Falta de casas em Portugal

Falta de casas para trabalhadores ameaça projetos do PRR

São vários os projetos apoiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que precisam de mão de obra especializada para desenvolver os trabalhos dentro do prazo estipulado pela Comissão Europeia – até 2026. Acontece que muitos trabalhadores estão em mobilidade precisando de casas para viver nos próximos anos. Mas deparam-se com uma realidade: a falta de casas em várias cidades do país e os preços elevados das habitações disponíveis no mercado. Tudo isto tem dificultado o alojamento destes trabalhadores e colocado em risco o cumprimento dos prazos do PRR.
Arrendamento acessível no Porto

Rendas acessíveis no Porto: Câmara vai colocar 20 casas no mercado

A Câmara Municipal do Porto (CMP) vai reabilitar dois prédios que comprou recentemente para colocar no mercado 20 casas para arrendamento acessível. Em causa está um investimento total de 3,6 milhões de euros financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do programa 1.º Direito. Os prédios situam-se nas ruas 9 de Abril e Matias de Albuquerque.
Lei dos portos

Lei dos portos vai incluir habitação para trabalhadores em Sines

O ministro das Infraestruturas disse esta quarta-feira (12 de julho de 2023) que a revisão do quadro legislativo para os portos vai prever disposições sobre habitação, através de parcerias com entidades como a Câmara Municipal de Sines, para promover a fixação de trabalhadores. "A boa notícia é que iremos incluir [na lei dos portos] disposições sobre esta matéria, nomeadamente sobre a questão da habitação”, afirmou João Galamba, durante a cerimónia de assinatura do Memorando de Entendimento entre o Porto de Sines e a Companhia Siderúrgica Nacional do Brasil, no Ministério das Infraestruturas, em Lisboa.
Oferta de casas à venda

Casas à venda em Portugal: oferta subiu 6% no último ano

A crise da habitação está aí. As famílias estão a comprar menos casas em 2023 que nos anos anteriores. E pedem menos dinheiro ao banco para financiar a compra de casa, dado os elevados juros no crédito habitação. É neste contexto que a oferta de casas disponíveis para vender em Portugal subiu 6% no segundo trimestre de 2023 face à que estava disponível no mesmo período de 2022, segundo um estudo do idealista, o principal Marketplace imobiliário do sul da Europa
Garagens transformadas em casas

Garagens são transformadas em casas para viver em Portugal

As casas estão cada vez mais caras, seja para comprar seja para arrendar. E os elevados juros também estão a dificultar o acesso ao crédito habitação. A falta de oferta de habitação está a levar os portugueses a procurar alternativas para viver. E uma das soluções cada vez mais encontradas pelas famílias passa mesmo por transformar garagens em casas. Mas não só. Também há famílias a adaptar lojas, armazéns e escritórios em habitações.
Mais casas para a classe média portuguesa

Casas para a classe média? Sem terrenos do Estado será muito difícil

O Governo comprometeu-se, no programa Mais Habitação, a ceder património público devoluto (imóveis e terrenos) ao setor privado, de forma a aumentar a oferta de habitação em Portugal, nomeadamente para a classe média e a custos acessíveis à generalidade das pessoas. Uma iniciativa que é vista com bons olhos por parte dos promotores imobiliários, mesmo aqueles que operam mais no segmento de luxo, como a Vanguard Properties (VP). 
Viver no Parque das Nações

Como é morar no Parque das Nações, a minicidade que nasceu da Expo 98?

Há 25 anos, Portugal estava em alvoroço. Passavam poucos dias da inauguração da Expo 98, uma megaexposição cultural que marcou para sempre a evolução da malha urbana de Lisboa para oriente. De uma zona degradada e poluída nasceu a freguesia do Parque das Nações, uma nova ‘minicidade’, que trouxe mais comércio, cultura, transportes e casas à capital. E tem atraído cada vez mais famílias portuguesas e estrangeiras de classe média para viver. A propósito dos 25 anos da Expo'98, o idealista/news foi investigar o que distingue o Parque das Nações enquanto bairro residencial.
Rendas acessíveis em Lisboa

Arrendamento acessível em Lisboa: só 2% dos candidatos consegue casa

O aumento da oferta de casas para a classe média portuguesa está na ordem do dia, nomeadamente no mercado de arrendamento. Um problema ao qual o Governo pretende dar resposta com algumas medidas que constam no programa Mais Habitação, já aprovado no Parlamento. A verdade é que, nas duas principais cidades do país, são poucas as casas com rendas acessíveis que têm sido entregues, face à enorme procura. Em Lisboa, por exemplo, só 2% dos candidatos consegue uma habitação. 
Construir casas para a classe média

Construir casas para a classe média só com "estabilidade e confiança"

Portugal vive um momento marcado pela falta de oferta de casas, que agrava a subida dos preços, bem como o acesso à habitação. E, para resolver a questão e construir mais casas para classe média, é preciso que o Governo trabalhe lado a lado com os promotores privados. A receita está na “confiança e na estabilidade fiscal, legislativa e urbanística”, defende em entrevista Francisco Carmona, CEO da Alma Development, uma promotora imobiliária que aterrou em Portugal há cerca de um ano e planeia agora desenvolver um megaprojeto residencial em Vila Nova de Gaia avaliado em mais de 100 milhões de euros, também dirigido a famílias portuguesas de classe média. E não vai ficar por aqui.
Preços das casas a subir nos EUA

Preços das casas voltam a subir na Costa Oeste dos EUA apesar da crise

Quem vive nos grandes centros urbanos da Costa Oeste dos EUA está a enfrentar um momento marcado pelos altos custos dos empréstimos habitação, uma vaga de demissões na área da tecnologia e uma crise bancária regional. E este cenário tem influenciado a dinâmica do mercado imobiliário: a oferta de casas à venda tem vindo a cair em cidades como São José e São Francisco, impulsionando a subida dos preços das casas (ao contrário do que aconteceu em 2022).
Oferta de habitação municipal em Lisboa está a aumentar

Apoios à habitação: CML assegura execução do PRR e aguarda mais verbas

O presidente da Câmara de Lisboa assinalou esta segunda-feira (8 de maio de 2023) a atribuição de 1.086 casas municipais desde o início do mandato, em outubro de 2021, realçando a “capacidade de realização” e assegurando a execução do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). “Desde o início deste mandato, conseguimos ajudar 1.086 famílias com uma nova casa”, afirmou Carlos Moedas (PSD), após a entrega de 20 chaves de habitações municipais, numa cerimónia que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Preço das casas em Portugal

Comprar casa em Portugal ficou 1,2% mais caro em abril

A venda de casas em Portugal segue caminho a bom ritmo, apesar da alta inflação e da subida dos juros nos empréstimos bancários. E como há falta de oferta para a procura existente, os preços das casas à venda no nosso país subiram 1,2% em abril face ao mês anterior, aponta o índice de preços do idealista. E este cenário é visível em quase todo o território português, já que as casas ficaram mais caras em 15 capitais de distrito, entre março e abril, com Vila Real a liderar as subidas (5,7%). Em Lisboa, os preços das casas subiram 1,8% e no Porto 1,7%.
Câmara de Loulé aprova construção de projeto com 64 casas

Câmara de Loulé dá luz verde a projeto com 64 casas

Vai nascer no loteamento da Clona, perto da Mina de Salgema, em Loulé, um projeto residencial com 64 casas, tendo a Câmara Municipal de Loulé (CML) aprovado recentemente a adjudicação da empreitada, tendo sido aberto um concurso internacional que foi ganho pela empresa Ferreira – Construção, SA, por cerca de 12 milhões de euros, revelou a autarquia. 
Oferta de arrendamento acessível está a crescer em Portugal

Rendas acessíveis: IHRU investe 51,8 milhões em 266 casas em Benfica

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) vai investir cerca de 51,8 milhões de euros no novo complexo habitacional na Quinta da Baldaya, na freguesia lisboeta de Benfica, que terá 266 casas para arrendamento acessível. A aposta neste segmento do mercado residencial está, de resto, contemplada no programa do Governo Mais Habitação. 
rendas

Limites às rendas durante 7 anos e menos impostos

A aposta no arrendamento, proteção de inquilinos mais velhos, combate à especulação e baixa de impostos são algumas das medidas em destaque no programa Mais Habitação aprovado esta quinta-feira, 30 de março de 2023. O Governo decidiu avançar, por exemplo, com a renda justa, que vai impedir alguns senhorios de aumentarem a renda durante sete anos; com o congelamento das rendas antigas (anteriores a 1990); mas também com medidas de alívio fiscal para tentar, com isso, aumentar a oferta de habitação. Explicamos.
Mais oferta de casas no mercado

Juros, inflação e Mais Habitação: qual o impacto na venda de casas?

Somam-se cada vez mais desafios aos negócios imobiliários. Primeiro a pandemia, depois a alta inflação e a subida dos juros no crédito habitação. E, mais recentemente, a crise financeira decorrente da falência dos bancos nos EUA, a que acresce o polémico Mais Habitação, que muito tem inquietado o mercado. Mesmo perante este cenário, o setor imobiliário tem resistido de boa saúde: as expectativas de negócios das casas estão em alta para 2023. Mas é verdade que a procura vai-se adaptando, com as famílias de classe média de olho em casas mais baratas e em terrenos. E as famílias de classe alta a retraírem as transações devido à instabilidade que o programa Mais Habitação trouxe ao mercado, segundo explicaram os especialistas presentes no Imobinvest – Salão do Imobiliário ao idealista/news na passada sexta-feira, dia 24 de março.
Casas para viver no Porto

Viver no Grande Porto: imobiliário unido para aumentar oferta de casas

O mercado residencial do Grande Porto – tal como o do país - enfrenta hoje uma série de desafios desencadeados pela atual instabilidade económica e financeira. A alta inflação, a subida dos juros no crédito habitação e a recente crise financeira estão a gerar um clima de desconfiança, que ameaça arrefecer os negócios das casas (embora as transações tenham registado um recorde em 2022). Mas os profissionais do imobiliário estão unidos para assegurar que o mercado residencial continua a crescer e a dar provas de resiliência. Muitos vão estar reunidos no Imobinvest – Salão do Imobiliário que vai arrancar esta sexta-feira, dia 24 de março de 2022, na Alfândega do Porto, e que conta com o idealista enquanto portal oficial.