Salários em Portugal

Salários em Portugal: remuneração bruta total mensal média aumenta

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 6,4%, para 1.640 euros, no trimestre terminado em junho de 2024 (correspondente ao segundo trimestre do ano), em relação ao mesmo período de 2023, revelou esta terça-feira (13 de agosto de 2024) o Instituto Nacional de Estatística (INE), adiantando que a componente regular e a componente base daquela remuneração aumentaram 6,6% e 6,4%, situando-se em 1.295 euros e 1.214 euros, respetivamente. Em termos reais, a remuneração também acelerou, neste caso 3,6%.
Rendimentos das famílias da OCDE

Rendimento real 'per capita' das famílias na OCDE sobe 0,9%

O rendimento real 'per capita' das famílias na OCDE aumentou 0,9% no primeiro trimestre, contra 0,3% no trimestre anterior, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) real 'per capita' cresceu 0,3%, anunciou esta segunda-feira (12 de agosto de 2024) a Organização para a Cooperações e o Desenvolvimento Económico (OCDE)
Redução do IRS 2024

Descida do IRS aprovada pelo PR: será refletida nos salários em 2024?

Há boas notícias para os contribuintes que trabalham em Portugal. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deu luz verde ao diploma do PS que vem reduzir das taxas de IRS até ao 6.º escalão de rendimentos entre 0,25 e 1,5 pontos percentuais. Mas é ainda incerto se a redução se vai sentir nos salários das famílias já este ano. Ou seja, ainda não se sabe se vão ser publicadas novas tabelas de retenção na fonte com impacto nos salários.
Salários em Portugal

Salário bruto em Portugal sobe 6,1% para 1.443 euros mensais

Os salários em Portugal estão a subir, pelo menos, em termos brutos. Segundo os dados do Instituto Naiconal de Estatística (INE) divulgados esta quinta-feira, a remuneração bruta média por trabalhador aumentou 6,1% para 1.443 euros por mês, no trimestre terminado em março (face ao período homólogo). Este crescimento dos salários foi sentido em todas as atividades económicas, construção e imobiliário inclusive. 
Esforço em comprar ou arrendar casa

Comprar ou arrendar casa em Portugal: taxa de esforço dispara em 2024

A crise da habitação em Portugal parece não ter fim à vista. O preço das casas para comprar e arrendar voltou a subir em 2024, embora de forma mais lenta, continuando a ser bem superior aos salários das famílias. Em resultado, a percentagem do rendimento familiar necessária para comprar ou arrendar casa aumentou no último ano em praticamente todas as capitais de distrito portuguesas, de acordo com a análise de dados realizada pelo idealista, editor desta newsletter. Ao analisar as taxas de esforço, conclui-se que o esforço exigido para arrendar casa aumentou dez pontos percentuais (p.p.), passando de 71% no primeiro trimestre de 2023 para 81% no primeiro trimestre de 2024. Já na compra de casa, a taxa de esforço nacional aumentou 8 p.p., passando de 60% em março de 2023 para 68% em março deste ano.
Preço das casas e salários

Preço das casas em Portugal seguirá 6 vezes mais elevado que salários

As dificuldades no acesso à habitação em Portugal e Espanha vão continuar a existir no curto prazo. Isto porque, segundo estima a Fitch, os aumentos nos rendimentos das famílias deverão ser “praticamente iguais” à evolução esperada dos preços das casas para 2024 e 2025. Em Portugal, o custo da habitação poderá crescer até 6% ao ano.
Salários no imobiliário e construção

Imobiliário e construção: salários sobem abaixo da produtividade

Os trabalhadores portugueses estão cada vez mais produtivos. Mas a subida dos salários não está a acompanhar esta evolução positiva da produtividade. Esta é uma realidade bem visível a nível nacional que também é observada em vários setores de atividade. É o caso das atividades imobiliárias onde a produtividade aumentou muito mais do que os salários na última década. Também na construção há diferenças, embora de forma menos acentuada.
Custos para as empresas por hora de trabalho

Quanto custa às empresas em Portugal cada hora de trabalho? 

Em 2023, as empresas portuguesas gastaram, em média, 17 euros por cada hora trabalhada – incluindo custos salariais e outros gastos, como impostos e contribuições sociais –, segundo dados divulgados recentemente pelo Eurostat. Trata-se de um valor muito inferior ao registado na média da União Europeia (UE) e da Zona Euro: 31,8 e 35,6 euros, respetivamente. Portugal é, de resto, um dos países onde o valor é mais baixo (o 10º entre os Estados-membros da UE).
Custos das empresas com salários em Portugal e na UE

Custos das empresas com salários sobem 5,5% em Portugal no 4º trimestre

No quarto trimestre de 2023, os custos do trabalho por hora aumentaram 3,4% na Zona Euro, 4% na União Europeia (UE) e 5,7% em Portugal, face ao período homólogo, segundo dados do Eurostat. De referir que há duas grandes componentes nesses custos: os salários e os outros encargos. Relativamente aos ordenados, subiram 3,1% na Zona Euro e 3,8% no conjunto da UE em termos homólogos. Em Portugal, o crescimento foi ligeiramente superior: 5,5%.
Salário mínimo português ultrapassado pelo da Polónia

Salário mínimo português ultrapassado pelo da Polónia em 2024

O salário mínimo em Portugal aumentou para 956,67 euros brutos em 2024, segundo dados divulgados recentemente pelo Eurostat. Um crescimento, no entanto, que não foi suficiente para melhorar a posição do país face aos restantes parceiros europeus, visto que Portugal desceu um lugar no ranking e foi ultrapassado pela Polónia, tendo passado de 10º para 11º lugar.  
Taxa de esforço de comprar ou arrendar casa

Comprar ou arrendar casa em Portugal: taxa de esforço dispara em 2023

As casas para comprar e arrendar em Portugal continuaram a ficar mais caras em 2023. E embora o ritmo de subida do custo da habitação tenha abrandando em algumas cidades, a verdade é que continuaram a crescer a maior velocidade do que os salários das famílias. Em resultado, a taxa de esforço para comprar ou arrendar casa subiu no último ano em praticamente todas as capitais de distrito portuguesas, de acordo com um estudo realizado pelo idealista. O esforço exigido para arrendar casa em Portugal aumentou dezanove pontos percentuais (p.p.), passando de 62% no quarto trimestre de 2022 a 81% no quarto trimestre de 2023. Já na compra de casa, a taxa de esforço nacional aumentou 14 pontos, passando de 57% para 71% entre estes dois momentos.