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Vistos gold continuam a atrair cada vez mais investimento brasileiro (e menos chinês)

A B/Unsplash
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Autor: Redação

O investimento brasileiro captado através da atribuição de vistos gold continua a aumentar, uma tendência que se verifica desde o início do ano, tendo totalizado no primeiro semestre do ano 81 milhões de euros, mais 10,5% face aos 73 milhões de euros registados no mesmo período do ano passado. Até junho foram atribuídos 111 vistos, contra 88 um ano antes.

Em queda está, por seu turno, o investimento chinês, que recuou 28,5% face ao período homólogo, para 120,7 milhões de euros. Continua a ser, no entanto, a nacionalidade que mais investe em Portugal através das Autorizações de Residência para Atividade de Investimento (ARI), como é o conhecido o programa de vistos gold, que foi criado em outubro de 2012.

Segundo a Lusa, que se apoia em dados oficiais do SEF, nos primeiros seis meses de 2018, o investimento de origem chinesa criado via vistos gold ascendeu a 168,9 milhões de euros, num total de 302 vistos “dourados” atribuídos. Este semestre foram concedidos 218 ARI a cidadãos da China.

Já o investimento de origem turca recuou 53% no primeiro semestre deste ano, face a igual período de 2018, para 27,5 milhões de euros, tendo sido atribuídos 52 vistos gold a cidadãos turcos, bem menos que os 117 “entregues” em igual período do ano passado.

No que diz respeito ao investimento sul-africano captado através dos vistos gold, atingiu 13 milhões de euros, o que representou uma descida de 34% face ao montante angariado um ano antes, num total de 31 vistos concedidos.

De referir ainda que o investimento norte-americano suplantou o russo, que em igual período de 2018 integrava o grupo das cinco nacionalidades que mais tinham investido em Portugal através do programa de vistos gold, com um montante de 17,6 milhões de euros e 27 ARI. Neste semestre, os EUA investiram 19,7 milhões de euros, o que corresponde à atribuição de 31 ARI