BCE congela juros por unanimidade mas não fecha portas a mudanças
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, sinalizou esta quinta-feira, dia 18 de dezembro de 2025, que a decisão de manter os juros inalterados foi unânime, mas salientou que todas as opções estão em cima da mesa. A decisão de não mexer nas taxas de juro, pela quarta reunião consecutiva, foi “unânime”, assegurou Lagarde, na conferência de imprensa após a reunião de dezembro, mas, quando questionada sobre decisões futuras, sublinhou que também partilharam a “visão de que todas as opções devem estar em cima da mesa”.
BCE põe pé no travão: mantém juros inalterados após série de cortes
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu meter um pé no travão e manter as suas três taxas de juro diretoras inalteradas esta quinta-feira, dia 24 de julho, interrompendo o ciclo de cortes.
BCE reduz juros para 2% perante baixa inflação e fraca economia
As tensões comerciais entre os EUA e a União Europeia (UE) mantêm-se. A economia da zona euro permanece fraca, embora resiliente. E a inflação caiu mesmo para baixo de 2%, o objetivo do supervisor europeu.
BCE sinaliza cortes graduais dos juros para 2025 até chegar a 2%
O Banco Central Europeu (BCE) deixou a porta aberta para novos cortes das suas taxas de juro diretoras, ao apaziguar o seu discurso após a reunião desta quinta-feira, dia 12 de dezembro.
BCE volta a cortar juros em 25 pontos - ano fecha no patamar de 3%
A inflação na zona euro parece que está controlada, em torno de 2%. Mas a economia europeia continua fraca e a precisa de estímulo (sobretudo a alemã). E há nuvens vindas dos EUA com a tomada de posse de Donald Trump que podem tocar nas taxas de câmbio.
BCE volta a deixar taxas de juro inalteradas até abril
Tal como já antecipavam os mercados, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 7 de março. Por detrás desta decisão está a necessidade de o regulador europeu ter garantias de que a inflação na zona euro está mesmo a descer até aos 2%, para assegurar a estabilidade de preços. Assim, as taxas de juro voltam a ficar nos atuais níveis restritos, entre os 4% e 4,75%, até ao próximo dia 11 de abril, data da próxima reunião. Já os primeiros cortes dos juros do BCE só deverão avançar em junho.
BCE mantém juros inalterados no patamar dos 4% até março
Pela terceira vez consecutiva, o Banco Central Europeu (BCE) decidiu voltar a manter as três taxas de juro diretoras inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, dia 25 de janeiro. Assim, os juros do BCE vão ficar inalterados no patamar entre os 4% e os 4,75%, pelo menos, até dia 7 de março, a data da próxima reunião de política monetária. Já os cortes dos juros do BCE só deverão ocorrer no verão deste ano (e não antes), estando dependentes da evolução da inflação, dos salários, assim como dos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente.
Zona euro consegue estabilizar inflação nos 1,3%
A taxa de inflação homóloga na zona euro foi, em julho, de 1,3%, estável na variação mensal. Segundo o Eurostat a energia deverá ter sido o setor onde os preços mais subiram em julho (2,2%, face aos 1,9% de junho), seguido dos serviços (1,5%, abaixo dos 1,4% de junho), da alimentação, álcool e tabaco (inflação estável nos 1,4% na variação mensal).
O mapa económico da Europa: PIB, dívida e desemprego este ano em cada país
A Comissão Europeia (CE) já disse o que espera da economia continental este ano.
Indústria britânica já está a sofrer na pele a dor dos efeitos do Brexit
As lesões na indústria britânica após o referendo que ditou a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) estão a demonstrar ser mais graves do que inicialmente se esperava.
Bancos em Portugal terão de criar "almofadas" extra de capital até 2019
Os maiores bancos a operar em Portugal vão ter de constituir uma reserva adicional de fundos próprios ao londo dos próximos três anos, no âmbito de um regime transitório atribuído pelo Banco de Portugal. A maior exigência é feita à CGD, que será obrigada a criar uma "almofada" equivalente a 600 milhões de euros, metade da qual até ao início de 2018 e o restante até um ano depois.
E no Reino Unido já há seis fundos imobiliários britânicos congelados
O medo do Brexit está, de dia para dia, a aumentar a sangria na economia britânica e no mercado imobiliário, em particular. A cada vez maior corrida ao resgate de unidades de participações de fundos de investimento imobiliário está a fazer com que mais sociedades gestoras suspendam os reembolsos, vedando assim o acesso dos investidores às suas aplicações, que estão temporariamente congeladas.
Lisboa na corrida para ser a próxima praça financeira da Europa?
O Brexit, resultado do referendo recente a favor da saída do Reino Unido da União Europeia, deu o tiro de partida para a disputa da nova praça financeira da Europa. Com Londres de saída, Paris, Frankfurt, Amesterdão, Dublin e Luxemburgo são as cidades grandes candidatas a ser nova city europeia. Já Lisboa, que se tem vindo a tornar num forte pólo de atração turística e de investimento, está fora da corrida.
... e Brexit faz com que continue assim mais tempo
A saída do Reino Unido da UE, após o sim no referendo, está a agitar os mercados. Os economistas consideram que o Brexit poderá ter impacto na economia, fazendo cair as expectativas para a inflação. Começa então a antecipar-se uma resposta do Banco Central Europeu (BCE), que está já a afundar os indexantes da generalidade dos empréstimos, as taxas Euribor.
Reino Unido abre a caixa de pandora da UE com o Brexit
Os mercados internacionais estão a viver uma jornada negra. Em todos os cantos do mundo os investidores estão a pulsar o botão de pânico, numa onda desenfreada de vendas nas bolsas, divisas e inclusivamente nos títulos de dívida devido ao resultado histórico, que celebrou ontem o Reino Unido.
radiografia do dia: a mais longa recessão de sempre no euro (eurostat)
o produto interno bruto (pib) da europa a 17 contraiu 0,2% nos primeiros três meses de 2013, o que representa a sexta queda trimestral consecutiva. é a mais longa recessão desde a criação do euro, superando-se os 15 meses de contracção económica entre 2008 e 2009.