Combater a inflação é palavra de ordem e uma prioridade para os governos mundiais. E prova disso é que, desde o início do ano, 71 bancos centrais já subiram duas vezes mais os juros do que em todo o ano passado. O campeão é o Magyar Nemzeti Bank, o banco central da Hungria, que já subiu oito vezes este ano o custo do florim húngaro – em julho aumentou a taxa duas vezes.
Segundo o Expresso, há grandes disparidades mundiais no que às taxas de juro diz respeito. Desde o Reserve Bank of Zimbabwe, o banco central do Zimbabué, que subiu, em junho, a taxa para 200%, até à Suíça, onde o Banque Nationale Suisse, que apesar de ter aumentado os juros em julho, mantém a taxa mais negativa do planeta, em -0,25%.
Também há registo de 14 economias do mundo que ainda não mexeram nas taxas de juro este ano. São exemplo disso o Banco do Japão, que mantém a taxa em terreno negativo (-0,1%) desde há seis anos, a Bulgária, na União Europeia, que conserva uma taxa de zero desde 2016, e outras economias como Angola, com a quarta mais alta taxa do mundo, e Macau que mantém uma taxa abaixo de 1%, tal como escreve a publicação.
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