Crédito habitação: juros voltam a descer para 4,513% em junho
Os juros no crédito habitação em Portugal voltaram a cair pelo quinto mês consecutivo, tendo-se fixado em 4,513% em junho. Esta é uma boa notícia para quem está a pagar prestações da casa ao banco. Também quem resolveu pedir um empréstimo habitação entre abril e junho contou com uma taxa de juro mais baixa, de 3,729%, revelam os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta sexta-feira divulgados. As recentes descidas da Euribor podem ajudar a explicar esta trajetória descendente dos juros em Portugal.
Renegociar o spread para baixar a prestação da casa: sim ou não?
Muitas famílias viram a prestação do crédito habitação subir em flecha nos últimos tempos, devido ao aumento das taxas de juro por parte do Banco Central Europeu (BCE), que fez disparar, por sua vez, as taxas Euribor. A verdade é que, no entanto, o spread médio dos novos contratos de crédito habitação com taxa variável tem vindo a descer, encontrando-se já abaixo da barreira dos 1%. Será, então, boa altura para renegociar o spread? Explicamos tudo sobre este tema no artigo de hoje da Deco Alerta.
Taxa mista no crédito da casa: BCP desconta spread durante 2 anos
A Euribor já está a descer há vários meses, antecipando o alívio da política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que se confirmou na quinta-feira, dia 6 de junho. Mas, ainda assim, as famílias portuguesas continuam a contratar mais créditos habitação a taxa mista, que atingiram o peso recorde de 75% nos novos contratos em abril. Esta é uma tendência que surge numa altura em que muitos bancos continuam a oferecer taxas mistas mais baratas que as taxas variáveis e indexadas à Euribor. Um deles é o Millennium bcp, que dá descontos no spread durante dois anos. Explicamos tudo no crédito habitação do mês de junho.
Prestações da casa vão descer mais com corte dos juros do BCE: quanto?
As famílias já têm vindo a sentir um ligeiro alívio nas prestações da casa com as recentes descidas da Euribor, que já estava a antecipar aquele que foi o primeiro corte dos juros diretores pelo Banco Central Europeu (BCE) decidido esta quinta-feira, dia 6 de junho. Mas agora há uma questão que se impõe: será que os juros no crédito habitação em Portugal vão descer ainda mais? Tudo depende de como reagir a Euribor à redução dos juros do BCE. Os analistas de mercado antecipam que as taxas Euribor deverão continuar a descer, mas não muito mais no curto prazo. E também consideram improvável que haja impacto positivo imediato na venda de casas. Explicamos porquê.
Prestações da casa descem em junho à boleia da Euribor: quanto?
Há boas notícias para quem quer contratar um crédito habitação a taxa variável em Portugal. As taxas Euribor desceram para todos os prazos em maio, o que significa que as prestações da casa a pagar no mês de junho voltaram a diminuir alguns euros, revelam as simulações do idealista/créditohabitação. Também quem já está a pagar um empréstimo da casa indexado à Euribor e tiver revisão da prestação este mês, irá pagar menos. Revelamos quanto vão descer as prestações da casa em junho à boleia da queda da Euribor.
Rendas e prestações sobem mais que inflação na UE: como fica Portugal?
As despesas com a habitação na Europa aumentaram – e muito – nos últimos dois anos. Mas a subida dos juros no crédito habitação não foi o único fator que contribuiu para este aumento. Também as despesas da luz, água e gás subiram à boleia da inflação e as rendas das casas têm vindo a aumentar. Este contexto fez com que o custo da habitação na Europa, em termos médios, tenha subido 10,2% para o conjunto de proprietários, inquilinos e mutuários de crédito habitação entre julho de 2022 e janeiro de 2024, numa altura em que a inflação na Zona Euro subiu menos (5,5%). Neste cenário, Portugal apresenta dos menores custos com a casa entre os 11 Estados-membros analisados pelo Banco Central Europeu (BCE).
Crédito habitação: juros descem pelo 3.º mês e fixam-se em 4,606%
Depois de passarem quase dois anos sempre a subir, os juros nos créditos habitação em Portugal estão a assumir uma trajetória decrescente (embora lenta). Isto porque os juros no conjunto dos empréstimos da casa desceram pelo terceiro mês seguido, fixando-se em 4,606% em abril, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE) esta quinta-feira. Nos novos créditos habitação, os juros já estão a cair há seis meses, estando abaixo dos 4% pela primeira vez em quase um ano.
Comprar ou arrendar casa em Portugal: taxa de esforço dispara em 2024
A crise da habitação em Portugal parece não ter fim à vista. O preço das casas para comprar e arrendar voltou a subir em 2024, embora de forma mais lenta, continuando a ser bem superior aos salários das famílias. Em resultado, a percentagem do rendimento familiar necessária para comprar ou arrendar casa aumentou no último ano em praticamente todas as capitais de distrito portuguesas, de acordo com a análise de dados realizada pelo idealista, editor desta newsletter. Ao analisar as taxas de esforço, conclui-se que o esforço exigido para arrendar casa aumentou dez pontos percentuais (p.p.), passando de 71% no primeiro trimestre de 2023 para 81% no primeiro trimestre de 2024. Já na compra de casa, a taxa de esforço nacional aumentou 8 p.p., passando de 60% em março de 2023 para 68% em março deste ano.
Crédito da casa existente: prestação baixa pela 1.ª vez em dois anos
Todos os meses o Banco de Portugal (BdP) revela o valor da prestação média para o total de créditos habitação própria e permanente. Em março houve um ponto de inversão: a prestação da casa baixou para 423 euros, naquela que foi a primeira redução desde dezembro de 2021. Esta queda da prestação da casa reflete as ligeiras descidas da Euribor que se têm feito sentir nos últimos meses, bem como uma maior adesão a taxas mistas, que estão mais acessíveis.
Maio traz reduções na Euribor e nas prestações da casa
As taxas Euribor continuam a dar sinais de descida, antecipando a flexibilização da política monetária do Banco Central Europeu (BCE) prevista para junho. Estas são boas notícias para as famílias que estão a pensar contratar um crédito habitação a taxa variável em maio, já que as prestações da casa estão mais baixas face aos meses anteriores, tal como revelam as simulações do idealista/créditohabitação. Quem está a pagar um empréstimo habitação indexado à Euribor e tiver revisão da prestação este mês, também pagará menos. Descobre quanto.
Crédito habitação com taxa mista a 2,9%: a nova aposta da CGD
Numa altura em que a incerteza continua a pairar sobre o contexto económico, as famílias que estão a contratar novos crédito habitação em Portugal querem garantir alguma estabilidade financeira. É por isso mesmo que têm aderido, cada vez mais, às taxas mistas, que fixam os juros no período inicial do empréstimo da casa. Além disso, também estão a ser atraídas pelas taxas mistas mais acessíveis oferecidas por vários bancos. É o caso da Caixa Geral de Depósitos (CGD) que oferece uma taxa mista de 2,9% nos primeiros 5 anos do contrato. Explicamos tudo na rubrica Crédito habitação do mês de abril.
Bonificação dos juros e fixar prestação: só há 30 mil beneficiários
A bonificação dos juros e a fixação da prestação da casa durante dois anos são duas medidas criadas pelo antigo Governo de António Costa para aliviar as prestações da casa de quem está a pagar créditos habitação a taxa variável bem mais caros, por via do aumento da Euribor.
Banca reduziu crédito habitação malparado em 2 mil milhões desde 2016
Continuam a soar os alarmes quanto ao risco de incumprimento do crédito habitação em Portugal, dado o contexto de elevadas taxas de juro e baixo poder de compra. Mas os dados mais recentes do Banco de Portugal (BdP) revelam que o montante de empréstimos da casa problemáticos está em mínimos, registando cerca de 250 milhões de euros em fevereiro. Isto acontece porque os bancos têm vindo a reduzir a sua exposição a créditos habitação malparados desde a última crise financeira num montante superior a 2 mil milhões de euros.
Juros nos novos créditos habitação voltam a descer pela 4ª vez seguida
A grande maioria dos novos créditos habitação em Portugal continuam a ser contratados a taxas mistas, que estão mais acessíveis do que as taxas variáveis e indexadas à Euribor. Esta nova tendência de contratação de empréstimos para a compra de casa tem-se refletido na taxa de juro média dos novos contratos de crédito habitação que diminuiu pelo quarto mês consecutivo, fixando-se em 3,72% em fevereiro, revelam os dados do Banco de Portugal (BdP). Ainda assim, o montante concedido em novos créditos da casa voltou a cair em fevereiro, assim como as renegociações e amortizações.
Alívio na prestação da casa em abril – mas só para alguns
Abril traz um alívio na prestação da casa paga ao banco, mas apenas para quem tem o empréstimo associado à Euribor a três ou seis meses. Este é o terceiro mês em que há redução das prestações dos créditos habitação indexadas a estas taxas, depois de quase dois anos a subirem, tal como revelam as simulações do idealista/créditohabitação.
Comprar casa no Grande Porto? Famílias aguardam descida dos juros
O mercado habitacional do Grande Porto continua a dar cartas. Há novos empreendimentos a surgir e vontade de viver, sobretudo, nos municípios periféricos à cidade Invicta.
Juros no crédito habitação descem pela 1ª vez em dois anos para 4,641%
Os juros nos novos créditos habitação estão a descer há quatro meses consecutivos, tendo-se fixado em 4,197% em fevereiro. Agora, observa-se que as recentes descidas (ligeiras) da Euribor e as taxas mistas mais acessíveis também já estão a ter efeitos nos juros implícitos no total de empréstimos habitação existentes no país. Isto porque, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), esta taxa de juro diminuiu pela primeira vez desde março de 2022, para 4,641% em fevereiro de 2024. Esta descida dos juros também se refletiu nas prestações da casa.
Crédito habitação: Euribor terminará o ano em torno dos 3%
No final da última reunião de política monetária, o Banco Central Europeu (BCE) deixou a porta aberta para discutir os primeiros cortes dos juros diretores em junho. E esta decisão terá influência direta na flutuação das taxas Euribor. O que os analistas de mercado esperam é que a Euribor possa começar a descer de forma mais expressiva assim que o alívio da política monetária se materializar. E preveem mesmo que a Euribor possa descer para cerca de 3% até ao final de 2024.
Prestação da casa: o que fazer se não a conseguires pagar
Fazer um crédito habitação é a solução encontrada por muitos portugueses para terem uma casa.
Euribor a 6 e 12 meses interrompem descidas em fevereiro: porquê?
As taxas Euribor começaram a descer no final de 2023, reagindo à manutenção dos juros diretores por parte do Banco Central Europeu (BCE). E parecia que a trajetória de recuo seria para manter.
Grande Lisboa e Algarve: onde é mais difícil ter acesso a casa
O acesso à habitação em Portugal é uma grande questão dos nossos dias, que tem vindo a ser agravada pelo aumento dos preços das casas que não acompanham a evolução dos salários das famílias, a par dos altos juros nos créditos habitação. Foi neste contexto que o Ministério da Economia realizou um estudo sobre a acessibilidade da habitação no nosso país, concluindo que é na Grande Lisboa e no Algarve onde é mais difícil comprar ou arrendar casa. Por outro lado, no Norte, Centro e no Alentejo o acesso à habitação melhorou. Mas só se contabilizaram 45 municípios do território continental onde as famílias dispunham de rendimento suficiente para cobrir a prestação da casa.
Alívio na prestação da casa: quando é que a Euribor vai descer mais?
As taxas Euribor continuam a abrandar, embora lentamente. E esta é uma reação do indexante à manutenção dos juros diretores pelo Banco Central Europeu (BCE) por três reuniões consecutivas.
Novos créditos habitação: prestação da casa volta a descer em janeiro
As prestações da casa nos novos créditos habitação voltaram a descer em janeiro de 2024. É isso mesmo que mostram os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) esta segunda-feira divulgados: o valor médio da prestação da casa foi de 639 euros para os contratos celebrados nos últimos três meses, ou seja, 12 euros inferior ao observado em dezembro. Por detrás desta descida está a terceira diminuição consecutiva das taxas de juro para 4,315% em janeiro de 2024, motivadas pelo recuo da Euribor, bem como pela maior contratação de taxas mistas mais acessíveis. Já olhando para todos os créditos habitação existentes no país, a realidade é outra: tanto os juros, como as prestações da casa voltaram a subir, mantendo-se em máximos de 2009.
Comprar ou arrendar casa em Portugal: taxa de esforço dispara em 2023
As casas para comprar e arrendar em Portugal continuaram a ficar mais caras em 2023. E embora o ritmo de subida do custo da habitação tenha abrandando em algumas cidades, a verdade é que continuaram a crescer a maior velocidade do que os salários das famílias. Em resultado, a taxa de esforço para comprar ou arrendar casa subiu no último ano em praticamente todas as capitais de distrito portuguesas, de acordo com um estudo realizado pelo idealista. O esforço exigido para arrendar casa em Portugal aumentou dezanove pontos percentuais (p.p.), passando de 62% no quarto trimestre de 2022 a 81% no quarto trimestre de 2023. Já na compra de casa, a taxa de esforço nacional aumentou 14 pontos, passando de 57% para 71% entre estes dois momentos.
Um terço das famílias gasta mais de 30% dos rendimentos com a casa
Mais de um terço (36,4%) dos inquiridos num estudo do Observatório da Sociedade Portuguesa refere gastar mais de 30% do rendimento do agregado familiar com arrendamento ou pagamento de prestações de casa.