O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, defendeu, em Lisboa, que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) vai ser 100% executado se, até ao final do ano, "não houver anormalidades".
"Estamos convencidos de que, se não houver anormalidades até ao final do ano, o PRR vai ser executado", afirmou Manuel Castro Almeida, na conferência 'PTRR: Um novo ciclo de investimento', em Lisboa.
O governante já tinha anunciado que Bruxelas aprovou a última revisão do PRR que Portugal apresentou e que, ainda hoje [18 de maio de 2026, quarta-feira], a Comissão Europeia vai receber o novo pedido de pagamento no âmbito deste plano.
O ministro sublinhou que o plano "vai acabar bem e está a correr bem", apesar de admitir que começou com um atraso. Ainda assim, notou que, atualmente, está "levemente adiantado".
Com o nono pedido de pagamento, a execução do plano vai passar de cerca de 61% para 75%. O titular da pasta da Economia vincou que este pedido de pagamento foi apresentado dentro do prazo e que falta apenas apresentar mais um.
"Tudo leva a crer que PRR vai ser executado na íntegra não vamos perder nenhum euro de fundos europeus", insistiu.
O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.
Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela Covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.
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