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Sabadell vende imóvel na Av. da República a investidor asiático para casas de luxo

Autor: Redação

Lisboa continua nos radares dos investidores internacionais. Desta vez, foi um edifício do Banco Sabadell que foi vendido por seis milhões de euros a um investidor asiático. O número 37 da Avenida da República, na esquina com a Avenida Miguel Bombarda, é um edifício do século XIX e vai ser transformado em habitação de luxo, mantendo-se o piso térreo para comércio em Lisboa.

O idealista News apurou, junto de fontes do mercado, que o negócio foi feito por seis milhões de euros e o comprador é um investidor asiático.

O edifício que agora foi objeto de venda pertenceu, em seu momento, à imobiliária Cepric, empresa participada do Banco Guipuzcoano. "Quando esta instituição financeira foi incorporada no grupo Banco Sabadell, o edifício foi adjudicado e os responsáveis por gerir o stock imobiliário (Solvia) tomaram a decisão de tramitar o projeto de reabilitação, assim como a licença de obras, tornando o imóvel mais atrativo para os compradores e novos proprietários", explica uma fonte envolvida no negócio ao idealista News.

Neste imóvel que era do banco espanhol Sabadell, o novo investidor vai aproveitar o logradouro mesmo ao lado, já na Avenida Miguel Bombarda, onde será construído um novo edifício, também de apartamentos "de grande qualidade" e que terá cerca de cinco mil m2 de área de construção, diz o Dinheiro Vivo.

Este era, aliás, o projeto inicial que o Banco Sabadell tinha para o imóvel e que já tinha sido aprovado pela câmara. "É com imenso gosto que verificamos que a operação que agora se conclui vai permitir a recuperação integral do imóvel de acordo com o projeto que o Banco Sabadell aprovou junto da Câmara Municipal de Lisboa", disse o responsável pela área de promoção da CBRE, Francisco Sottomayor.

De acordo com CBRE, a consultora imobiliária responsável pela operação, os dados da operação são confidenciais, mas o idealista News sabe que está em causa um investidor asiático que pagou seis milhões de euros pelo edifício. O Dinheiro Vivo noticia que este investidor é o mesmo que decidiu comprar um edifício nos Restauradores para transformar em habitação.