“Escassez de imóveis começa a criar efeitos paradoxais no mercado”
O mercado imobiliário residencial em Portugal está a sentir os danos colaterais da atual conjuntura macroeconómica, marcada por aumento das taxas de juro, alta inflação e perda de poder de compra. O resultado é um mercado com “níveis bastante elevados de procura de soluções habitacionais, que contrastam com uma escassez de imóveis cada vez mais acentuada e uma oferta ainda mais desajustada da capacidade financeira dos portugueses”, refere a Century 21 Portugal, em comunicado.
Como aumentar a oferta de casas? Permitindo “construir em altura”
A Mondego Capital Partners (MCP) está de pedra e cal em Portugal. A promotora imobiliária luso-israelita já transacionou mais de 100 milhões de euros em território nacional desde 2018, estando envolvida em projetos em mais de 120 unidades residenciais e comerciais. E vai continuar a investir no país, revela ao idealista/news Gonçalo Ahrens Teixeira, adiantando que o pipeline previsível para os próximos anos “pode chegar a 300 milhões de euros”. Uma das formas de conseguir aumentar a oferta de habitação para a classe média passa “por rever os índices de construção e permitir construir em altura”, assegura o Managing Partner & CEO da empresa.
Casas à venda em Portugal: oferta subiu 6% no último ano
A crise da habitação está aí. As famílias estão a comprar menos casas em 2023 que nos anos anteriores. E pedem menos dinheiro ao banco para financiar a compra de casa, dado os elevados juros no crédito habitação. É neste contexto que a oferta de casas disponíveis para vender em Portugal subiu 6% no segundo trimestre de 2023 face à que estava disponível no mesmo período de 2022, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa
Casas perfeitas para viver como se estivesses de férias o ano todo
Gostavas de te sentir sempre de férias?
Magnata britânico quer vender villa em ilha grega por valor recorde
Há uma casa à venda na ilha grega Mykonos que salta à vista, não só pela sua piscina com vista mar.
Comprar casa está mais caro em 9 capitais de distrito em maio
A pressão da inflação sobre o poder de compra e os juros elevados no crédito habitação têm arrefecido a compra de casas em Portugal. E este cenário parece já estar a refletir-se no preço das habitações, uma vez que está a abrandar o ritmo de subida.
Casas à venda no litoral para fugir às alergias desde 20 mil euros
A chegada da primavera e do verão traz consigo o florescimento das plantas e uma explosão de cores na natureza. No entanto, para muitas pessoas, esta época também marca o início de um incómodo constante: as alergias sazonais.
Comprar casa em Portugal ficou 1,2% mais caro em abril
A venda de casas em Portugal segue caminho a bom ritmo, apesar da alta inflação e da subida dos juros nos empréstimos bancários. E como há falta de oferta para a procura existente, os preços das casas à venda no nosso país subiram 1,2% em abril face ao mês anterior, aponta o índice de preços do idealista. E este cenário é visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 15 capitais de distrito, entre março e abril, com Vila Real a liderar as subidas (5,7%). Em Lisboa, os preços das casas subiram 1,8% e no Porto 1,7%.
Oferta de casas à venda em Portugal desceu 7% no início de 2023
Mesmo com a alta inflação, subida dos juros no crédito habitação e a recente instabilidade financeira, as famílias continuam a comprar casa em Portugal, tendo registado até o maior número de transações de sempre em 2022.
Casas originais: uma moradia com estilo contemporâneo por 4,9 milhões
Viver numa luxuosa mansão, unir a privacidade e o entretenimento numa herdade de 4300 m², é o sonho de muitos de nós.
A casa que os portugueses procuram e querem para viver
A habitação está hoje no centro do debate em Portugal. Vive-se uma crise habitacional no país, que se arrasta há décadas e se agudizou nos últimos anos. Com o objetivo de mitigar o problema e aumentar a oferta de casas (sobretudo para arrendar), o Governo socialista de António Costa desenhou o pacote de medidas “Mais Habitação”, que está em discussão pública e a gerar uma forte onda de polémica e contestação. A verdade é que o atual contexto, marcado pelo alto preço das casas, subida de juros e perda do poder de compra por via da alta inflação, tem afetado a procura de habitação em Portugal, adiando a decisão de compra de casa, estimulando a mudança de casa para outras mais baratas e empurrando as famílias para o mercado de arrendamento. É isso mesmo que mostra o estudo do idealista/data sobre a procura de casas em Portugal, que identifica ainda as motivações, os orçamentos e os fatores que pesam na hora de arrendar ou comprar uma nova habitação.
Comprar casa está mais caro em 12 capitais de distrito em fevereiro
O novo cenário económico, marcado pela alta inflação e pela subida de juros no crédito habitação, já está a arrefecer a procura de casas à venda e o montante total concedido em empréstimos destinados à aquisição de habitação. Este cenário acaba por influenciar os preços das casas para comprar em Portugal, os quais se mantiveram estáveis em fevereiro face ao mês anterior. Mas este não é cenário visível em todo o país: segundo o índice de preços do idealista, as casas à venda ficaram mais caras em 12 capitais de distrito entre janeiro e fevereiro de 2023, com Viana do Castelo a liderar as subidas (5,2%). Em Lisboa, os preços das casas para comprar subiram 1,2% e no Porto mantiveram-se estáveis neste período.
Viver numa fortaleza: este bonito palacete do séc. XVIII está à venda
Todas as quintas-feiras abrimos as portas de uma casa de sonho. E desta vez trazemos uma propriedade diferente do habitual. Trata-se do Castelo do Príncipe, uma fortaleza espanhola construída no tempo de Felipe V e concluída em 1751. Chamava-se 'Castelo Fortaleza do Príncipe' em homenagem ao seu filho Carlos, mais tarde Carlos III. Restaurado em 1985 e 1986, foi posteriormente declarado Imóvel de Interesse Cultural (1994). Conta, claro, com acesso privativo ao mar.
Casa onde Goya viveu em Madrid está à venda por 250 mil euros
Esta residência do século XVIII localizada a 30 metros da Igreja da Assunção e da Plaza Mayor de Chinchón, na comunidade de Madrid, foi a casa do ilustre e magnífico pintor Francisco José de Goya, segundo o seu proprietário. Ele mesmo afirma que Goya se hospedou nesta casa durante as visitas ao seu irmão, o capelão de Chinchón. A casa está à venda no idealista por 250.000 euros.
Oferta de casas à venda em Portugal desceu 19% em 2022
O atual contexto de alta inflação, subida dos custos de construção e dos juros tem levado ao atraso de empreitadas e da chegada de novas casas ao mercado. Por outro lado, mesmo com os juros dos empréstimos da casa a escalar e a habitação com preços mais altos, as famílias continuam a comprar casa. Com a procura a superar a oferta, verificou-se uma descida de 19% no “stock” do parque habitacional português à venda no quarto trimestre de 2022, face ao que estava disponível no mesmo período de 2021, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Comprar ou arrendar: mais de 1.000 imóveis com descontos até 65%
Comprar e arrendar casa está cada vez mais caro em Portugal. Durante 2022, os preços das habitações não pararam de subir. E, agora, as famílias têm de lidar com custos do crédito habitação mais elevados, por via da subida dos juros. Com este contexto como pano de fundo, a Remax voltou a lançar a sua campanha de baixa de preços, onde é possível encontrar 1.252 imóveis, de norte a sul do país e ilhas, com descontos nos preços que oscilam entre os 5% e os 65%. Destes, contam-se mais de 500 casas no mercado com desconto. A iniciativa decorre até 28 de fevereiro.
Comprar casa está 30% mais caro do que antes da pandemia
O mercado residencial deu provas de resiliência nos últimos anos. A compra de casas continuou a seguir a bom ritmo mesmo depois do choque da pandemia da Covid-19. E após vários meses marcados pela alta inflação, pela subida das taxas de juro e pelo aumento dos preços das casas, só no verão é que se sentiu uma quebra homóloga na venda de casas (-2,8%). Mas o valor captado pelos negócios residenciais aumentou 9,6%. Os dados mais recentes do INE mostram que, agora, vendem-se menos casas, mas 13% mais caras do que em 2021. Face a 2019, as casas são vendidas por preços médios 30% mais elevados.
Comprar casa em Portugal ficou 1,9% mais caro em novembro
Mesmo num clima de alta inflação e de subida em flecha das taxas de juro nos créditos habitação, as famílias continuam a comprar casa em Portugal. E como a oferta continua a ser escassa para a procura existente, os preços das casas no nosso país continuam a aumentar mês após mês. Em novembro, as casas à venda ficaram 1,9% mais caras face ao mês anterior, custando 2.460 euros por metro quadrado (euros/m2) em termos medianos, aponta o índice de preços do idealista. A subida dos preços das casas para comprar foi visível em quase todo o território português, mostram os dados.



Aldeia à venda com 32 casas prontas para viver junto à fronteira
A tendência de colocar aldeias à venda continua a todo vapor no país vizinho. Depois da venda da aldeia de Salto de Castro, situada em Zamora, por cerca de 300 mil euros, agora há mais uma aldeia no mercado em Espanha, junto à fronteira com Portugal.
Clikalia com descontos de 300.000 euros em casas na Black Friday
Especialistas no setor do imobiliário e conscientes da situação atual do país, empresas como a Clikalia pretendem dar resposta às necessidades do mercado. A iBuyer número um da Europa e do México oferece, de 21 a 27 de novembro, descontos num total de 300.000 euros em mais de 15 imóveis em Lisboa.
Casas à venda com maior desconto: a melhor opção desde 60 mil euros
Há algo melhor do que os descontos no imobiliário? Comprar uma casa ou apartamento em Portugal tornou-se o sonho de muitos, mas com desconto é muito mais apetecível.
Casas à venda estão mais caras em 17 capitais de distrito
A inflação em Portugal atingiu os 10,2% em outubro, segundo os dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística (INE). Sente-se, sobretudo, nos preços da energia e dos alimentos, mas está a contagiar toda a economia, levando também à subida das taxas de juro e ao encarecimento do crédito habitação. E o mercado residencial em Portugal não escapa ileso a todo este efeito da crise internacional gerada pela Guerra da Ucrânia. Os dados mais recentes do idealista vêm confirmar a realidade de elevado custo da habitação, agudizado por uma alta procura face à baixa oferta e pelo prémio extra pago pelos compradores estrangeiros em relação aos nacionais. Em concreto, os preços das casas para comprar em Portugal subiram 1,1% em outubro face ao mês anterior e este é um cenário visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 17 capitais de distrito neste período.
Oferta de casas à venda em Portugal desceu 23% num ano
A procura de casas para comprar continua em alta em Portugal, mesmo num contexto de alta inflação e subida de juros no crédito habitação, que tem encolhido o poder de compra das famílias. Os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) espelham isso mesmo: só entre abril e junho deste ano foram transacionadas 43.607 habitações, traduzindo-se num crescimento de 4,5% face ao mesmo período 2021. E este aumento da venda de casas explica, em parte, a descida da oferta de habitações no mercado, bem como a continuada subida de preços. O stock de casas à venda no país caiu 23% entre o terceiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2021, aponta um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa.
Casas para comprar: preço subiu 9,3% na Zona Euro e 13,2% em Portugal
O pano de fundo do espaço europeu é marcado por alta inflação (atingiu os 10% em setembro), subida das taxas de juro e pela guerra na Ucrânia, que está a afetar todas as economias. E o mercado residencial está também a viver uma onda de encarecimento, assistindo-se a uma subida generalizada nos preços das casas para comprar em toda a Zona Euro. De acordo com o Índice do Preço das Casas do Eurostat, as casas à venda ficaram 9,3% mais caras na área do euro no segundo trimestre face ao período homólogo. E nos 27 países que compõem a União Europeia (UE), os preços das casas deram o salto ainda maior, de 9,9%. Portugal superou as médias europeias, com as casas a ficarem 13,2% mais caras neste período.