“Imobiliário tem papel crucial na construção de um futuro mais verde”

“Apesar do aumento da consciencialização sobre a importância da sustentabilidade, ainda há muito a ser feito para que o setor imobiliário se torne verdadeiramente sustentável”. O alerta é dado por Márcia Pereira, CEO da Bandora, startup portuguesa que ambiciona revolucionar a gestão energética em smart buildings através da utilização de Inteligência Artificial (IA). Em entrevista ao idealista/news, a responsável considera que “a sustentabilidade não é apenas uma tendência”, mas sim “uma necessidade urgente para o futuro do planeta”. E deixa um aviso: “O setor imobiliário tem um papel crucial na construção de um futuro mais verde e sustentável”. 
SIL 2024

Ministro da Habitação: “Há mais de 50 mil fogos do IHRU por avaliar”

Miguel Pinto Luz, ministro das Infraestruturas e da Habitação, considera que é preciso “reabilitar e construir mais” em Portugal. Admite que essa é uma das prioridades do novo Governo, que está a preparar medidas – a anunciar nas próximas semanas – para reforçar e dar resposta à crise de emergência habitacional que o país enfrenta. Segundo o governante, há mais de “50 mil fogos do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) por avaliar”. “Nós estamos a mudar os processos de avaliação para acelerar este processo. Temos de pôr o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) a funcionar”, salienta.
Habitação no 25 de abril

25 de Abril: o que mudou na habitação em 50 anos de democracia?

Há 50 anos, Portugal estava em alvoroço. O dia 25 de abril de 1974 foi marcado pela Revolução dos Cravos, pela democracia e liberdade de expressão. E também abriu caminho para a reivindicação do direito à habitação, numa altura em que a falta de casas era ainda mais expressiva do que hoje, levando muitas famílias a viver em casas clandestinas, em bairros de lata improvisados. De lá para cá, muito mudou na habitação em Portugal: a construção floresceu, tendo duplicado o número de casas existentes em 50 anos e quase triplicado as casas disponíveis para venda ou arrendamento. Mas as habitações de residência principal passaram a ter menor expressão do que na década de 70 e também há mais casas vazias, sem rumo. Estas são algumas mudanças na habitação em Portugal em 50 anos de democracia que são espelhadas nos dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), que o idealista/news passou a pente fino na véspera dos 50 anos do 25 de Abril.
Novas casas no Porto

Porto, Gaia e Matosinhos querem construir 45 mil casas até 2030

Os municípios do Porto, Matosinhos e Vila Nova de Gaia têm o objetivo de disponibilizar 45.000 habitações até 2030, revelaram os representantes dos municípios no MIPIM, a feira mundial do setor imobiliário que está a decorrer em Cannes (França). Para o fazer, os autarcas têm de captar dez mil milhões de euros em investimento imobiliário.

Eleições 2024: mudanças na habitação à vista?

As próximas eleições legislativas estão aí à porta e a habitação é um dos temas centrais nos programas dos partidos, pela importância que tem na vida das pessoas e pelo impacto do mercado imobiliário para a economia. Com o país e os investidores à espera do resultado eleitoral que vai decidir o próximo Governo de Portugal, o idealista/news preparou um especial informativo que visa ajudar a refletir antes do momento de ir às urnas no próximo domingo, dia 10 de março.
comprar casa

O que leva a desistir da compra de uma casa? Sobretudo o preço

Se em 2018, o principal motivo para desistir de comprar ou arrendar uma casa era não encontrar o que se procurava, atualmente, é o preço que dita “as regras”. Segundo o estudo Observatório do Imobiliário Century 21, o fator económico representa o principal entrave no acesso à habitação.

Virar de página no imobiliário com novo Governo? Consultoras respondem

O ano de 2023 deixará saudades no setor imobiliário? E o que esperar de 2024, que ficará desde já marcado por um virar de página no Governo, com a realização de eleições legislativas no dia 10 de março? Cautela, esperar para ver, instabilidade política e turbulência económico-financeira – taxas de inflação altas, embora estejam a descer, e taxas de juro elevadas – são expressões usadas ao longo do ano passado para caracterizar o estado da nação do setor imobiliário. A tudo isto junta-se uma crise na habitação, sendo urgente aumentar a oferta de casas a preços “ajustados”. Haverá, ainda assim, motivos para estar otimista? O idealista/news tenta dar respostas a estas e outras perguntas com a ajuda das principais consultoras imobiliárias a operar em Portugal.
Apoio à renda

Apoio à renda: como funciona e quem tem direito?

Entre as medidas anunciadas no pacote Mais Habitação, há um apoio destinado aos inquilinos com contrato de arrendamento habitacional e taxa de esforço elevada. Estas pessoas podem receber um apoio mensal ao arrendamento. O valor do apoio pode chegar aos 200 euros. 
Como foi o ano de 2023 para o setor imobiliário

Adeus 2023: crise habitacional com impacto no imobiliário e no Governo

Dinamismo e resiliência são termos que têm caracterizado o setor da construção e do imobiliário em Portugal nos últimos anos. Ultrapassada uma “tempestade” chamada pandemia, surgiram em 2023 novas “batalhas”: à guerra na Ucrânia juntou-se o conflito no Médio Oriente e o Banco Central Europeu (BCE) continuou a subir as taxas de juro diretoras para travar a escalada da inflação. E deu resultados, já que a subida dos preços desacelerou estimulando o regulador europeu a deixar os juros inalterados (mas altos) na reta final do ano. Internamente, o programa Mais Habitação do Governo – entretanto demissionário – foi apresentado e entrou em vigor, tendo causado muita polémica, devido a medidas que contemplam, por exemplo, o fim dos vistos gold, a suspensão de novas licenças de Alojamento Local (AL) e o arrendamento forçado de casas devolutas.
realojamento famílias

Investigador propõe usar mosteiros e conventos para realojar pessoas

O património religioso abandonado ou subaproveitado, como mosteiros ou conventos, poderia ser utilizado para albergar pessoas desalojadas e ajudar a “resolver pontualmente alguns problemas ligados à habitação”. A ideia é defendida pelo investigador italiano Rolando Volzone, que levou o tema a debate na 4.ª edição da Conferência Internacional Arquitecturas da Alma, que começou esta quinta-feira, 19 de outubro, no Mosteiro da Batalha.
Falta de oferta de casas em Portugal

Reprogramação do PRR vai aumentar em 20% verbas para habitação

A ministra da Presidência assegurou esta quarta-feira (6 de setembro de 2023) o cumprimento das metas para a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e estimou um aumento em 20% das verbas destinadas à habitação no âmbito do projeto de reprogramação. "O PRR está em movimento e está no território. Temos neste momento 86% do PRR com avisos lançados, 85% do total do PRR com aprovações feitas e 15% do total do PRR já pago aos beneficiários”, referiu Mariana Vieira da Silva.
Lisboa

IHRU: o braço público da Habitação tem um novo presidente

O Governo nomeou um novo Conselho Diretivo para o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU, I.P.), na sequência do termo do mandato do Conselho Diretivo cessante. O organismo será agora liderado por António Gil Leitão, que tomou posse no dia 12 de junho de 2023.
Há muitas casas vazias em Lisboa e muitas pessoas à espera de uma casa

Habitação na Grande Lisboa: há mais de 23 mil pessoas à espera de casa

Numa altura em que o debate em torno da habitação está na ordem do dia em Portugal, tendo o Governo apresentado o pacote Mais Habitação – está em consulta pública e tem gerado muita polémica –, sabe-se que o Estado é proprietário de muitos imóveis devolutos, entre prédios, conventos e escolas, por exemplo. Paralelamente, há mais de 23 mil pessoas (23.385) em 11 municípios da Grande Lisboa à espera de uma casa. 
Onde é que há mais casas vazias em Portugal

Estes são os municípios portugueses com mais e menos casas vazias

A habitação é um tema que está na ordem do dia, tendo o Governo anunciado um pacote de medidas – designado Mais Habitação – que visa, acima de tudo, colocar mais casas no mercado. Uma necessidade, de resto, já defendida por vários players do setor imobiliário. Importa saber, afinal, quais são os municípios onde há mais e menos casas vagas. Lisboa lidera a lista e o Corvo (Açores) encontra-se na cauda da lista.