Top 10 dos países mais baratos do mundo para viver

O custo e a qualidade de vida nestes países destacam-nos entre os destinos para quem procura um lugar para viver permanentemente.
Turquia
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Se andas a pensar mudar de vida, reduzir despesas e ganhar margem no orçamento, há destinos no mundo onde isso é bem mais fácil de conseguir. Em vários países, o custo de vida é significativamente mais baixo, o que permite esticar o salário e manter – ou até melhorar – a qualidade de vida.

Segundo rankings internacionais de acessibilidade, como os do U.S. News & World Report, os 10 países mais baratos do mundo para viver destacam-se, atualmente, por combinar habitação mais barata, estilo de vida atrativo e boas oportunidades. Do Sudeste Asiático à América Latina, estes são alguns dos países mais económicos para viver.

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Tailândia: o país mais barato do mundo

Tailândia
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O país do Sudeste Asiático destaca-se como uma das opções mais económicas e aparece frequentemente nos rankings de países mais acessíveis para viver. Segundo vários inquéritos feitos a expatriados, viver por lá permite ter acesso a alojamento, alimentação e transportes a preços bastante reduzidos, sobretudo fora das zonas mais turísticas.

Cidades como Banguecoque ou Chiang Mai combinam uma oferta cultural rica, boa gastronomia, clima tropical e um estilo de vida descontraído que, quando comparado com a Europa ou com outras regiões mais caras do mundo, pode ser bastante acessível.

Vietname: entre os mercados mais emergente

Vietname
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O Vietname surge nos rankings mais recentes como um dos países mais baratos para expatriados, graças a custos muito reduzidos em habitação, transportes, alimentação e serviços essenciais.

Se valorizas um bom equilíbrio entre modernidade e baixo custo, o país oferece uma mistura atrativa de cultura, comunidade ativa de expatriados, economia em crescimento e um estilo de vida confortável sem gastar demasiado. Muitas pessoas que se mudam para o país do extremo nordeste do sudeste asiático reconhecem que os seus rendimentos chegam para uma vida mais folgada do que em países com rendimentos mais elevados.

Índia: um dos melhores países para viver economicamente

Índia
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Índia, o país mais populoso do mundo, é outro destino destacado pelo baixo custo de vida. Habitação, transportes e alimentação costumam ser muito mais baratos do que a média global, especialmente em cidades pequenas ou zonas rurais.

Mesmo que megacidades como Nova Deli ou Mumbai possam ser mais caras, existem muitas áreas onde se vive de forma económica e simples, sem abrir mão do essencial do dia a dia.

Filipinas: habitação a preços acessíveis

Filipinas
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As Filipinas destaca-se igualmente entre os países mais económicos para viver, com custos moderados em habitação, serviços e despesas diárias. Para quem aceita um estilo de vida simples, as suas ilhas oferecem clima tropical, natureza e um custo muito inferior ao de muitas outras regiões do mundo.

Além disso, a combinação de cultura local, praias paradisíacas, cidades com bom acesso a serviços e uma comunidade internacional torna Filipinas um destino interessante para quem procura preços acessíveis e qualidade de vida tranquila.

Malásia: uma opção económica

Malásia
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Este país surge frequentemente nas listas de países baratos para viver, graças ao custo de vida relativamente baixo comparado com os salários locais. Com uma população de vários milhões e uma estrutura urbana diversificada, o país adapta-se a diferentes orçamentos, oferecendo zonas modernas e outras mais acessíveis economicamente.

Para muitos expatriados e residentes, a Malásia combina estabilidade, serviços essenciais, bom clima, diversidade cultural e uma economia em crescimento com preços mais contidos.

Indonésia: viver bem sem gastar muito

Indonésia
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Com a sua enorme extensão geográfica e diversidade de ilhas, a Indonésia oferece múltiplas opções para quem quer viver com um orçamento controlado. Segundo a U.S. News & World Report, é um dos países mais baratos para residir.

Especialmente fora das zonas turísticas, a habitação, a alimentação e os serviços custam muito menos do que em muitos países ocidentais. Esta flexibilidade, aliada à natureza, ao clima tropical e à cultura, transforma o país num destino apelativo para quem valoriza baixo custo e qualidade de vida simples.

México: o país mais económico da América Latina

México
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Na América Latina, México destaca como um dos destinos mais acessíveis para viver, oferecendo uma boa relação custo-benefício. Os preços das casas, alimentação e serviços são relativamente baixos, permitindo manteres um bom nível de vida mesmo com um orçamento moderado.

Se procuras clima quente, cultura diferente, uma comunidade de língua espanhola e a possibilidade de esticar o teu rendimento, o país surge como uma alternativa interessante. As cidades e regiões fora dos grandes centros costumam ser ainda mais acessíveis e garantem qualidade de vida sem os elevados custos dos países mais desenvolvidos.

China: viver com qualidade de vida

China
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Apesar de algumas regiões da China terem registado aumentos de custos, o país continua a ser relativamente acessível quando comparado com nações de rendimentos elevados, sobretudo nas zonas menos centrais. 

Esta grande potência económica permite-te aceder a serviços, infraestruturas e a um estilo de vida confortável, com custos moderados em muitas áreas.

Turquia: o país da Europa mais barato para viver

Turquia
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A Turquia entra nesta lista graças ao seu custo de vida acessível, sobretudo se a comparares com a Europa Ocidental. Para quem procura viver com um estilo europeu, cultura mediterrânica, história e bom clima, mas sem gastar tanto, este destino revela-se uma opção interessante. Oferece-te qualidade de vida, várias regiões com perfis diferentes e um custo de vida mais baixo.

Bangladesh: é possível viver bem e gastar pouco?

Bangladesh
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Bangladesh fecha a lista dos países mais baratos para viver, especialmente no que toca a habitação, alimentação e serviços básicos. Num país com elevada densidade populacional e economia em desenvolvimento, se aceitares um estilo de vida simples podes encontrar aqui um bom equilíbrio entre preço e subsistência.

Apesar das infraestruturas e da qualidade de vida variarem bastante, para quem tem orçamento limitado e alguma flexibilidade, Bangladesh continua a ser uma das opções mais económicas a nível global.

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