Notícia do dia 17 de março de 2016

Sismos em Lisboa: o que pensam e sabem (ou não) os alfacinhas

A comunidade cientifica está convencida de que Portugal vai voltar a sofrer um sismo de grande violência, semelhante ao que destruiu Lisboa em 1755. O idealista/news foi para a rua no centro da capital perguntar o que pensa e sabe quem vive ou trabalha por ali sobre o alto risco sísmico da cidade e a qualidade dos imóveis na capital.
"Óscares do Imobiliário”: E os 17 finalistas são...

"Óscares do Imobiliário”: E os 17 finalistas são...

Já são conhecidos os 17 empreendimentos finalistas ao Prémio Nacional do Imobiliário 2016, mais conhecido como os “Óscares do Imobiliário”, que distinguem edifícios de referência nos segmentos Habitação, Turismo, Escritórios e Equipamentos Coletivos.
Os maus negócios imobiliários que arruinaram Vítor Baía

Os maus negócios imobiliários que arruinaram Vítor Baía

Depois de uma carreira de sucesso enquanto futebolista, Vítor Baía pendurou as chuteiras e apostou no mercado imobiliário, mas essa aventura correu menos bem. O antigo guarda-redes do FC Porto acumulou dívidas, foi penhorado e teve de vender casas e carros para fazer face ao aperto financeiro.
Tranquilidade coloca à venda carteira de imóveis avaliada em 140 milhões de euros (incluíndo a sede)

Tranquilidade coloca à venda carteira de imóveis avaliada em 140 milhões de euros (incluíndo a sede)

A seguradora Tranquilidade, vendida pelo Grupo Espírito Santo ao fundo norte-americano Apollo, tem agora em curso um plano para alienar todo o seu património imobiliário, avaliado na ordem dos 140 milhões de euros. A sede da empresa, na Avenida da Liberdade, é um dos ativos que está já no mercado. O processo estruturado de venda desta carteira de imóveis terá arrancado há cerca de um mês.
Baixa de juros pelo BCE, uma "armadilha" para pequenos investidores?!

Baixa de juros pelo BCE, uma "armadilha" para pequenos investidores?!

O cenário de juros muito baixos, nomeadamente nos depósitos, pode criar nos pequenos investidores “desilusão com o rendimento dos produtos tradicionais" e levar "à tomada de riscos inconscientes”, de acordo com o departamento de aconselhamento financeiro da Deco - Associação de Consumidores de Portugal. As taxas de juro das remunerações próximas de zero, podem representar, assim, "uma verdadeira armadilha" para os investidores ao arriscar as poupanças em produtos complexos.