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Salários mínimos na UE em tempos de pandemia: Portugal a meio da tabela (776 euros brutos)

Eurostat
Eurostat
Autor: Redação

Em janeiro de 2021, ou seja, em plena pandemia da Covid-19, o salário mínimo bruto em vigor nos 21 Estados-membros da União Europeia (UE) variava, onde vigora, entre 332 euros, na Bulgária, e 2.202 euros, no Luxemburgo. Portugal surge em 12º lugar (776 euros). Em causa estão dados divulgados recentemente pelo Eurostat.

Segundo o gabinete de estatísticas europeu, os 21 Estados-membros da UE que em janeiro tinham salários mínimos nacionais foram divididos em três grupos principais. 

No primeiro grupo, com os salários mínimos brutos inferiores a 700 euros, estão países de leste: Bulgária (332 euros), Hungria (442 euros), Roménia (458 euros), Letónia (500 euros), Croácia (563 euros), República Checa (579 euros), Estónia (584 euros), Polónia (614 euros), Eslováquia (623 euros) e Lituânia (642 euros). 

Portugal e outros quatro Estados-membros, localizados principalmente no sul da UE, integram o grupo onde os salários mínimos variavam entre 700 euros e pouco mais de 1.100 euros por mês: Grécia (758 euros), Portugal (776 euros), Malta (785 euros), Eslovénia (1.024 euros) e Espanha (1.108 euros).

Nos restantes seis Estados-membros, todos situados no oeste e norte da UE, os salários mínimos eram superiores a 1.500 euros por mês: França (1.555 euros), Alemanha (1.614 euros), Bélgica (1.626 euros), Holanda (1.685 euros), Irlanda (1.724 euros) e Luxemburgo (2.202 euros).

Segundo a Lusa, que se apoia em dados do Eurostat relativos a 2018, Portugal (64%) é um dos quatro Estados-membros, a par da França (66%), Eslovénia (62%) e Roménia (61%), onde o salário mínimo está acima de 60% do salário mensal bruto médio.