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Obras de expansão dos metros de Lisboa e Porto arrancam até junho de 2019

Flickr/Creative commons
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Autor: Redação

As obras de expansão dos metropolitanos de Lisboa e do Porto vão começar até junho de 2019, com 200 milhões de euros disponíveis para estes projetos e para a Transtejo e a Soflusa, cuja frota deverá ser reforçada com dez embarcações.

“No mês de março entrará a avaliação de impacto ambiental para a expansão de rede de Metro de Lisboa na Agência Portuguesa do Ambiente (APA)", avançou João Matos Fernandes durante uma audição na comissão parlamentar de Economia, Inovação e Obras Públicas, citado pela Lusa. Relativamente à expansão do Metro do Porto, o governante adiantou que os projetos de execução estão em curso. “O mais tardar, no final do primeiro semestre do próximo ano, as obras já estarão no terreno", adiantou ainda o ministro do Ambiente, que tutela a pasta de transportes.

"Este foi sempre o calendário desde o princípio, ajustado ao calendário da própria reprogramação dos fundos que libertará 200 milhões de euros para estes projetos e para o projeto de reabilitação de navios na Transtejo e na Soflusa", disse João Matos Fernandes, explicando que esta verba está disponível através do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

Governo admite reforçar frotas da Transtejo e Soflusa

O Executivo de António Costa está a estudar a hipótese de adquirir dez embarcações para reforçar as frotas da Transtejo e Soflusa. Foi durante a mesma audição na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas que o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente José Mendes avançou a informação. O governante revelou que existem 17 milhões de euros disponíveis do POSEUR para corrigir a atual "escassez da frota da Transtejo e da Soflusa".

Cada embarcação tem o custo de cinco milhões de euros, pelo que o Governo terá de disponibilizar uma verba de cerca de 33 milhões de euros para somar aos 17 milhões do POSEUR. A compra de 10 embarcações não tem como objetivo a renovação de toda a atual frota, mas "há claramente navios que não podem continuar a operar", frisou José Mendes.