Bancos da Zona Euro “cortam” no crédito habitação

Bancos da Zona Euro “cortam” no crédito habitação

No segundo trimestre do ano, os bancos da Zona Euro apertaram as condições da concessão de crédito às empresas e às famílias, nomeadamente no que diz respeito ao crédito habitação. Um cenário que se deve manter no terceiro trimestre. Segundo um inquérito conduzido pelo Banco Central Europeu (BCE) entre 10 e 28 de junho, entre 153 bancos da Zona Euro, 24% dos bancos inquiridos disseram ter tornado as condições dos empréstimos às famílias para a compra de casa mais restritivas, um valor muito superior ao verificado nos primeiros três meses do ano (2%).
Crédito habitação a crescer em Portugal

Crédito habitação teve em 2021 o maior crescimento em quatro anos

Primeiro a pandemia e depois guerra. A estas “adversidades” junta-se a inflação e as taxas de juro, que estão a subir, bem como os preços das casas. A crescer está também o crédito habitação, com os bancos a continuarem a mostrar disponibilidade para financiar a compra de casa. Isso mesmo mostram os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP). “Em 2021, o crescimento dos contratos de crédito habitação celebrados e dos montantes concedidos foram os mais acentuados desde 2017”, lê-se no Relatório de Acompanhamento dos Mercados Bancários de Crédito de 2021, divulgado esta quinta-feira (14 de julho de 2022).
Crédito recusado pelo banco

Banco pode recusar conceder crédito habitação? Sim, nestes 5 cenários

Comprar a casa é, por si só, um processo moroso. Primeiro, há que escolher a casa certa para a família e, depois, comparar uma série de créditos habitação para perceber qual é a solução mais ajustada ao orçamento familiar, num momento em que os juros estão a subir à boleia da Euribor. Mas mesmo depois de selecionada a solução de empréstimo habitação, a família pode ver o seu crédito rejeitado pelo banco. Porquê? Há, pelo menos, cinco situações em que o banco pode recusar-se a conceder crédito habitação. Explicamos quais são neste artigo.
Pagar o crédito habitação

Quais os rendimentos necessários para pagar o crédito habitação?

Comprar casa está cada vez menos ao alcance das famílias portuguesas. Primeiro, os preços das casas estão a subir a pique e os salários não acompanham esta evolução. Segundo, o crédito habitação está a ficar mais caro à medida que as taxas Euribor sobem. E, como se não bastasse, a inflação que se está a sentir no país – que atingiu os 8,7% em junho – está a esmagar ainda mais os orçamentos familiares. Qual é o resultado deste cenário? Os rendimentos reais das famílias não chegam para pagar os encargos anuais com o crédito habitação. E esta é uma realidade sentida na cidade de Lisboa, onde o rendimento familiar real é 83,1% inferior ao necessário para pagar o crédito habitação, segundo os cálculos do idealista. No Porto, esta diferença é de -13,6%.
Bolha imobiliária em Portugal

Risco de bolha de preços em Portugal é afastado pelas imobiliárias

Com elevada inflação, o aumento dos preços das casas e a subida dos custos no crédito habitação – pelos novos prazos consoante a idade e o aumento dos juros à boleia das taxas Euribor -, os portugueses veem os seus orçamentos familiares diminuídos, um cenário que poderá arrefecer a procura de habita
Crédito habitação em Portugal

UCI financia até 90% do valor da compra ou da avaliação da casa

Recorrer ao banco continua a ser a solução encontrada por muitos portugueses para comprar casa. Não é de admirar, por isso, que os novos empréstimos à habitação continuem a superar a barreira dos mil milhões de euros, apesar de haver novas regras – limites de prazos mais curtos – e das taxas Euribor estarem a subir, o que fará com que a prestação também aumente. A escalar está também a inflação, tendo o Banco Central Europeu (BCE) já confirmado que vai mexer na taxa de juro diretora em julho. Na rubrica ‘Crédito habitação do mês’ mostramos as principais condições oferecidas por vários bancos e instituições financeiras especialistas na concessão de empréstimos para a compra de casa em Portugal. Hoje falamos sobre a oferta da UCI.
Juros no crédito habitação

Novos créditos habitação: juros começaram a subir - e vão continuar?

O clima de instabilidade económica gerado pela guerra da Ucrânia e pela inflação deu gás à subida das taxas Euribor para todos os prazos, que já se fazia sentir desde o início do ano. E os juros para os novos créditos habitação já refletem este aumento das taxas de referência da Zona Euro. De acordo com os dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP), os juros subiram para 1,06% em abril, sendo este o valor mais elevado desde julho de 2020. E tudo indica que isto é só o início de uma nova trajetória ascendente dos juros dos novos empréstimos da casa.
Crédito habitação em Portugal

Comprar casa: novo crédito habitação cai em abril e taxa de juro sobe

O recurso ao crédito habitação continua a ser a solução encontrada por muitas pessoas para comprar casa. E a verdade é que os bancos têm mostrado disponibilidade para emprestar dinheiro, apesar do momento delicado que se vive, marcado pela subida das taxas Euribor e da inflação, por exemplo. Também há novos limites de idade em vigor desde abril, o que em parte poderá ajudar a justificar o facto da concessão de novo crédito habitação ter abrandado face ao mês anterior, para 1.320 milhões de euros. Já a taxa de juro média dos novos empréstimos à habitação subiu para 1,06%, sendo este o valor mais elevado desde julho de 2020.
Prazo do empréstimo da casa

Crédito habitação: o que ter em conta no prazo do empréstimo da casa

Na hora de contratar um empréstimo para a casa, são várias as questões que devem ser levadas em conta. E uma delas é mesmo o prazo de pagamento do empréstimo, para o qual há agora novos limites consoante a idade. Muitas vezes as famílias sentem-se tentadas em alongar o prazo o máximo possível para pagar uma prestação da casa mais baixa. Mas será que compensa no longo prazo? Contas feitas, não. E neste artigo explicamos porquê tendo por base exemplos concretos.
pedir crédito habitação

Novo crédito habitação em máximos de 15 anos

O crédito habitação continua a ser a solução encontrada por muitos portugueses para conseguirem comprar casa. E nem o cenário de inflação alta (e a subir) e dos juros a subir (as taxas Euribor estão a aumentar) parece estar a pôr um travão nesta tendência. Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP) confirmam isso mesmo: em março de 2022, os bancos concederam 1.691 milhões de euros em novo crédito habitação, mais que no mês anterior (1.275 milhões de euros) e no período homólogo (1.382 milhões de euros). Trata-se do valor mais elevado dos últimos 15 anos, ou seja, desde dezembro de 2007 (1.773 milhões de euros). Também as taxas de juro estão a escalar, tendo ultrapassado a barreira dos 1%, o que não acontecia desde julho de 2020.  
Quanto vai subir a prestação da casa

Euribor e inflação a subir: menos poupança e dinheiro para gastar

A transformação da economia mundial está a acontecer a olhos vistos. A guerra da Ucrânia veio baralhar as contas e por um travão na recuperação das economias depois do trambolhão dado na pandemia. A inflação está a subir vertiginosamente e, para a travar, o Banco Central Europeu (BCE) terá mesmo de aumentar a taxa de juro diretora. Tudo isto já tem mexido com os mercados monetários e financeiros e os resultados estão à vista: as taxas Euribor estão a crescer rapidamente. E este cenário terá consequências paras as famílias, que perdem poder de compra e veem as prestações da casa subir.
Avaliação bancária de casas

Crédito habitação: m2 das casas sempre a subir – está nos 1.331 euros

Sempre a subir. É assim que se pode definir o estado atual da avaliação bancária das casas em Portugal, exigida pelos bancos aquando da concessão de um crédito habitação. Um crescimento que tem acompanhado o aumento dos preços das casas, que tem sido também constante. Em março, o valor mediano atribuído por metro quadrado (m2) pelos bancos às casas fixou-se em 1.331 euros, mais 17 euros (1,3%) que no mês anterior e mais 144 euros (12,1%) que no período homólogo, segundo dados divulgados esta quarta-feira (27 de abril de 2022) pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Trata-se do valor mais elevado desde que há registos (janeiro de 2011).
Crédito habitação sustentável

Crédito habitação sustentável: Banco CTT privilegia casas eficientes

Sustentabilidade é palavra de ordem também no crédito habitação. Significa isto que a compra de casas com boa classificação energética com recurso a empréstimo bancário pode dar descontos do financiamento a obter. Entre os bancos que estão a aderir a este tipo de iniciativas – os chamados empréstimos “verdes” – está o Banco CTT, que anunciou, esta quinta-feira (21 de abril de 2022), o lançamento da campanha “’Crédito Habitação Sustentável’, que privilegia a compra de casa energeticamente eficiente, apresentando condições especiais no crédito habitação para poder poupar a natureza e também a prestação e fatura energética de sua casa”. 
Crédito habitação e juros a subir

Novo crédito habitação sobe em fevereiro – e taxas de juro também

Pedir dinheiro emprestado ao banco para comprar casa continua a ser a solução encontrada por muitas pessoas para, precisamente, comprar casa. E os bancos têm mostrado disponibilidade para conceder crédito habitação. Os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP) confirmam isso mesmo: em fevereiro de 2022, os bancos concederam 1.275 milhões de euros em novo crédito habitação, mais que no mês anterior (1.189 milhões de euros) e homólogo (999 milhões de euros). Também as taxas de juro estão a escalar, tendo atingido o valor mais elevado desde outubro de 2020.
Crédito habitação em Portugal

Crédito habitação a crescer: valor total concedido em máximos de 2016

O crédito habitação continua a ser a solução encontrada por muitos portugueses para comprar casa. E se é verdade que os preços da habitação estão a subir, também é verdade que se estão a vender mais casas. Os bancos, por seu turno, estão a mostrar disponibilidade para emprestar. Isso mesmo mostram os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP): em fevereiro de 2022, o montante total de crédito habitação concedido foi de 97 462,6 milhões de euros, mais que no mês anterior de 2021 (91 174,8 milhões de euros) e no período homólogo (95 530,5 milhões de euros).
Crédito habitação sem fiador

Como ter crédito habitação sem fiador

A subida das taxas de juro é uma das medidas que o Banco Central Europeu (BCE) tem em cima da mesa para travar a inflação. Um aumento que, a acontecer, terá impacto nas taxas Euribor e, consequentemente, na prestação a pagar pelo crédito habitação. Um estudo recente do Caixabank, por exemplo, antecipa que as taxas Euribor atinjam terreno positivo já em 2022. Outro fator a ter em conta por quem quer comprar casa é que, já a partir de abril, entram em vigor novos limites aos prazos de concessão de empréstimos em Portugal. Será que é possível, perante este cenário, conseguir um crédito habitação sem fiador? Explicamos tudo.  
Juros no crédito habitação

Prestação da casa está a subir, segundo dados do INE

Muito se tem falado sobre a possibilidade do Banco Central Europeu (BCE) decidir aumentar já em 2022 as taxas de juro de referência, o que teria impacto nas taxas Euribor e consequentemente no crédito habitação, mais concretamente na prestação da casa. A verdade é que as taxas de juro voltaram a descer em fevereiro de 2022. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito habitação desceu para 0,793%, inferior à registada em janeiro (0,798%). Já a prestação média vencida subiu um euro, para 255 euros.
Prestação da casa sobe em março

Prestação da casa sobe em março

A prestação paga ao banco pelo crédito habitação sobe este mês de março nos contratos indexados à taxa Euribor a seis e a três meses, face às últimas revisões, segundo a simulação da Deco/Dinheiro&Direitos.
Novo crédito habitação cai em janeiro para 1.187 milhões

Comprar casa: novo crédito habitação cai em janeiro para 1.187 milhões

Os bancos continuam a mostrar disponibilidade para emprestar dinheiro para a compra de casa, mas em janeiro de 2022 a concessão de novo crédito habitação abrandou face aos meses anteriores, para 1.187 milhões de euros, segundo dados divulgados esta quinta-feira (3 de março de 2022) pelo Banco de Portugal (BdP). Será que estamos perante uma inversão de ciclo, sobretudo numa altura em que paira no ar a possibilidade do Banco Central Europeu (BCE) aumentar as taxas de juro diretoras, o que teria impacto nas taxas Euribor e, consequentemente, na prestação da casa?