria) enquanto Zurique (Suíça) e Auckland (Nova Zelândia) completam o pódio, ocupando a segunda e terceira posições, respetivamente. Copenhaga (Dinamarca) e Genebra (Suíça) fecham o top cinco, pela mesma ordem.
Se estás a considerar viver em Lisboa, este guia completo para a vida na capital portuguesa será sem dúvida o teu melhor amigo. Lisboa é conhecida pela sua história rica, cultura vibrante e estilo de vida frenético, mas ao mesmo tempo relaxado.
O Índice de Bem-estar (IBE) da população portuguesa recuperou no ano passado os níveis pré-pandemia, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que apontam para um valor acima do verificado em 2019. O índice traduz duas perspetivas de análise, nomeadamente as condições materiais de vida, e a qualidade de vida que, ainda assim, estagnou nos últimos anos.
Portugal é o 10º melhor país do mundo para expatriados, sendo o Expat Insider 2023 liderado pelo México. Apesar de ter caído face aos últimos rankings (ficou em 4º lugar em 2022 e em 5º em 2021), é o segundo país europeu no top 10, sendo apenas destronado por Espanha, que se encontra na 2ª posição da lista. Um dos pontos positivos apontados a Portugal pelos cidadãos estrangeiros que escolhem o país para trabalhar é a qualidade de vida. E em sentido inverso encontra-se o indicador relacionado com o mercado laboral.
Pelo segundo ano consecutivo, a capital austríaca, Viena, leva para casa o galardão de cidade mais habitável do mundo em 2023, seguida por Copenhaga, na Dinamarca. Sydney e Melbourne saltaram no ranking para reivindicar o terceiro e quarto lugares, respetivamente. Em causa está o Índice Global de Habitabilidade 2023 da Economist Intelligence Unit (EIU).
A alta inflação e as flutuações do mercado têm afetado – e muito – o custo de vida um pouco por todo o mundo, influenciando a decisão de quem decide trabalhar fora do seu país. Olhando para o custo de vida de 227 cidades do mundo, a Mercer concluiu que a cidade mais cara para os expatriados em 2023 é mesmo Hong Kong, seguida de Singapura e Zurique. Já Lisboa surge na 117ª posição deste ranking, tendo descido 8 lugares face ao ano passado.
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